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A suinocultura no centro das discussões da AveSui 2013

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Os Painéis de Suinocultura, que integram a programação do XII Seminário Técnico-científico de Aves e Suínos da AveSui 2013, trarão em sua programação temas vitais para os sistemas produtivos de suínos no País. A atividade atravessa um período de alta nos custos de produção. As quebras de safra registradas no ano passado levaram a uma disparada nos preços de milho e farelo de soja, impactando negativamente as margens de lucro do produtor. Em um mercado já altamente competitivo, a saída tem sido buscar alternativas para a melhoria da eficiência nutricional. Assim como, implantar processos de otimização da produção via aperfeiçoamento dos manejos e/ou mão-de-obra, aplicação de novas tecnologias e até mesmo da organização da própria cadeia produtiva.

Os fatores que impactam mais fortemente a competitividade da suinocultura será o tema central de um dos painéis. Coordenado pelo diretor superintendente da Agroceres PIC e presidente da Associação Brasileira de Empresas de Genética Suína (Abegs), Alexandre Furtado da Rosa, o foco é o de promover um debate de questões estruturais e conjunturais. Coordenar melhor a produção, adotar novos mecanismos de comercialização e gerir de maneira eficaz os riscos inerentes à atividade estão entre os enfoques. O painel aborda ainda os desafios do meio ambiente e bem-estar animal na suinocultura, a competição entre energia e alimentos pelos grãos produzidos no mundo, além de apontar tendências de consumo e formas de se otimizar a mão-de-obra diante de seu crescente custo e complexidade da legislação brasileira. 

Nutrição e competitividade na suinocultura

A nutrição é outro assunto que estará no centro das discussões do XII Seminário Técnico-científico de Aves e Suínos. Coordenado pelo professor titular da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e uma das maiores autoridades mundiais em Nutrição Animal, Carlos Augusto Mallmann, o Painel de Nutrição vai colocar em debate temas de extrema relevância para o atual estágio de desenvolvimento da suinocultura brasileira. Conhecer e dominar estratégias nutricionais capazes de minimizar o impacto do aumento do preço dos grãos no sistema produtivo suinícola torna-se imperativo num cenário como o atual. Afinal, a alimentação dos suínos responde por 70% dos custos de produção da atividade. Nesse sentido, a AveSui será uma oportunidade ímpar para se ter contato com as últimas tecnologias na área de nutrição de suínos e participar das mais atuais discussões acerca do assunto. Durante o Painel serão abordados temas como o "Uso de dietas líquidas e ingredientes alternativos na suinocultura"; "O que falta fazer para atender os requerimentos nutricionais de suínos"; "Fabricações de rações que atendam as especificações dos nutricionistas. O que é ou pode ser problema"; "O uso de ácidos orgânicos na nutrição de suínos", entre outros temas de igual relevância. 

Suinocultura, sustentabilidade ambiental e produção de energia limpa

Outro assunto que estará em discussão na AveSui que é de grande interesse dos produtores de suínos é a geração de energia limpa através da biomassa residual. Se a garantia da sustentabilidade é um caminho sem volta para o agronegócio, para a suinocultura em particular, além de premissa básica, pode significar também novas oportunidades. Sob coordenação da Embrapa Suínos e Aves, o Painel de Biomassa e Bioenergia apresentará "cases" de sucesso como o "Estudo do arranjo tecnológico na utilização do biogás para geração de energia elétrica – Caso Tupandi" e o "Arranjo tecnológico no tratamento de dejetos de suínos e aves para a produção de fertilizante orgânico – Caso Marfrig/Intecnial". Em sua grande maioria, avicultores e suinocultores ainda veem a biomassa residual gerada em suas propriedades como um subproduto (em especial os dejetos), menosprezando suas possibilidades econômicas. Sendo a geração de energia indissociável da produção avícola e suinícola, a AveSui será uma ótima oportunidade para que os produtores possam reavaliar o enorme potencial energético que seus negócios detêm."Como em todos os anos, procuramos elencar temas atuais e de extrema importância para os setores avícola e suinícola brasileiros. Para isso contamos com o apoio de renomadas instituições como a Embrapa Suínos e Aves, a Universidade Federal de Santa Maria, da Universidade Estadual de Campinas e de profissionais de destaque dentro destes setores na escolha e elaboração do temário", afirma Andrea Gessulli, diretora da Gessulli Agribusiness. "Tenho absoluta certeza de que o Seminário Técnico-científico de Aves e Suínos será um local privilegiado para discussão de temas vitais para as cadeias produtivas de aves e suínos e um espaço único para a atualização técnica dos profissionais do setor", conclui. 

