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A Boehringer Ingelheim desenvolve vacina vetorizada para controle e prevenção de Gumboro com a adição de Newcastle

A vacina, nomeada ­­­­­VAXXITEK® HVT+IBD+ND, apresenta proteção de longa duração, com alto desempenho em campo e grande viabilidade econômica

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Foto: O Presente Rural

A doença de Newcastle (ND) é uma doença viral de frangos causada pelo Avulovírus (Paramyxoviridae) que provoca sintomas respiratórios, digestivos, nervosos e reprodutivos associados a uma alta taxa de mortalidade e um elevado impacto econômico. Ela pode ser diagnosticada com base no histórico, sinais clínicos e lesões. Entre os sinais clínicos, destacamos a mortalidade, alterações respiratórias, digestivas, nervosas e inflamação aguda. Além disso, a queda de postura e ovos de menor qualidade também podem sinalizar presença da ND. A manifestação dos sinais depende de, além da idade da ave e do estresse ambiental, da virulência da cepa (entogênica, mesogênica, velogênica) e de infecção concomitante com outros patógenos. Entre as lesões, podem-se identificar a inflamação da traqueia e sacos aéreos, hemorragias na mucosa intestinal, proventrículo ou moela e degeneração neural.

 

VAXXITEK® HVT+IBD+ND: proteção e segurança

A vacina da Boehringer Ingelheim foi desenvolvida para proporcionar proteção rápida e duradoura (3,4,5,6) contra a doença de Newcastle, e está aprovada para proporcionar o início precoce da imunidade. Com a pesquisa em estudos clínicos adicionais, constatou-se que a proteção se inicia a partir do vigésimo primeiro dia.

Nos estudos realizados, aves SPF foram vacinadas in ovo com uma alta dose da VAXXITEK® HVT+IBD+ND. Durante o período de análise, foi contatado que as aves vacinadas não apresentaram sinais clínicos e, na comparação com os controles negativos, não foram observadas diferenças significativas no peso corporal. Em conclusão, foi comprovado que VAXXITEK® HVT+IBD+ND permanece segura e estável e que não há reversão para a virulência depois de cinco passagens em aves SPF.

 

Desempenho no campo

Em 2021, foi realizado um estudo de campo em frangos de corte de crescimento lento em que 370.000 aves foram monitoradas. Para a comparação, dois grupos de frangos receberam dois protocolos de vacinação diferentes contra a Doença de Newcastle e Gumboro no incubatório. Os resultados mostraram um aumento de 2,91 pontos percentuais na viabilidade, uma redução da CA e uma tendência para um peso médio maior nos vacinados com VAXXITEK® HVT+IBD+ND quando comparados ao outro programa, baseado em Icx IBD combinado com uma vacina vetorizada HVT+ND. Estas conclusões reforçam a importância da base imunológica trazida por VAXXITEK® HVT+IBD+ND, que ajuda a maximizar o desempenho do lote.

Especificações técnicas e vantagens

As principais vantagens da VAXXITEK® HVT+IBD+ND podem ser divididas entre os componentes do vírus, seu promotor, o lugar de inserção e os insertos. O vírus, que é o mesmo vírus vetor HVT que VAXXITEK® HVT+IBD, oferece solução de confiança com forte base imunológica. A quantidade homogênea de antígenos, com imunização precoce e eficiente contra Marek, IBD e ND, é característica advinda do promotor – na vacina, há inserção das proteínas VP2 (IBD) e F (ND) submetidos a um único promotor no genoma do vetor HVT. No local de inserção, as proteínas VP2 (IBD) e F(ND), inseridas no mesmo local do vetor HTV que a VAXXITEK® HVT+IBD, garantem mecanismos de regulação de expressão de DNA bem conhecidos, trazendo maior confiabilidade e segurança dos resultados. É inserido o gene VP2 da cepa IBDV Faragher 52/70 e F do genótipo VII velogênico do vírus de Newcastle, com sequência otimizada para abranger os desafios mais prevalentes no mundo, assegurando proteção contra um amplo espectro de vírus IBD e ND. Desta forma, a VAXXITEK® HVT+IBD+ND garante proteção de primeira linha contra alguns dos principais vírus que podem acometer as granjas.

 

Fontes:
1 – Dr. Lemiere, Boehringer Ingelheim, Desenvolvimentos mais recentes  na vacinação contra a doença de Newcastle; WATT Poultry Chat, Outubro 2021.
2 – Select, Inc., 2017, Relatório número 16–191. 3 – Select, Inc., 2018, Relatório número 16–190. 4 – Select, Inc., 2018, Relatório número
16–190. 5 – Select, Inc., 2016, Relatório número 16–084. 6 – Boehringer Ingelheim Select, Inc., 2017, Relatório número 16–171.
7 – Select, Inc., 2017, Relatório número 16-187. 8 – Boehringer Ingelheim R&D, 2017, Relatório número 17.0107.R.

Fonte: Assessoria

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Trouw Nutrition destaca manejo de pasto e suplementação para elevar desempenho do gado de corte

Especialista reforça que a combinação entre forragem bem manejada e suplementação estratégica define o ganho de peso no sistema a pasto.

