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“A conexão entre a nutrição e a saúde intestinal” evento promovido pela BRI reuniu grandes nomes da área de produção animal
BioResource International lançou no Brasil uma linha de produtos e aditivos que prometem melhoria no desempenho da saúde intestinal animal, lucratividade e sustentabilidade.

Conhecimento, conexão e parceria marcaram o lançamento da linha de produtos BRI (BioResource International Inc.), no Brasil, realizado na última terça-feira, 5 de dezembro, na cidade de Cascavel-PR. O evento “A conexão entre a nutrição e a saúde intestinal” reuniu nutricionistas e sanitaristas das principais cooperativas avícolas e empresas da região oeste do Paraná, além de pessoas que assistiram a transmissão ao vivo de diversas regiões do Brasil, países da América Latina e Estados Unidos, a fim de compartilhar conhecimentos e estabelecer proximidade com os profissionais da área de produção animal.
A empresa norte-americana, com sede na Carolina do Norte, EUA, é líder no desenvolvimento de aditivos para rações de última geração voltadas para a produção de aves, suínos e aquicultura, expandiu os negócios para o Brasil em julho deste ano. A BRI foi pioneira no desenvolvimento da primeira enzima protease para rações de alto desempenho. Hoje é a protease mais vendida no mundo. Os dois produtos de destaque que foram apresentados no evento são o Xylamax® e o EnzaPro®
Com potencial para revolucionar o mercado de produção e nutrição, os produtos lançados promoveram o interesse de diversos profissionais que estavam prestigiando o evento em incluir os produtos para a promoção da saúde intestinal animal, lucratividade e sustentabilidade para suas empresas. Entre eles, Carla Rodrigues, representante do Grupo Pioneiro. A profissional trabalha há 17 anos na área da agroindústria e viajou quase 700 quilômetros para conhecer os propósitos da BRI.
– O evento foi uma ótima experiência, tive a oportunidade de conhecer a BRI, aprender com os profissionais convidados, que possuem muita experiência no assunto. Além de entender sobre o funcionamento do Xylamax® e o EnzaPro® , que são produtos de valor para o nosso trabalho, eles contribuem com a sustentabilidade para reduzir a conversão alimentar, principalmente na produção de matrizes pesadas – conta Carla.
O evento “A conexão entre a nutrição e a saúde intestinal” possibilitou troca de experiência entre os participantes através das palestras de profissionais e pesquisadores de referência na área da produção e nutrição animal. A professora e coordenadora do programa de pós-graduação em ciência animal da Universidade Federal do Paraná – Palotina (UFPR), Jovanir Fernandes, destacou a importância da saúde intestinal na fase inicial das aves em tempos de desafios, entre eles à mortalidade de pintinhos, um problema que, segundo ela, vem preocupando a indústria avícola nos últimos anos. O segundo convidado, o professor de ciência avícola, nutrição e biotecnologia da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA), Peter Ferket, abordou o tema da formulação de rações para manter a simbiose do ecossistema entérico. O especialista destacou a importância da inserção da BRI no mercado brasileiro, como grande impulsionadora na produção de aves através de produtos tecnológicos e sustentáveis.
– Nutrição não é apenas para alimentar a ave. Ela é voltada e pensada na saúde intestinal do animal como um todo, devemos levar em conta todo o ecossistema, incluindo a ecologia do intestino. Utilizar enzimas no processo de produção animal viabiliza um cenário de equilíbrio com nutrientes e bactérias que irão desencorajar o crescimento de patógenos. Assim, se controlarmos o sistema digestivo durante todo o processo, poderemos alcançar um sistema simbiótico de resistência e isso é possível com a utilização das enzimas – explicou Peter.
Ao final a diretora de Serviços técnicos da BRI Latam & Mexico, Sandra Rodrigues apresentou resultados zootécnicos e benefícios em saúde intestinal com os produtos Xylamax® e EnzaPro® nas aplicações em frangos de corte, aves de postura e suínos, comprovando que a ciência é o ponto de partida da BRI para que os produtores se beneficiem com melhorias no desempenho, saúde intestinal, lucratividade e sustentabilidade.
A BRI também possui interesse em expandir sua rede de parceiros comerciais para estar mais próxima dos clientes nas diversas regiões do Brasil, assim o evento “A conexão entre a nutrição e a saúde intestinal” possibilitou maior conhecimento sobre a marca, sobre os profissionais, os produtos e resultados consistentes a campo.
Para Daniel Brum Goldenberg diretor da DSA -. Desenvolvimento e Soluções em Agronegócio e representante comercial da BRI na região, destaca a importância da chegada da BRI no Brasil para o mercado de aves e suínos.
– A inserção da BRI no país pode ser compreendida como uma via de mão dupla, uma vez que vai possibilitar benefícios aos profissionais que utilizarem os produtos e para a BRI ao estabelecer conexões técnicas e comerciais no Brasil. E essa relação ficou muito perceptível no evento, em que profissionais e pesquisadores da área de produção animal puderam trocar experiências e conhecer os produtos da BRI, cujo objetivo é proporcionar qualidade e segurança alinhados à sustentabilidade – pontua Daniel.



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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