Não deixe de participar do XII Seminário Técnico-científico de Aves e Suínos. As inscrições estão abertas. Informações completas podem ser obtidas através do telefone (11) 2118-3133 ou no site da AveSui www.avesui.com/seminario.

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Notícias Bovinos

Raças Holandesa e Jersey abrem inscrições de animais para o Agroleite 2026

Os julgamentos se estenderão entre a terça-feira, dia 04 de agosto, ao dia 07 de agosto, sexta-feira, encerrando com a escolha da Vaca do Futuro e da Campeã Suprema das Raças

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Foto e texto: Assessoria

Estão abertas as inscrições dos animais das raças Holandesa, nas variedades preta e branca e vermelha e branca, e da raça Jersey para participar dos julgamentos no Agroleite 2026. O evento acontecerá entre os dias 03 e 07 de agosto em Castro-PR e os interessados devem inscrever os animais pelo site do Agroleite, www.agroleitecastrolanda.com.br, até o dia 20 de julho.

Os presidentes das associações brasileiras das raças convidam os produtores de todo o Brasil para realizarem a inscrição. Armando Rabbers, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa- ABCBRH, destaca a importância do Agroleite para que os produtores se encontrem, conversem sobre a raça, verifiquem as possibilidades de melhorias, pois o evento sempre traz muitas informações.

“No Agroleite podemos ver a excelência da raça Holandesa aqui no Brasil e digo, hoje não só para o Brasil, mas para o mundo. Quem vem visitar, produtores de outros países, se encanta pela qualidade da raça”, enfatiza o presidente.

Para Ângela Maraschin, dirigente da Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil- ACGJB, o Agroleite se mostrou tradicional ao longo dos anos por ser o palco do encontro de jersistas de diversos estados do país. “Nós estamos esperando os criadores de Jersey do Brasil todo, para que a gente possa se encontrar no Agroleite 2026”, relata Ângela.

O gerente do Agroleite, Gustavo Viganó, reforça o convite aos criadores. “O Agroleite está de braços abertos para receber os animais e ser novamente o centro da celebração da qualidade das raças Holandesa e Jersey. Sabemos o orgulho e o cuidado envolvidos na preparação de cada animal, e nossa estrutura está pronta para valorizar essa dedicação”, menciona o gerente.

Os julgamentos se estenderão entre a terça-feira, dia 04 de agosto, ao dia 07 de agosto, sexta-feira, encerrando com a escolha da Vaca do Futuro e da Campeã Suprema das Raças. As duas raças serão avaliadas por juízes internacionais, vindos dos Estados Unidos.  A raça Holandesa, nas duas variedades, será julgada por Aaron Eaton, e a raça Jersey, por Kelly Barbee. Os dois juízes atuaram na World Dairy Expo em 2025, uma das mais renomadas exposições de gado no mundo.

A inscrição dos animais não tem custo e os expositores receberão auxílio de custos durante estadia no parque com relação a pagamento do leite coletado no período do evento, alimentação de expositores e tratadores, alimentação e cama dos animais. Demais regras e informações constam no Regulamento do Expositor de Animais.

O Agroleite 2026, vitrine da tecnologia da cadeia do leite da América Latina, será realizado entre os dias 03 a 07 de agosto em Castro-PR, a Capital Nacional do Leite, no Parque Tecnológico Agroleite e Parque Dario Macedo. Todas as informações da programação são divulgadas no site www.agroleitecastrolanda.com.br, no aplicativo Meu Agroleite e nas redes sociais @agroleitecastrolanda. O evento é aberto ao público e gratuito.

Parceria e patrocinadores Diamante: O evento é realizado em parceria com o Governo do Estado do Paraná e Prefeitura Municipal de Castro. Na cota diamante o Agroleite 2026 recebe a assinatura de Alta Genetics, Biofarm, Boehringer Ingelheim, CBC Seguros, Ceva, Cogent Iamax, Coonagro, De Heus, Grupo Calpar, Grupo Barigui, Hércules- Estruturas e Construtora, Inpasa, JA Saúde Animal, Lactalis, Lely, Menarim Agro, MSD Saúde Animal, Nobre Nutrição Animal, Nutrição Castrolanda, Nutrivital, Nutron, Ourofino Saúde Animal, Seal Plus, Select Sires, Sicredi, ST Genetics, Tortuga, UCB Vet Saúde Animal e Vaccinar.

