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A inflamação do retículo nos bovinos pode ser evitada em 70% dos casos

Em perfurações graves a RTP pode levar à morte do animal

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A RTP, sigla para Retículo Peritonite Traumática, é a perfuração no trato digestivo de um animal por um corpo estranho. O problema acontece quando o bovino, ao se alimentar no pasto, leva junto com o capim pedaços de arame que foram deixados depois da instalação de uma cerca, por exemplo.

De acordo com o médico veterinário Renato Paganelli Jaquetto, analista de mercado da Belgo Bekaert Arames, 76% dos casos registrados de RTP foram ocasionados por causa da ingestão de pontas de arame. “Um dos principais males é o não recolhimento das pontas que sobram durante a confecção dessas estruturas”, ressalta o especialista.

Jaquetto explica que a inflamação provocada pelo corpo estranho pode levar o animal à morte – em casos mais graves, quando há perfuração da parede do coração ou do pulmão. Geralmente, após a ingestão da ponta de arame, o animal desenvolve uma reação inflamatória localizada e aguda, por causa da perfuração do retículo. Os sintomas são perda de peso e, no caso de vacas leiteiras, a diminuição da produção de leite, sendo mais difícil perceber o problema rapidamente.

Outro fator de atenção é a deficiência alimentar de minerais dos animais. “A baixa ingestão de ferro, cálcio, fósforo, zinco e/ou cobalto favorece a ingestão de corpos estranhos, principalmente restos de arame, pregos, parafusos e outros objetos ricos nesses minerais”, alerta o médico veterinário. A RPT também pode ser diagnosticada em ovinos e caprinos, porém com frequência menor que nos bovinos, pois a ingestão é mais lenta e seletiva quando comparada.

O Brasil tem hoje o maior rebanho bovino do mundo e é o principal exportador de carne para o mercado internacional. De acordo com o Censo do IBGE 2017, são 218,2 milhões de animais espalhados nas principais regiões produtoras. Para chegar nesse patamar, a produção brasileira passou por várias etapas, como melhoramento genético do rebanho e a mudança no manejo da criação. Nas grandes propriedades a alta eficiência técnica é determinante para que o gado tenha boa saúde e desenvolvimento. Um exemplo é o uso de piquetes, cercas que delimitam o espaço no pasto onde o rebanho ficará se alimentado – uma das mudanças que alavancou a atividade da pecuária no país.

As cercas de arame são tão importantes no manejo da produção pecuária que a Belgo Bekaert Arames, líder no mercado nacional, respondendo sozinha por uma produção mensal de cerca de 55 mil toneladas/mês, lançou este ano a cerca de arame com foco no bem-estar animal. “É fundamental para o produtor que as cercas de arame tenham um papel primordial no sucesso das atividades agrícolas e pecuárias. Por isso, desenvolvemos nossos produtos para proporcionar segurança, bem-estar animal e alta produtividade nas propriedades”, explica Rober Casaril, analista de mercado da Belgo.

Os lançamentos incluem alta resistência e tecnologia, caso da Belgo Cercar Bovino, uma cerca pronta com nó de alta resistência, indicada para animais de médio e grande porte, proteção de lavouras e áreas de divisa. Na linha de arame farpado o destaque é o Motto, produto presente no mercado há mais de 50 anos, e atual líder de segmento  de arame farpado no Brasil. O Motto é recomendado para o pecuarista que deseja maior resistência ao impacto dos animais, graças a uma torção de fios alternados que possibilita maior "esticamento" da cerca, e claro, economia no uso de mourões.

Além do uso de arames e cercas de qualidade, para evitar perdas e ter bom manejo do rebanho o médico veterinário Renato Jaquetto orienta o produtor que é fundamental impedir a proximidade dos animais em áreas em construção ou de terrenos com entulhos – e não deixar pontas de arames jogadas nos pastos. “É muito importante o pecuarista pedir para o responsável pela construção da cerca sempre recolher as pontas de arame e guardá-las em um local sem acesso para os animais”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Agroceres  Multimix  apresenta a agCare, divisão de produtos de especialidades

Nova estrutura reúne pesquisa, validação científica e desenvolvimento de produtos de alta performance.

