Notícias SIAVS
A década de evolução do maior evento de proteína animal do Brasil
Salão Internacional de Proteína Animal teve um crescimento notável desde suas primeiras edições e se tornou hub de inovação e negócios.

Entre os dias 6 e 8 de agosto de 2024, o Distrito Anhembi, em São Paulo, será palco do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS). Promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o SIAVS se consolidou ao longo dos últimos dez anos como o maior evento das cadeias produtivas de proteína animal no Brasil, reunindo a avicultura, a bovinocultura, a suinocultura e o setor de peixes de cultivo em um único grande evento.

O SIAVS teve um crescimento notável desde suas primeiras edições, refletindo o dinamismo e a relevância do setor de proteína animal no Brasil. Na edição anterior, o evento atraiu mais de 21 mil visitantes, contou com mais de 200 expositores, 80 palestrantes e 2,3 mil congressistas. A edição de 2024 promete ser ainda maior, com uma área de exposição ampliada e a participação de representantes de mais de 50 países.
Ricardo Santin, presidente da ABPA, destaca: “O SIAVS se tornou um ponto de encontro indispensável para especialistas, inovadores e líderes do setor agroindustrial. É um espaço onde as últimas tendências e inovações são apresentadas, promovendo um intercâmbio de conhecimentos e gerando oportunidades de negócios para participantes de todo o mundo”.
O SIAVS não é apenas uma feira; é um hub de inovação e empreendedorismo. Entre as inovações destacadas está o SIAVS Talks, um espaço dedicado à incubação de negócios e apresentações de projetos, no estilo TED talks, que promove o espírito empreendedor e a inovação no setor.
Parcerias e alcance global
O SIAVS também se destaca por ser o único evento a reunir as agroindústrias produtoras e exportadoras – são mais de 100 marcas confirmadas neste ano – juntamente com fornecedores de toda a cadeia produtiva. No SIAVS estarão presentes desde o fornecedor de equipamentos ao exportador de proteínas que fecha negócios do Distrito Anhembi para o mundo.
Ricardo Santin enfatiza a importância do evento para o cenário global. “A presença internacional no SIAVS será ampliada nesta edição, não apenas devido ao crescimento em comparação com a edição anterior, mas também pela reputação do encontro setorial, que agora abrange toda a cadeia de proteína animal, desde produtores de insumos até as agroindústrias de aves, suínos, ovos, bovinos de corte e peixes de cultivo”.
Expectativas para 2024
A edição de 2024 do SIAVS será realizada no novo Distrito Anhembi, que teve sua estrutura completamente reformulada e atualizada para eventos do porte do SIAVS. Com mais de 24 mil metros quadrados dedicados exclusivamente à exposição comercial e mais de 200 empresas participantes, as expectativas para o sucesso do evento são altíssimas.
“O SIAVS tem evoluído consistentemente ao longo dos anos, e a edição de 2024 será a maior e mais inovadora até agora. Estamos comprometidos em fornecer uma plataforma onde os avanços tecnológicos e as práticas sustentáveis possam ser compartilhados e discutidos, promovendo um setor mais forte e resiliente”, aponta Ricardo Santin.
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Notícias
China, Paraguai e Palau abrem mercados para produtos agropecuários brasileiros
Novos acordos sanitários ampliam oportunidades para exportação de cálculos biliares bovinos, suínos vivos e carnes de diferentes espécies.

