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A melhor edição: parceiros Polinutri se consolidam na Agroleite
Os resultados obtidos pelos clientes Polinutri® na Agroleite 2019 confirmam que a atenção aos detalhes da nutrição e genética possibilita resultados sólidos e que fazem a diferença

De 13 a 17 de agosto a Polinutri®, empresa especializada em nutrição e saúde animal sediada em Osasco (SP), participou de forma efetiva do maior encontro da pecuária leiteira do País, a Agroleite, evento realizado pela Cooperativa Castrolanda no município de Castro (PR). Oportunidade para reforçar os motivos que fazem da empresa uma aliada do produtor e especialista em nutrição ao longo dos seus 30 anos de atuação no mercado.
Durante os dias foram inúmeras as boas novas. O time técnico comercial na Agroleite comemorou uma série de feitos que, na avaliação do Gerente da Unidade de Negócios Pecuária, Alexandre Siqueira, “refletem o engajamento entre empresa e produtor para alçar resultados econômicos e zootécnicos positivos.”

Alexandre Siqueira
Ao seguir a máxima “Juntos Vamos Mais Longe”, slogan adotado pela companhia, clientes Polinutri® foram agraciados por uma série de resultados, conforme detalha o líder da área: “Nossa equipe técnica e comercial recebeu clientes, apresentou as melhores soluções para nutrição e ganhou diversas premiações: o 3º lugar na categoria “Vaca Adulta” no torneio leiteiro, o 1º, 2º e 3º lugar na categoria “Vaca Jovem” com recorde de produção de leite com cerca de 76,99 quilos. O 1º e 2º lugar na categoria “Aproximação”, além da 1ª colocação na categoria produção de sólido”.
“A Agroleite se configura na melhor pista e exposição de gado holandês do País. Isso passa a ser uma vitrine para a Polinutri através da parceria construída com essas propriedades rurais consagradas na pista e no torneio leiteiro”, atesta Alexandre e destaca que “é de suma importância estar lado a lado com esses produtores, multiplicadores de genética, com animais de pista e produção referência no Brasil”.
O Gerente salienta que todo o trabalho da companhia pensando no ajuste fino das dietas pelo o uso de aminoácidos tem demonstrado resultados. “Basta olharmos os resultados obtidos no torneiro leiteiro que nada mais é que a soma da genética e nutrição. Fazendo com os animais consagrados pudessem expressar sua genética. E a Polinutri faz parte deste sucesso.”
Confira agora os resultados desta parceria:
Hans e Reynold Groenwold
Melhor criador, expositor e melhor afixo geral
3ª melhor Bezerra menor
2ª vaca 2 anos Jr
4ª vaca 2 anos Jr
2ª vaca 2 anos Sr
5ª vaca 2 anos Sr
Campeã 3 anos Jr
5ª vaca 3 anos Jr
8ª vaca 3 anos jr
4ª vaca 4 anos
Campeã vaca 5 anos
3ª vaca 5 anos
Ronald e Lucas Rabbers
Melhor criador e expositor de gado jovem
Campeã bezerra Mirim
Campeã bezerra menor
Campeã Bezerra intermediária
Campeã Bezerra Sénior
Reservada Bezerra Sénior
3° lugar Novilha Menor
5°lugar Novilha Menor
Reservada Novilha Júnior
Reservada Novilha Intermediária
Melhor Conjunto Fêmea Jovem Nacional
3°Melhor Conjunto Fêmea Jovem Nacional
Reservada femea jovem
Menção honrosa de femea jovem
Campeã 2 anos junior
Campeã 2 anos sênior
Campeã vaca jovem
3ª melhor vaca
Ubel e Rogerio Ubel
· Vermelha: Campeã 5 anos na categoria e reservada na Grande Campeã
· Vacas Preto e branca
4º lugar na categoria de 4 anos
8º lugar na categoria quatro anos
8º lugar bezerra junior
5º lugar Bezerra intermediário
8º lugar novilha Júnior
Pista
Charles Hendrix Salomons
(8 meses de parceria)
Vermelho e Branco
Campeão Grande Campeão na categoria bezerro