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Divisão agCare foi apresentada a jornalistas em evento em Itatiba (SP), no início de março

A Agroceres Multimix apresenta a agCare, nova divisão dedicada à pesquisa, desenvolvimento, validação, produção e comercialização de produtos de especialidade para a nutrição animal.

Estruturada sobre ciência, método e comprovação, a divisão agCare é resultado de uma estratégia voltada a transformar conhecimento técnico em especialidades capazes de responder às demandas reais do campo.

Segundo Ricardo Ribeiral, diretor da Agroceres Multimix, a criação da divisão consolida uma visão já presente na empresa. “A agCare nasce com o propósito de ampliar a fronteira tecnológica do setor, oferecendo ao mercado produtos de alta performance, com elevado nível de confiabilidade e resultados comprovados”.

“Divisão agCare entrega produtos de alta performance, com elevado nível de confiabilidade e resultados comprovados”, resume Ricardo Ribeiral

Trata-se de um movimento estratégico, completa o diretor: “Desta forma, reforçamos nosso compromisso com a inovação e com a evolução contínua da nutrição animal no Brasil e no mundo, entregando produtos com alto rigor científico e foco em performance”.

Base científica e validação técnica. Toda especialidade desenvolvida pela divisão agCare segue um rito de desenvolvimento. “O rigor científico é o principal pilar que garante a confiabilidade do produto e o resultado no campo”, garante Ricardo Ribeiral.

Cada produto parte de uma investigação aprofundada, passa por validações criteriosas e é sustentado por uma estrutura analítica e de pesquisa preparada para garantir precisão, confiabilidade e performance.

Apenas produtos que demonstram consistência estatística e biológica, com segurança e aplicáveis no campo, avançam até a etapa de comercialização.

Para isso, a divisão mantém parcerias técnicas e científicas com instituições de referência, como Esalq-USP, UFV, Unesp, UFMG e Kansas State University, além de Conselhos Técnicos que contribuem não apenas para validações, mas também para a compreensão aprofundada de mecanismos, respostas e limites de uso dos produtos.

Nos últimos cinco anos a Agroceres Multimix investiu mais de R$ 80 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento. No período, foram conduzidos 274 estudos, sendo mais da metade direcionado para especialidades da divisão agCare. Esse modelo já se reflete em um portfólio robusto de produtos disponíveis no mercado.

A divisão agCare reforça um posicionamento que a empresa vem consolidando ao longo de décadas. A Agroceres Multimix é uma empresa brasileira que construiu, ao longo de 50 anos, uma base sólida de pesquisa, geração de conhecimento técnico científico e desenvolvimento de produtos diferenciados, contribuindo para a evolução do agronegócio nacional.

Acesse o canal da Agroceres Multimix no YouTube e confira alguns momentos do evento que marcou esse lançamento, clique aqui confira.

Fonte: Assessoria Agroceres  Multimix
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Conexão Aviagen in Company reúne lideranças da Granja Faria para excelência em manejo

Encontro de três dias em Santa Catarina focou no manejo de matrizes e na maximização do potencial genético da linhagem Ross

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Divulgação / Fotos: Aviagen

A Aviagen® promoveu a sua mais recente edição do Conexão Aviagen in Company em Lauro Müller (SC), entre os dias 3 e 5 de março. O evento reuniu a equipe técnica e de gestão da Granja Faria de todas as regiões do Brasil, para fortalecer o manejo dos lotes e as práticas de bem-estar animal.

A Granja Faria possui um histórico de alta eficiência com as matrizes Ross®, figurando frequentemente no terço superior de produtividade do setor, inclusive com premiações anteriores.

Aviagen oferece suporte prático no manejo

Uma característica marcante do formato Conexão in Company é sua abordagem personalizada. A programação combinou discussões em sala com aplicação prática na granja, incluindo análise de dados, visitas a granjas de recria e de produção, além de palestras sobre conformação ideal de machos e fatores críticos dos processos, sempre com um olhar direcionado para os objetivos de produção da Granja Faria.

O supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Denilson Vanin, enfatizou a importância de conceber o programa em torno da realidade do cliente: “Este evento foi especificamente desenvolvido com base nos objetivos e realidade da Granja Faria, para compartilhar conhecimento técnico, ferramentas de manejo e gestão operacional que auxiliem suas equipes a fortalecer o bem-estar animal e a assertividade de decisões em todas as unidades”.

