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A importância do consumo da proteína animal em tempos de coronavírus

Comer carnes bovinas, suínas, de frango e de peixe elimina a possibilidade de falta de proteína

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Foto: divulgação ABPA

Artigo escrito por Fernanda Hoe, diretora de Marketing para América Latina da Elanco Saúde Animal, médica veterinária pela Universidade Estadual Paulista, mestre em Ciências pela Universidade de Wisconsin e tem MBA pela Fundação Getúlio Vargas

Em meio à pandemia da Covid-19 – conhecido popularmente como novo coronavírus -, a população mundial está mais alerta quanto à importância de manter a imunidade em dia. Esse fator mostrou-se essencial para a recuperação de quem foi infectado, assim como para deixar o organismo totalmente pronto para lutar contra qualquer tipo de infecção. Tal preocupação ganha ainda mais destaque, pois a sociedade ainda não consegue se proteger desse vírus por meio de uma vacina ou quaisquer outros medicamentos.

Assim, uma alimentação equilibrada é essencial como forma de atenuar os maléficos efeitos desse vírus, que paralisou todo o mundo. Uma dieta variada e saudável se transformou em uma importante aliada em tempos de quarentena, o que, certamente, deve incluir carne, leite e ovos. Afinal de contas, esses itens são verdadeiras fontes de proteínas, vitaminas e minerais altamente indispensáveis.

A opção por estes produtos pelas pessoas também se transforma, sobretudo, em um cuidado no que se come em plena quarentena. Um consumo excessivo de alimentos energéticos pode afetar a capacidade do sistema imunológico, capaz de combater as infecções do corpo. E também está vinculado à obesidade e, consequentemente à maior predisposição a doenças. A proteína animal ajuda no controle do peso porque aumenta a sensação de saciedade, segundo a revista americana Drovers. Com isso, há menor ingestão de calorias, bem como reduz o desejo de beliscar entre as refeições saudáveis.

A proteína animal responde por uma parte fundamental da dieta do ser humano. Para garantir imunidade ao organismo em tempos de pandemia, os alimentos do gênero são ainda mais essenciais aos seres humanos. A carne, o leite e os ovos fornecem maior quantidade de aminoácidos fundamentais, que não são produzidos pelo organismo humano. Fora isso, permitem o desenvolvimento de funções vitais, como a formação das estruturas ósseas e musculares, de acordo com a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

A título de esclarecimento, nove dos 20 tipos de aminoácidos existentes são indispensáveis para o ser humano. A proteína animal é constituída pela maioria deles, diferentemente de outras fontes, que possuem níveis mais baixos no fornecimento dos mesmos. A constatação faz parte de um estudo da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, publicada na revista científica Applied Physiology, Nutrition and Metabolism.

Comer carnes bovinas, suínas, de frango e de peixe elimina a possibilidade de falta de proteína. Fora isso, são fontes ricas em minerais, ferro, zinco, vitaminas A, D e as do complexo B. As três variedades de carnes também contam com um mineral essencial para o sistema imunológico tão importante em tempos de Covid-19. O selênio absorvido pelo organismo é usado no combate aos patógenos e ainda funciona como antioxidantes. Além disso, garantem os níveis necessários de ferro e de vitaminas B6 e B12. Vale lembrar que a falta delas provoca uma anemia e limita a oxigenação dos tecidos. Esse fato é cientificamente comprovado e, por esse motivo, claramente recomendado por médicos e nutricionistas.

Ainda sobre a B12, essa vitamina é encontrada também nos ovos. É responsável pelo fortalecimento do sistema nervoso e aumenta a produção de sangue. Esse alimento também contém B1, fundamental para a produção de anticorpos. E, para completar, o leite é rico em cálcio e vitamina D, considerado bastante importante para prevenir a osteoporose, de acordo com diversos estudos realizados desde a década de 1920, logo após a descoberta da vitamina.

Mas para isso, também é importante variar o seu consumo, até porque cada uma delas também carrega vitaminas e minerais diferentes. Por meio dessa diversificação, a pessoa consegue se cercar desses elementos tão fundamentais para o corpo. Vale lembrar que uma alimentação saudável também pede o consumo de fibras, verduras, legumes, grãos e frutas. Dessa maneira, garantindo a tão preciosa imunidade frente ao enfrentamento da Covid-19 através da nutrição.

Fonte: Assessoria
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Colunistas Opinião

Ataque à agropecuária brasileira é um tiro no pé

É inadmissível a onda de ataques internacionais contra a agropecuária brasileira, cuja qualidade é inquestionável e que tem papel decisivo, em âmbito global, no atendimento às demandas relativas à segurança alimentar e ao fornecimento de matérias-primas e energia renovável

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Divulgação/FAESP

Por Fábio de Salles Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).