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No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal.

A pecuária brasileira segue em expansão. Entre 2004 e 2024, a produção de carne bovina cresceu mais de 25%, alcançando 11,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC). Segundo a ABIEC, o país exportou 2,89 milhões de toneladas no último ano, o que representa 32% de tudo o que produziu. Impulsionado pelo mercado internacional, o setor tem intensificado tecnologias e manejo para elevar produtividade.

Mesmo com o avanço dos confinamentos, apenas 19,86% dos abates vêm desse sistema. “O boi brasileiro continua sendo um boi de pasto. Por isso, o manejo da forragem ainda é o principal determinante do desempenho”, afirma o coordenador Técnico Beef da Trouw Nutrition, Ramon Lopes Salvatte.

A Bellman, marca da Trouw Nutrition, sustenta há décadas o conceito central dessa lógica produtiva. “Dieta é pasto mais suplemento. A forragem continua sendo o componente de maior peso na nutrição do animal”, explica Salvatte. Ele reforça que a régua de manejo da Embrapa, com alturas específicas de entrada e saída, permanece como ferramenta-chave. “Quando o pasto cai abaixo de 40% da altura recomendada, o animal anda mais, seleciona menos, gasta energia e perde potencial de ganho”, diz.

Suplementação mineral no período das águas

A suplementação mineral é a base do sistema a pasto e se estende por todas as categorias: cria, recria e engorda. “O mineral corrige os desequilíbrios típicos das forragens tropicais e prepara o terreno para que o desempenho aconteça”, explica Salvatte.

No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal. “Para matrizes paridas, por exemplo, muitas vezes o mineral convencional não é suficiente para recuperar escore. Nesses casos entram os minerais adensados ou aditivados, como o Bellisco SV, que entrega ganho moderado aliado à correção mineral”, afirma.

Ele lembra que fatores como palatabilidade, tipo de cocho, clima e concentração de sais na água podem alterar o consumo. “O mineral só funciona quando consumido na quantidade certa. Monitorar o cocho é um manejo simples, mas que muda o resultado”, reforça.

Suplementação proteica no período das águas

No verão, as forragens tropicais apresentam teores elevados de proteína, muitas vezes acima de 12%, permitindo ganhos expressivos. Ainda assim, suplementos proteicos de 20% a 30% de proteína bruta ajudam a manter o desempenho em alta. Produtos de maior qualidade apresentam maior proporção de proteína verdadeira de farelos, reduzindo a dependência de ureia.

“O proteinado melhora a atividade das bactérias do rúmen e libera o potencial de consumo de pasto. É um efeito de adição: mais proteína microbiana, mais degradação de fibra, mais matéria seca ingerida”, explica Salvatte. Ele lembra que, no período das águas, a ureia entra em níveis modestos nas formulações, devido à alta proteinidade natural do pasto.

O fornecimento deve ser preciso. Cerca de um a dois gramas por quilo de peso corporal com cocho adequado e espaço linear suficiente. “Quando fornecido de forma correta, o proteinado entrega um ganho a mais importante, especialmente na recria”, complementa.

Suplementação proteica e proteico-energética: Impulso extra para o ganho

Os suplementos proteico-energéticos vão além. Eles elevam a oferta de carboidratos não fibrosos e melhoram a digestibilidade total da dieta. Estudos mostram incrementos superiores a 60% no ganho diário na comparação com o sal mineral.

“O proteico-energético funciona como um ajuste fino. Ele corrige energia, melhora fermentação ruminal e acelera o desempenho, afirma Salvatte, que explica que esse tipo de suplemento também altera o comportamento do gado. “Os animais chegam ao cocho antes do horário de fornecimento e reorganizam o padrão de pastejo. Isso abre oportunidade para ofertar o suplemento nos horários mais quentes, aproveitando as janelas naturais de descanso do rebanho”, diz.

O manejo exige precisão. Consumo entre 0,3% e 0,5% do peso vivo e cochos protegidos. “É um produto potente, mas precisa de estrutura para funcionar. Sem cocho adequado, perde a eficiência”, reforça. No fim, o desempenho superior depende da soma de fatores. “O suplemento responde ao pasto. Quando o manejo da forragem, a escolha do produto e o horário de fornecimento caminham juntos, o sistema expressa todo o potencial produtivo”, conclui o especialista.

Fonte: Assessoria Trouw Nutrition
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Pecuária de corte: manejo correto do pasto no período chuvoso aumenta desempenho e rentabilidade do rebanho

Consultor da Cargill Nutrição e Saúde Animal tira dúvidas e aponta boas práticas de gestão, planejamento e equilíbrio da dieta dos animais.

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Eduardo Gonçalves Batista é Consultor Técnico Nacional de Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal - Foto: Divulgação/Cargill

O início do verão e a expectativa pelo período de chuvas no Brasil representa a principal janela de oportunidades para ganhos produtivos na pecuária de corte em regiões tropicais. Com maior disponibilidade de forragem em qualidade e quantidade, o desafio do produtor é alinhar essa oferta natural às metas zootécnicas e econômicas da fazenda.