Campeã Reservada Fêmea Jovem categoria bezerra fêmea
Campeã categoria novilha junior
Preto e Branco
Campeã categoria novilha menor
Campeã categoria fêmea jovem
Campeã categoria vaca do futuro
Torneio Leiteiro:
Timotheo Silveira
(3 anos de parceria)
2º lugar de aproximação Instituto Cristão Mackenzie pela coordenação do Thimoteo
Hans Jan Groenwold
(6 meses de parceria)
1º lugar em sólidos totais
1º lugar e Record de novilha
2º lugar de novilha
Ronald Rabbers
(5 anos de parceria)
1º lugar de aproximação Ronald Rabbers (5 anos de parceria)
3º lugar em vaca Douwe Groenwold
Douwe Jantinus Groenwold
(6 anos de parceira)
3º lugar novilha
3º lugar vaca
Armando Carvalho
(3 anos de parceria)
Participação no Torneio

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Como evitar prejuízos na tilapicultura durante o inverno
Estratégias de manejo no frio impulsiona o lucro da produção e reduz mortalidade de peixes jovens.

Com a chegada das estações mais frias, os produtores de tilápia precisam redobrar a atenção nas propriedades. Por ser uma espécie de clima tropical, a tilápia sofre impactos diretos quando as temperaturas da água caem. Esse cenário é ainda mais crítico nas fases de alevinagem e recria, períodos em que os peixes estão mais vulneráveis e qualquer deslize no manejo pode comprometer todo o ciclo produtivo.
A médica-veterinária Talita Morgenstern, coordenadora técnica da unidade de negócio de Aquicultura da MSD Saúde Animal, detalha os principais pontos de atenção e as estratégias recomendadas para atravessar o inverno com segurança.
1. Por que o inverno é um período crítico?
“A tilápia tem seu desenvolvimento ideal em águas que variam entre 26°C e 30°C. Quando a temperatura da água cai para patamares inferiores a 22°C, o metabolismo do peixe desacelera significativamente”, explica Talita.
Como consequência direta dessa lentidão metabólica, ocorre uma redução drástica no consumo de ração, o que paralisa ou retarda o crescimento dos animais. Além disso, o estresse térmico pode comprometer a resposta imunológica da tilápia, favorecendo quadros de imunossupressão e aumentando o risco de maior susceptibilidade à infecção por patógenos oportunistas, incluindo fungos, bactérias e vírus.
2. Pontos de atenção para alevinos e juvenis
Sendo as fases mais sensíveis do cultivo, o manejo de alevinos e juvenis durante o frio exige ajustes diários e precisos. É necessário um monitoramento rigoroso da água. “A medição da temperatura e dos níveis de oxigênio deve ser feita de forma frequente e planejada”, pontua a médica-veterinária.
Outro ponto de atenção é com o manejo alimentar estratégico. Talita diz que, como os peixes comem menos no inverno, a quantidade de ração deve ser ajustada para evitar desperdícios. “Tratar os peixes nos horários mais quentes do dia, geralmente no início da tarde, permite um melhor aproveitamento do alimento. Ração que sobra no fundo do tanque vira matéria orgânica, piorando a qualidade da água.”
Também é indicado evitar estresse desnecessário. Manejos como biometrias, vacinações, transferências de tanques ou classificação devem ser reduzidos ao mínimo possível nos dias mais frios. A manipulação física do peixe sob estresse térmico remove a sua mucosa protetora, abrindo portas para infecções.
Ainda, deve-se manter os tanques com a densidade correta, pois isso evita a competição por espaço e oxigênio. A renovação de água e a aeração devem ser manejadas com cautela para não misturar as camadas de água e resfriar ainda mais o ambiente dos peixes.