É inadmissível a onda de ataques internacionais contra a agropecuária brasileira, cuja qualidade é inquestionável e que tem papel decisivo, em âmbito global, no atendimento às demandas relativas à segurança alimentar e ao fornecimento de matérias-primas e energia renovável. Há de se destacar, ainda, o aspecto sanitário e os cuidados exemplares com os rebanhos. Sem querer cogitar qualquer teoria da conspiração, mas a verdade é que parece haver uma orquestração internacional, bem engendrada, com alegações injustificadas e sem embasamento técnico plausível.

Os problemas começaram com o embargo chinês à importação da carne bovina brasileira, devido ao aparecimento de dois casos isolados e atípicos de vaca louca, que acometeram animais velhos, que sequer haviam sido encaminhados à produção. As compras já deveriam ter sido restabelecidas, pois é eficaz o trabalho de vigilância conduzido pelo serviço veterinário oficial brasileiro, que constatou não haver quaisquer riscos, corroborado pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), que concluiu rapidamente relatório sobre a questão.

Considerando essa questão técnica irrefutável e reconhecendo os esforços de nosso governo, enviamos ofício ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e ao das Relações Exteriores, pedindo esforço diplomático ainda maior para restabelecer os embarques para o país asiático, hoje o maior comprador da carne brasileira. A demanda crescente dos chineses foi determinante para o investimento de muitos produtores. Assim, haverá significativos prejuízos com a manutenção do embargo, responsável por acentuar a queda no preço dos animais de abate e com poucas perspectivas de solução em curto prazo, considerando que o ambiente de especulação ganha força e pressiona os pecuaristas. O preço da arroba do boi, por conta da suspensão das vendas, já caiu de R$ 315,00 para R$ 265,00.

Pela mesma razão alegada por Pequim, assistimos à forte pressão nos Estados Unidos – marcada pelo projeto de um senador e pelo lobby da National Cattlemen’s Beef Association (NCBA), entidade representativa da pecuária de corte – pela paralisação das importações da carne brasileira. Trata-se, do mesmo modo, de um movimento absolutamente desprovido de lógica. Não bastasse essa questão da carne, deparamo-nos com a absurda proposta da União Europeia de restringir a importação de produtos agropecuários brasileiros, sob a alegação de supostos problemas ambientais. Repudiamos tal atitude, que viola normas de recentes acordos internacionais, incluindo o de Paris. Temos uma das mais avançadas legislações ambientais do mundo, o que torna incompreensível e inaceitável a justificativa de que hoje o Brasil apresenta alto risco de desmatamento.

A proposta é injustificável, porque não diferencia as práticas legais, adotadas pela imensa maioria dos produtores, das ilegais desenvolvidas por uma minoria, que deverá responder por seus atos nos termos da lei. Temos um Código Florestal que é modelo para o mundo. Não é certo os europeus usarem um argumento prejudicial à expressiva maioria de produtores de nosso país, que agem de maneira absolutamente correta. Consideramos acertada e estamos apoiando a posição do Ministério do Meio Ambiente, de questionar a proposição.

Seria mais adequado que esses países, em vez de usarem argumentos inconsistentes para depreciar nossa agropecuária, adotassem posturas mais práticas e assertivas, como formalizar o mercado de créditos de carbono, o pagamento de serviços ambientais e valorização de nossas florestas em pé, que geraria renda e ajudaria a conservá-las. Cabe questionar por que não fazem isso. Nesse aspecto, foi falha a COP 26 (26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima).

Governos, políticos e entidades que conspiram contra a agropecuária brasileira poderão estar dando um tiro de canhão nos próprios pés. Afinal, nossa produção tem volume muito elevado e participação significativa na cadeia global de suprimentos. Uma prolongada ausência de nossos alimentos e commodities agrícolas nos principais mercados consumidores mundiais certamente provocaria uma crise na oferta, com risco de desabastecimento de alguns países e aumento dos preços. A questão, portanto, vai muito além do jogo de cena que se faz com os temas da sustentabilidade e saúde animal, pois as implicações desses ataques têm alcance social e econômico e ultrapassam as fronteiras do Brasil.

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Notícias Parceria na área acadêmica

ABCB Senepol caminha ao lado das universidades

Associação apoia e desenvolve projetos e, também, divulga a raça ao mundo acadêmico através de suas publicações técnicas e livros institucionais.