Já o supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Alcides Paes, destacou como o progresso genético e o manejo responsável das matrizes caminham juntos: “Conhecemos a capacidade de entrega da genética Ross e o nosso principal objetivo foi fornecer as ferramentas adequadas para que continuem atingindo os melhores resultados zootécnicos possíveis”.

Impulsionando resultados por meio da colaboração

Iniciativas como o Conexão Aviagen in Company reforçam o compromisso da Aviagen com o sucesso de seus clientes, fornecendo suporte prático e próximo que os ajuda a traduzir o progresso genético em resultados diários.

O gerente de Serviços da Aviagen no Brasil, Rodrigo Tedesco, afirmou que “reunir representantes de todo o país ajuda a elevar os padrões em suas operações. Quando equipes de diferentes regiões se alinham em torno de objetivos comuns, a produtividade aumenta em toda a organização. O sucesso vem do aprimoramento do manejo das aves e das decisões diárias. Estar perto de nossos clientes nos permite fazer esses ajustes de forma significativa”.

Por meio da colaboração contínua, a Aviagen continua a apoiar seus clientes no avanço de práticas de produção de carne de frango responsáveis que priorizem o bem-estar animal e o manejo ambiental, ajudando a garantir um fornecimento global confiável de proteína de qualidade.

Fonte: Assessoria
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Primeiro módulo do Qualificases 2026 reúne suinocultores para discutir gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas.

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Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) realizou o primeiro módulo do Qualificases 2026 no dia 26/02. A iniciativa é voltada à formação e atualização técnica dos suinocultores capixabas, com foco em gestão, nutrição, sanidade e sustentabilidade.

Com o tema “Gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados”, a palestra foi conduzida pelo gerente Nacional Suínos na Agroceres Multimix, Edmo Carvalho, que trouxe uma reflexão estratégica sobre um dos maiores desafios atuais do setor: a gestão de pessoas em um cenário de escassez de mão de obra e equipes cada vez mais diversas.

Durante sua apresentação, Edmo destacou que, apesar do avanço técnico dos gestores, impulsionado pelo acesso facilitado à informação, cursos e plataformas digitais, muitos ainda encontram dificuldades no essencial: liderar pessoas. “Liderança vai muito além do cargo. É a capacidade de influenciar de forma voluntária, sem deixar rastros de sangue decorrentes de estilos autoritários e relações frágeis”, afirmou.

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas. Segundo o palestrante, falar é simples, mas comunicar com presença, escuta ativa e empatia é um diferencial competitivo. Ele alertou ainda que o excesso de interações digitais e impessoais pode empobrecer as relações e reduzir a sensibilidade emocional, especialmente em momentos de tensão.

Outro ponto de destaque foi a gestão de equipes multigeracionais. Baby Boomers, gerações X, Y e Z possuem expectativas distintas em relação ao trabalho, hierarquia e propósito. “Nada é tão desigual quanto tratar igualmente pessoas desiguais”, ressaltou Edmo, reforçando a necessidade de adaptar a liderança às diferentes realidades e perfis dentro das organizações.

Entre as soluções práticas apresentadas estão a criação de rituais de conexão, a presença mais próxima da liderança no dia a dia das equipes, o estímulo à colaboração e a revisão das cargas de trabalho para evitar a exaustão emocional. Pequenos gestos constantes, como conversas semanais curtas, pausas coletivas e rodas de diálogo, podem gerar impactos mais duradouros do que grandes ações pontuais.

Neste módulo, a ASES contou com o apoio da empresa Agroceres Multimix, parceira constante do setor, reforçando a importância da cooperação entre a iniciativa privada e as entidades representativas na construção de uma suinocultura cada vez mais técnica, humana e sustentável.

Para o diretor executivo da ASES, Nélio Hand, a qualificação é o caminho para resultados cada vez mais sustentáveis e competitivos. “Reunimos em Conceição do Castelo produtores e profissionais comprometidos com a evolução do setor numa noite de aprendizado, conexão e troca de experiências. Tudo isso visa fortalecer a suinocultura capixaba”, pontua Hand.

O Qualificases 2026 segue ao longo do ano com novos módulos, ampliando o debate sobre temas estratégicos e reforçando o compromisso da ASES com o desenvolvimento contínuo do setor no Espírito Santo.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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