Segundo Eduardo Gonçalves Batista, Consultor Técnico Nacional de Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal, “é nessa época que o pecuarista pode alcançar altos índices de desempenho com menor investimento em nutrição, desde que o manejo do pasto e da suplementação seja estratégico e baseado em dados”.

De acordo com o especialista, muitos produtores ainda subestimam o potencial das pastagens por falta de controle sobre indicadores essenciais, como altura e oferta de forragem, taxa de lotação e consumo dos suplementos. “As decisões de manejo alimentar precisam ser diárias, e o sucesso depende da capacidade de efetuar ajustes conforme a disponibilidade de pasto”, destaca Batista.

A nutrição, mesmo no auge da oferta de capim, tem papel crucial para garantir equilíbrio na dieta e evitar carências minerais e proteicas. Vacas de cria, por exemplo, exigem macro e microminerais que nem sempre estão disponíveis na forragem. Já nas fases de recria e engorda, a suplementação proteica e energética pode elevar significativamente o ganho médio diário e o aproveitamento da pastagem.

Rotação e suplementação

Entre as práticas recomendadas, o consultor aponta a correção e adubação do solo, a adoção de pastejo rotacionado e o ajuste fino da suplementação conforme a meta de desempenho de cada categoria animal. “Essas medidas permitem não só maximizar o ganho individual, mas também o ganho por área, aumentando o retorno econômico da atividade”, complementa.

Para auxiliar o produtor na gestão dessas variáveis, a Cargill Nutrição e Saúde Animal disponibiliza ferramentas digitais como a Agriwebb, plataforma que integra controle de animais, pastagens, nutrição, sanidade e estoque. “O objetivo é transformar dados em decisões eficientes, ajudando o pecuarista a conduzir um sistema mais produtivo, sustentável e rentável”, ressalta Batista.

Questões que podem ser abordadas com por Eduardo Gonçalves Batista:

– Quais erros comuns o produtor costuma cometer durante a estação chuvosa que impactam negativamente a rentabilidade e o ganho do rebanho?
– De que forma a suplementação nutricional pode potencializar o uso do pasto no período das águas?
– Que práticas de manejo o pecuarista deve priorizar para maximizar o ganho de peso e a produtividade da área?
– Como o manejo rotacionado contribui para o desempenho animal e a conservação do pasto durante esse período?
– Qual a importância do controle de indicadores como altura do pasto, oferta de forragem e consumo dos suplementos para tomada de decisão eficiente?
– Como o manejo correto no período das chuvas pode influenciar positivamente o desempenho do rebanho durante a seca que se segue?
– Como ferramentas digitais, como a plataforma Agriwebb, ajudam o produtor a melhorar a gestão do sistema produtivo?

Fonte: Assessoria Cargill
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Biochem LATAM encerra 2025 com crescimento sólido e consolida base para um 2026 ainda mais estratégico

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Divulgação Biochem

A Biochem LATAM encerrou o ano fiscal de 2025 com crescimento sólido em todas as frentes de atuação, ampliando sua presença nas principais cadeias de proteína animal da região. O resultado reflete a confiança dos parceiros comerciais, o fortalecimento da equipe técnico-comercial e uma atuação cada vez mais focada em gerar valor ao cliente.

Ao longo do ano, a empresa manteve robustos investimentos em pesquisa aplicada de suas soluções, com estudos de campo, validações locais e projetos conjuntos com clientes. Essa proximidade com a realidade produtiva da América Latina garante que o portfólio esteja alinhado às demandas por performance, segurança e sustentabilidade.

Outro marco de 2025 foi a evolução na atuação no mercado de minerais orgânicos, segmento em que a Biochem já é um importante player global, ampliando sua penetração na América Latina com os produtos da linha ECOTrace. Esse movimento reforça a oferta de soluções de maior valor agregado, conectadas às exigências de bem-estar animal, eficiência produtiva e responsabilidade socioambiental.

Nos dias 1º e 2 de dezembro, a equipe se reuniu em Guarulhos (SP), onde está a sede da Biochem LATAM, para o encontro de Encerramento do FY25 & Preparação para o FY26. Durante dois dias, times de diferentes regiões discutiram resultados, indicadores-chave, tendências de mercado e as prioridades estratégicas para o próximo ciclo, em um momento de forte integração e alinhamento interno.

“Em 2025, crescemos, aprendemos e construímos alicerces importantes. Todo o trabalho feito neste ano — dos investimentos em pesquisa aplicada à ampliação da nossa presença em minerais orgânicos — forma uma base sólida para um 2026 ainda mais estratégico”, destaca Paulo Ricardo Lima de Oliveira, diretor da Biochem LATAM.

A empresa encerra o ciclo agradecendo a colaboradores e parceiros que fizeram parte da jornada. “Seguimos para 2026 com mais energia, confiança e compromisso em levar soluções seguras, eficazes e sustentáveis para a produção animal em todas as suas formas. Quando ciência, inovação e pessoas caminham juntas, o futuro é mais produtivo, mais saudável e mais promissor”, reforça Paulo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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