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Divulgação/ABCB Senepol

A ABCB Senepol mantém proximidade e amplia contatos com as universidades. A associação apoia e desenvolve projetos e, também, divulga a raça ao mundo acadêmico através de suas publicações técnicas e livros institucionais

Os livros mais novos da biblioteca da USP de Pirassununga, que vão servir de material de consulta e pesquisa para os estudantes de Ciências Agrárias no estado de São Paulo, pertencem à coleção da ABCB Senepol. Exemplares das edições de “Linhagens do Senepol – Os genearcas da raça de Saint Croix para o Brasil e do Brasil para o mundo”, “SENEPOL – Feito no Brasil” e “SENEPOL – Feito para o Brasil” foram doados pela entidade através de intercâmbio e contato com o professor Dr. Miguel Henrique de Almeida Santana, que tem formação em Zootecnia e é docente da FZEA (Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos).

“Os livros foram levados para a nossa biblioteca e catalogados imediatamente, e estão expostos na prateleira da frente. Prezamos muito por esse tipo de parceria. A ABCB Senepol e os criadores da raça podem contar com a nossa equipe e com todo o time da USP. Ficamos muito agradecidos com essa aproximação entre as pessoas que desenvolvem o trabalho prático nas fazendas e a academia, com o objetivo de pesquisar diversos aspectos da atividade pecuária para ajudar o segmento a melhorar e evoluir”, diz o professor Miguel Santana.

A equipe do professor coordenou uma prova técnica com exemplares PO de pelo menos nove criatórios, localizados em três regiões do País. Os animais ficaram na unidade do Senepol BJR, no município de Santo Antonio do Pinhal, interior de São Paulo, nas mesmas condições e ambiente para os grupos contemporâneos. O estudo, que foi encerrado em outubro de 2021, gerou dados e índices conhecidos, como ganho de peso, e outros mais específicos, como os de biomecânica e ultrassonografia. A segunda edição da prova está programada para o primeiro semestre de 2022 e os criadores novamente contarão com o suporte dos especialistas da USP.

Outro fato recente que demonstra o empenho da diretoria da ABCB Senepol em estar junto do mundo acadêmico foi a participação no lançamento do novo portal das Faculdades Associadas de Uberaba, o FAZU News (imprensa.fazu.br).

O secretário geral, José Alexandre Cunha Melo, esteve no evento representando o presidente da ABCB Senepol, Itamar Neto. Também participaram da solenidade membros do corpo docente e discente da FAZU, integrantes da pós-graduação, profissionais de veículos de imprensa da cidade e região. O diretor geral da Fazu, Celio Eduardo Nascimento Vieira, o presidente do Conselho Diretor da Fundagri e superintendente da ABCZ, Jairo Machado Borges Furtado, e o vice-presidente e diretor administrativo da ABCZ, Fabiano França Mendonça Silva, representando o presidente da ABCZ, Rivaldo Machado Borges Junior, destacaram o conteúdo do portal e todos pontuaram a presença do Senepol na casa, que é especializada em nível internacional nas raças zebuínas.

“O Senepol foi a raça taurina de corte pioneira nos estudos da FAZU. Os criadores, pelos braços da Associação, participaram de uma prova de avaliação em Uberaba/MG antes do período pandêmico, e os resultados foram um sucesso. A intenção da diretoria é estimular seus sócios a manter o plantel sempre em estudo e desafiado, inclusive dentro da capital do Zebu. A biblioteca da entidade também vai receber a coleção de livros da ABCB Senepol. A diretoria entende que há uma oportunidade gigante para a pecuária nacional e internacional a partir da junção da genética do zebu com a do Senepol. É o bom cruzado com o bom para a produção de carne de qualidade, com viabilidade econômica e sustentabilidade”, disse José Alexandre.

Fonte: Assessoria ABCB Senepol
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Notícias Prévia RTC

Estiagem sobre o milho evidencia prejuízos no Estado gaúcho

Dados foram coletados na área de atuação de 20 cooperativas parceiras do projeto.

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Divulgação/RTC

Uma estimativa prévia realizada pela Rede Técnica Cooperativa – RTC aponta que as lavouras de milho conduzidas sob condições de sequeiro já acumulam perdas médias na produtividade de 29,4 % em virtude da estiagem.

Em algumas regiões, já são contabilizados prejuízos que ultrapassam 80 % na produtividade. Devido à escassez de água, mesmo as áreas irrigadas já apresentam perdas médias próximas a 4%, chegando a 20 % em algumas regiões.

Os dados foram coletados entre 20 cooperativas ligadas à RTC, as quais representam parte significativa da safra de milho do Estado do Rio Grande do Sul

Fonte: Assessoria RTC
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ABPA – PSA

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