3. Sanidade e vacinação: o papel da prevenção
O inverno cria um ambiente favorável para o surgimento de desafios sanitários. Com a imunidade dos alevinos e juvenis comprometida pelo frio, aumenta a incidência de infecções oportunistas, como doenças fúngicas e parasitoses, que encontram condições ideais para se desenvolver.
Por isso, segundo a especialista, a vacinação deve ser realizada idealmente antes da chegada das grandes massas de ar frio. “Aplicar vacinas em peixes que já estão sob estresse térmico severo ou com a saúde debilitada reduz a eficácia do imunizante e pode elevar a mortalidade.”
O produtor deve avaliar a condição fisiológica do lote e a previsão do tempo para traçar a melhor janela de aplicação, favorecendo que o plantel crie os anticorpos necessários antes que o inverno atinja o seu pico.
“Além disso, é importante destacar que a vacinação contra estreptococos deve fazer parte de um programa anual. O animal imunizado durante os períodos mais amenos estará mais protegido quando o ambiente voltar a se aquecer, momento em que desafios como a estreptococose tendem a se intensificar”, afirma Talita.
Para esse manejo, soluções como as vacinas AQUAVAC® Strep SaSi e AQUAVAC® Strep 4, da MSD Saúde Animal, podem ser utilizadas conforme o perfil de desafio presente em cada região, contribuindo para um programa sanitário mais robusto e adaptado à realidade do produtor.
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Com nova linha de peletização, Primato reinaugura unidade de alimentos para animais em Enéas Marques
Investimento de R$ 16 milhões amplia a capacidade produtiva da unidade e incorpora ao portfólio da cooperativa uma linha de rações micropeletizadas voltada à fase de creche dos suínos

A Primato Cooperativa Agroindustrial reinaugurou na manhã desta terça-feira (14) sua unidade de alimentos para animais em Enéas Marques, no Sudoeste do Paraná, após um investimento de aproximadamente R$ 16 milhões em ampliação e modernização da planta. O evento reuniu cooperados e suinocultores da região, diretoria e conselho de administração da cooperativa, além de autoridades locais.
A unidade foi adquirida pela Primato no início de 2024, quando passou a operar com a produção de rações fareladas. Ao longo de 2025, a cooperativa avançou em um projeto de expansão para viabilizar a instalação de uma peletizadora voltada à produção de rações micropeletizadas, investimento que, segundo o diretor executivo Juliano Millnitz, deve gerar ganho de faturamento e permitir à cooperativa atender um nicho de mercado que antes não fazia parte do seu portfólio.
O que foi ampliado
Segundo Millnitz, a reforma contemplou:
• Nova linha de peletização de ração para suínos, com capacidade de até 15 toneladas por hora;
• Ampliação do barracão de matéria-prima e produto acabado, em 750 m²;
• Ampliação da expedição a granel, que passou de 8 para 20 silos de 18 toneladas cada;
• Ampliação das áreas de apoio, como salas de pesagem, salas administrativas, área de manutenção e sala de operação.
A nova estrutura foi projetada para produzir rações destinadas às dietas fornecidas aos leitões desde a fase de maternidade até o período inicial da creche, etapa decisiva para o desenvolvimento dos animais.
Ganhos comprovados na fase de creche
É justamente sobre essa parcela do plantel, os leitões em fase de creche, que o gerente de pecuária da Primato, William Wesendonck, oferece uma análise detalhada sobre os benefícios da nova linha de produção. “A ração peletizada segue sendo uma das ferramentas mais custo-efetivas para melhorar o desempenho de leitões na fase de creche, entre 7 e 23 kg”, afirma.
“Nas unidades que acompanhamos, a conversão alimentar que girava em torno de 1,45 kg de ração por kg de peso vivo com ração farelada passou para a faixa de 1,30 kg/kg com o uso de ração peletizada”, detalha o gerente de pecuária.
Ele aponta ainda que: “em uma granja que consome, por exemplo, 100 toneladas de ração de creche por lote, essa diferença representa uma economia direta de mais de 10 toneladas de ração por lote, sem contar o ganho no fluxo financeiro.”