Fonte: Comunicação Castrolanda
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Notícias Energia no campo

Copel e Ocepar unem equipes para melhorar fornecimento de energia às cooperativas

Grupo técnico vai mapear gargalos na rede elétrica e definir ações para ampliar a qualidade e a confiabilidade do serviço no campo.

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Foto: Divulgação/Copel

A Copel e o Sistema Ocepar vão integrar equipes técnicas para mapear o sistema elétrico, que atende a cooperativas, e atuar em conjunto para ampliar a eficiência, a qualidade e a confiabilidade da distribuição de energia.

Foto: Divulgação/Copel

A iniciativa foi anunciada pelo diretor Comercial da Copel Distribuição, Julio Omori e o coordenador Gerencial Técnico e Econômico da Ocepar, Silvio Krinski, durante o Fórum de Energia, na sede da Copacol, em Cafelândia.

Realizado na última quinta-feira (18), o evento reuniu representantes de diversas cooperativas da região Oeste paranaense. “Este fórum foi extremamente positivo, pois tivemos a oportunidade de sinalizar soluções de melhorias que já havíamos mapeado internamente na Copel”, afirmou Omori.

Silvio Krinski ressaltou a estratégia definida no evento. “Em grupo, temos a possibilidade de identificar com clareza os principais desafios que o setor produtivo enfrenta atualmente. Com isso, buscamos, de forma colaborativa, construir soluções viáveis e alinhadas à realidade de todos os envolvidos. Acreditamos que os melhores resultados surgem quando há integração”, disse.

O grupo de trabalho, a ser formado entre as partes, será encarregado de promover o alinhamento técnico entre as instituições para desenvolver alternativas conjuntas de melhorias fornecimento de energia. Copel e Ocepar definirão um cronograma de reuniões para a formatação das equipes. “Compreendemos a real prioridade das cooperativas relacionadas à energia. A integração técnica nos permitirá direcionar ações pontuais para gerar maior impacto e resultados em menor tempo, atendendo de forma mais efetiva às expectativas dos produtores rurais”, reforçou o diretor Comercial da Copel. “Esses feedbacks reforçam ainda mais a responsabilidade e o compromisso da Copel em evoluir continuamente, sempre antecipando demandas e se preparando para desafios cada vez maiores”, completou Julio Omori.

Fórum de Energia

Foto: Divulgação/Copel

Com a participação de mais de 40 pessoas, entre representantes da Copel e de cooperativas do Oeste paranaense, o Fórum de Energia tratou de ações relacionadas ao fornecimento de energia nas propriedades rurais e de melhorias na qualidade da distribuição.

Anfitriã do encontro, a Copacol conta atualmente com 10,5 mil cooperados e mais de 16,8 mil colaboradores e exporta para mais de 85 países.

No evento, gestores da cooperativa aproveitaram para apresentar os números do Planejamento Estratégico Cooperar para Crescer 2024-2028 e destacaram a importância da Copel para os cooperados. “À medida que a Ocepar viabiliza o encontro entre técnicos e gestores da Copel e das cooperativas, cria-se um espaço qualificado para discutir temas relevantes, muitas vezes complexos e até sensíveis, como a qualidade da energia. Esse ambiente promove o diálogo, a escuta ativa e o aprofundamento das questões, permitindo que as discussões saiam do campo da percepção e avancem para uma análise mais técnica e orientada à solução. Esta é uma construção conjunta”, pontuou o superintendente de Logística da Copacol, Itamar Ferrari.

Visita a campo

Como parte do Fórum de Energia, os técnicos da Copel e da Ocepar visitaram uma propriedade de produção de tilápias de um cooperado da Copacol, no município de Nova Aurora. A produção de pescados é atendida pelo Copel Agro, que dá suporte a cerca de 76 produtores da cadeia de proteína, que inclui ainda leite, frango e porcos.

Foto: Divulgação/Copel

Para o piscicultor Pedro Gurski, a proximidade entre Copel, cooperativa e produtor rural é fundamental para que, diante de qualquer necessidade ou eventual problema, seja possível atuar de forma mais rápida e eficiente. “É positivo para todos. Essa troca de informações permite a compreensão mais profunda da nossa realidade no campo. Hoje, dependemos diretamente da energia para garantir a produtividade e a entrega do produto final. Qualquer falha no fornecimento pode gerar prejuízos financeiros significativos, além de outros impactos relevantes”, observou Gurski.