As autoridades sanitárias da China, do Paraguai e de Palau aprovaram novos requisitos que permitem a entrada de produtos agropecuários brasileiros nesses mercados. As medidas envolvem a exportação de cálculos biliares bovinos para o mercado chinês, suínos vivos destinados ao abate para o Paraguai e carnes bovina, ovina, caprina e suína para Palau.
Com a China, o Brasil assinou um protocolo sanitário que estabelece as condições para exportação de cálculos biliares bovinos. O produto, utilizado principalmente pela indústria de Medicina Tradicional Chinesa, passa a ter regras definidas para inspeção, certificação e controle das remessas entre os dois países.
O acordo amplia o comércio de um subproduto da cadeia pecuária brasileira e cria uma nova possibilidade de aproveitamento econômico de materiais provenientes da produção bovina. A China é um dos principais destinos das proteínas animais brasileiras e tem papel estratégico para a expansão das exportações do agronegócio nacional.
No Paraguai, as autoridades sanitárias aprovaram o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de suínos vivos brasileiros destinados ao abate. A medida estabelece o padrão documental necessário para os embarques e abre uma nova alternativa comercial para a cadeia suinícola nacional.
Já Palau aprovou os modelos de CSI para importação de carnes bovina, ovina, caprina e suína produzidas no Brasil. Com a aprovação dos certificados, empresas brasileiras poderão iniciar os procedimentos de habilitação e atender aos requisitos sanitários exigidos pelo país insular.
As aberturas fazem parte da estratégia brasileira de ampliar o acesso a mercados internacionais por meio de acordos sanitários. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), uma abertura de mercado ocorre quando o país importador reconhece que as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil atendem aos seus requisitos para determinado produto.
Impacto para o agro
A ampliação de destinos comerciais reduz a dependência de poucos compradores e aumenta as possibilidades de comercialização para diferentes cadeias produtivas. No caso das carnes, a abertura de novos mercados ocorre em um momento de busca por maior diversificação das exportações brasileiras de proteína animal.
Além dos produtos tradicionais, como carne bovina e suína, o avanço de negociações envolvendo subprodutos de origem animal mostra a tentativa da indústria de ampliar o aproveitamento econômico da produção pecuária brasileira.
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Brasil e China discutem avanço de acordo comercial e cooperação em tecnologia
Negociações para um acordo Mercosul-China entram na agenda bilateral, que também inclui parcerias em inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes.

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Inscrições para prêmio de inovação em fertilizantes terminam nesta segunda-feira
Associação Nacional para Difusão de Adubos vai reconhecer pesquisas acadêmicas sobre fertilizantes, manejo do solo e tecnologias para o agronegócio, vencedor será anunciado em agosto, durante o Congresso Nacional de Fertilizantes.

Estudantes de graduação e pós-graduação das áreas de agronomia e cursos correlatos têm até esta segunda-feira (27) para se inscrever na 5ª edição do Prêmio Carlos Florence, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). A iniciativa busca estimular a produção de pesquisas e trabalhos acadêmicos voltados à inovação e ao desenvolvimento do setor de fertilizantes.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
Podem concorrer artigos científicos, ensaios, monografias, dissertações e teses desenvolvidos em instituições de ensino superior brasileiras. Os trabalhos devem abordar temas relacionados ao tratamento e uso do solo, inovação e desenvolvimento de produtos, além de gestão e tecnologias de aplicação de fertilizantes.
Nesta edição, o regulamento também contempla pesquisas alinhadas ao movimento internacional Nutrientes para a Vida (Nutrientes for Life), que destaca a importância biológica, ambiental e econômica dos fertilizantes para a produção de alimentos e para a sustentabilidade da agricultura.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora com base em quatro critérios. Inovação e viabilidade de aplicação terão peso 40 cada, enquanto objetividade e clareza receberão peso 20 cada na composição da nota final.
O vencedor será conhecido durante o 13º Congresso Nacional de Fertilizantes, marcado para 25 de agosto.

Foto: Hedeson Alves/Tecpar
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site da ANDA, onde também estão disponíveis o edital e as orientações para envio dos trabalhos.
Criado para homenagear Carlos Florence, um dos principais especialistas brasileiros no setor de fertilizantes, o prêmio leva o nome do ex-diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil (AMA), falecido em 2021. Florence acompanhou as principais transformações da indústria de fertilizantes no país e também se destacou como cronista e escritor.