Wesendonck explica que os primeiros dias após o desmame, quando o leitão pesa entre 7 e 11 kg, são o período mais crítico da fase de creche, já que o sistema digestivo do animal ainda está em plena adaptação. Por isso, segundo ele, a Primato trabalha com ingredientes de alta qualidade e digestibilidade para produzir rações micro pellets, com diâmetro reduzido, formuladas especificamente para facilitar a apreensão do alimento e estimular o consumo precoce.
“Isso reduz os impactos negativos do pós-desmame e antecipa a curva de ganho de peso. Somente na última fase da creche o diâmetro do pellet é ampliado, acompanhando o desenvolvimento do animal, um ajuste fino que poucos fornecedores fazem”, detalha William.
Principais benefícios da peletização
• Melhor conversão alimentar, devido à gelatinização do amido e à redução do desperdício de ração;
• Maior digestibilidade de proteínas e aminoácidos, em razão da inativação de fatores antinutricionais presentes em ingredientes como o farelo de soja;
• Consumo mais uniforme da dieta, já que cada pellet possui composição homogênea, reduzindo a seletividade dos animais;
• Redução da carga microbiana da ração durante o condicionamento térmico, contribuindo para maior segurança sanitária.
Qualidade de processo é o diferencial
Para Wesendonck, a qualidade física do pellet, sua durabilidade e o baixo percentual de finos, é tão determinante para o resultado final quanto o próprio processo de peletização. “Pellets de baixa qualidade podem anular boa parte do ganho conquistado”, alerta.
Por isso, o processo na Primato é monitorado com controle rígido da temperatura de condicionamento, evitando a degradação de aminoácidos e a perda de atividade enzimática, além de acompanhamento contínuo dos índices de durabilidade do pellet, o que garante que o benefício comprovado em laboratório se repita lote após lote no comedouro da propriedade.
Impacto regional e compromisso com o cooperativismo
O gerente da unidade, Ivan da Cruz, destacou o significado da ampliação para a região: “o investimento robustece a estrutura da cooperativa no Sudoeste do Paraná e amplia a capacidade de entrega de um produto de qualidade a quem produz na região, além de fortalecer o vínculo entre a Primato e os suinocultores que dependem diretamente da unidade para o abastecimento de ração.”
Encerrando a solenidade de reinauguração, o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, ressaltou a importância de seguir investindo na região e de manter o cooperado como centro das decisões da cooperativa, destacando que iniciativas como essa expressam o espírito do cooperativismo: gerar desenvolvimento coletivo a partir do fortalecimento de cada produtor associado.
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Boehringer Ingelheim anuncia José Paulo Peron como novo Head da divisão de Saúde Animal no Brasil
O executivo assume o cargo com o desafio de impulsionar o crescimento da operação e liderar a estratégia da companhia no país

A Boehringer Ingelheim anuncia José Paulo Peron como o novo Head da divisão de Saúde Animal no Brasil. O executivo assume a liderança da operação a partir de 1º de julho, com reporte direto a Andrea Sambati, presidente da companhia no país. Peron chega com a missão de somar sua sólida experiência de mercado e seu perfil focado em pessoas para impulsionar os próximos capítulos de crescimento e transformação da empresa no setor de saúde animal.
“Assumir a liderança da divisão de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim no Brasil é orgulho enorme “, declara Peron. “Estou entusiasmado para me juntar a esse time, e meu compromisso é fortalecer ainda mais nossa presença de mercado e nossas parcerias estratégicas, unindo a excelência técnica a uma gestão focada no desenvolvimento de pessoas e na inovação para o setor”, finaliza.
Com mais de 20 anos de atuação profissional, o executivo construiu uma sólida trajetória com passagens pelos setores de saúde humana e animal. Graduado em Engenharia pela Universidade de São Paulo (USP), José Peron também possui MBA pela Fuqua School of Business da Duke University, nos Estados Unidos, combinando uma visão estratégica com foco em resultados e pessoas.