Foto: Divulgação/Copel

Segundo o gerente-executivo do Copel Agro, Marcelo Gonçalves, muitas das necessidades relatadas pelos representantes das cooperativas no evento em Cafelândia são prioridades no programa. “Temos estudos e iniciativas em andamento, o que reforça que estamos no caminho certo. Ao mesmo tempo, surgiram novos pontos que abrem oportunidades para evoluirmos ainda mais no atendimento”, disse.

Pela linha direta 0800 643 76 76, o Copel Agro ultrapassou a marca de 51 mil atendimentos em junho, com 95% de aprovação dos clientes, em pouco mais de dois meses de funcionamento.

O superintendente de Engenharia da Copel, Denis Mollica, considera que estar próximo do cliente e compreender as suas necessidades auxilia na evolução dos serviços prestados. “Saímos desta visita e do encontro mais ricos em informação e com o relacionamento ainda mais fortalecido com nossos clientes. O compromisso da Copel é melhorar sempre”, ressaltou Mollica.

Fonte: Assessoria Copel
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Notícias

Segunda safra e manejo do solo tornam vazio sanitário etapa estratégica da produção de soja

Em Mato Grosso, período de restrição ao plantio é usado para intensificar sistemas e influenciar produtividade futura.

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Foto: Divulgação

O início do vazio sanitário da soja costuma transmitir a impressão de que as atividades nas fazendas diminuem. Em Mato Grosso, no entanto, a realidade é outra. Mesmo com a proibição do cultivo da oleaginosa, o campo segue em ritmo intenso, impulsionado pelas culturas de segunda safra e pelos manejos que definirão o desempenho da próxima temporada.

Foto: Júnior Knoff

Maior produtor de soja do Brasil, o Estado vive um período estratégico do calendário agrícola. Além do milho de segunda safra, culturas como algodão, sorgo, gergelim e milheto permanecem em desenvolvimento e exigem acompanhamento constante.

De acordo com o mestre em Agronomia Talis Melo, o vazio sanitário é uma medida essencial para o controle da ferrugem asiática, mas está longe de representar uma paralisação das atividades. “Hoje não temos soja no campo, porque o plantio é proibido durante o vazio sanitário. Mas isso não significa que a atividade para. O milho de segunda safra tem participação fundamental na rentabilidade do produtor. Além dele, culturas como algodão, sorgo, gergelim e milheto seguem em desenvolvimento e exigem manejo constante”, afirma.

Ao longo dos últimos anos, Mato Grosso consolidou um modelo produtivo baseado em duas grandes safras anuais. O que antes era chamado de “safrinha” tornou-se uma segunda safra de grande relevância econômica, responsável por ampliar a renda e a sustentabilidade financeira das propriedades rurais.

Além do retorno econômico, essas culturas exercem papel importante na preparação da próxima safra de soja. O cultivo consorciado de milho com braquiária, por

Foto: Divulgação

exemplo, contribui para a formação de palhada, melhora a estrutura do solo, conserva a umidade e favorece o desenvolvimento da lavoura subsequente.

Segundo Melo, as decisões tomadas neste período têm reflexos diretos sobre a safra 2026/27. Estratégias de controle de plantas daninhas, manejo fitossanitário, escolha de cultivares e uso de plantas de cobertura são fatores que influenciam a produtividade da soja que será semeada nos próximos meses. “Os manejos realizados agora no milho, no algodão, no sorgo, no gergelim e em outras culturas refletem diretamente na safra de soja 2026/27. Este é um momento de planejamento e preparação, em que o produtor trabalha para construir os resultados que deseja alcançar na próxima temporada”, destaca.

Controle da ferrugem asiática

Em Mato Grosso, o vazio sanitário da soja começou em 08 de junho e se estende até 06 de setembro. Durante esse período, os produtores devem eliminar todas as plantas vivas de soja existentes em lavouras, margens de rodovias, áreas de armazenamento e locais onde possa ocorrer germinação espontânea.

A medida busca interromper o ciclo da ferrugem asiática, considerada a principal doença da cultura e capaz de provocar perdas de até 90% da produção quando não controlada adequadamente.

Fonte: O Presente Rural
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