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8° Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite e 3ª Milk Fair reúne o setor em Chapecó/SC
Encontro técnico e feira serão realizados de 06 a 08 de novembro no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo De Nês
Ciência e tecnologia reunidos no coração da bacia leiteira que mais cresce no Sul do país. Chega a oitava edição o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite, organizado pelo NUCLEOVET, evento técnico que reuniu na última edição de mais de 700 participantes. A Feira de Negócios Milk Fair chega à sua terceira edição reunindo as principais empresas da cadeia produtiva do leite, de 06 a 08 de novembro, em Chapecó, durante o 8° Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite.
O presidente do Nucleovet, o médico veterinário Rodrigo Toledo afirma que “o objetivo do Nucleovet é, além de promover a integração dos Médicos Veterinários e Zootecnistas, promover também a formação continuada para esses profissionais. Esse processo ganhou força há 20 anos, quando foi realizado o primeiro Simpósio Brasil Sul de Avicultura, hoje consolidado como o principal evento técnico da avicultura Latino Americana. O mesmo aconteceu com a suinocultura, na qual o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, hoje na sua 11ª edição, também se consolidou como o maior evento técnico de suinocultura da América Latina”.
O Nucleovet promoveu o primeiro Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite em 2003, evento que ocorreu também nos anos de 2006, 2008, e a partir de 2013, passou a ser realizado anualmente. Atentos ao desenvolvimento da atividade leiteira no estado, que cresceu cerca de 82% nos últimos 10 anos, sendo cerca de 70% desse aumento no oeste do estado com a consequente instalação de novos laticínios e o aumento da capacidade de processamento das indústrias que já atuavam no setor, o Nucleovet se comprometeu com a tecnificação dos profissionais, organizando encontros técnicos anuais, com temas relevantes e palestrantes qualificados. “Esse aumento na produção tornou o oeste catarinense um polo nacional da produção leiteira e, como consequência, um polo de profissionais do setor na região. Atento a isso e mobilizando esses profissionais, o Nucleovet decidiu por tornar o evento anual a partir de 2016 dando ao SBSBL o formato já consagrado dos eventos de avicultura e suinocultura, com o objetivo de tornar Chapecó também um polo na difusão de tecnologia na produção leiteira,” finaliza Rodrigo Toledo.
O evento inicia com uma Painel sobre os “Desafios para o crescimento sustentável da cadeia produtiva do leite”, com discussões com temas da “porteira para dentro” e da “porteira para fora com a visão da indústria”, reunindo representantes das principais empresas de processamento e industrialização de leite da Região Sul. Nesse primeiro painel o foco das discussões serão os desafios para conquistar novos mercados e alavancar as exportações de lácteos.
Faça a sua inscrição antecipada, até o dia 17 de outubro os valores são de R$ 360 para profissionais, R$ 260 para estudantes, R$ 200 para associados do Nucleovet e R$ 300 para agroindústrias e órgãos públicos para pacotes a partir de 10 inscrições.
A programação científica do SBSBL reunirá grandes especialistas da área para tratar de temas como genômica, eficiência reprodutiva e nutrição em rebanhos leiteiros. O evento discutirá ainda prevenção de doenças que afetam a qualidade do leite e os custos da propriedade, como a mastite.
Organizado pelo Nucleovet – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, o SBSBL é voltado para profissionais técnicos como médicos veterinários, zootecnistas e agrônomos das indústrias e cooperativas da Região Sul.
Programação Científica do 8º SBSBL
06 novembro de 2018 – terça-feira
Painel – Desafios para o Crescimento Sustentável da Cadeia do Leite
14h00 – Abertura da Programação Científica
14h10 às 14h50 – Da Porteira Pra Dentro. Palestrante: Mário Zoni
14h50 às 15h40 – Da Porteira pra Fora: Visão da Indústria. Palestrante: Marcelo Martins
15h40 às 16h30 – Desafios para alavancar o consumo interno e aumentar a exportação de lácteos. Palestrante: Antonio da Luz
16h30 às 17 horas – Pausa para o Leite
17h às 17h50 – Debate com os painelistas
Mediador: Darci de Bona – Jornalista NSC
18 horas – Abertura Oficial
18h40 às 20 horas – Palestra “Comportamentos e atitudes: ampliando os limites da ética”.
Palestrante: Luiz Almeida Marins Filho – Antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior, o Prof. Marins tem 30 livros (também disponível na América Latina e Europa) e mais de 400 vídeos e DVDs publicados. Empresário de sucesso nos ramos de agronegócio, educação, comunicação e marketing, seus programas de televisão estão entre os líderes de audiência em sua categoria.
20 horas – Coquetel de Abertura na 3ª MILK FAIR
07 novembro de 2018 – quarta-feira
8h30 às 9h20 – Estratégias para melhorar a eficiência reprodutiva de rebanhos leiteiros: o que há de novo nesta área. Palestrante: José Luiz Moraes Vasconcelos
9h20 às 10h10 – Como minimizar perdas e potencializar a produção de leite no processo de produção de silagem. Palestrante: Thiago Bernardes
10h10 às 10h40 – Pausa para o Leite
10h40 às 11h30 – Sistema silvipastoril para produção de Leite. Palestrante: Vanderley Porfírio da Silva
11h30 às 12h20 – Aplicação prática da genômica na pecuária leiteira. Palestrante: Victor Breno Pedrosa
12h20 às 14h – Eventos Paralelos
14h às 14h50 – Importância do status sanitário e prevenção da mastite na obtenção de um leite de qualidade. Palestrante: Vagner Miranda Portes
14h50 às 15h40 – Manutenção do equipamento de ordenha: a máquina mais importante da propriedade leiteira. Palestrante: Felipe Faquinelli
15h40 às 16h10 – Pausa para o Leite
16h10 às 17h – Legislação sobre Qualidade do Leite: Mudança, impactos e perspectivas para cadeia láctea. Palestrante: Mônica Maria Oliveira Pinho Cerqueira
17h às 19h – Eventos Paralelos
19 horas – Happy Hour na 3ª MILK FAIR
08 novembro de 2018 – quinta-feira
8h30 às 9h20 – Interações do sistema imune e o metabolismo da vaca de alta produção. Palestrante: Rodrigo Carvalho Bicalho
9h20 às 10h10 – Aspectos práticos do balanceamento de aminoácidos para vacas leiteiras. Palestrante: Marlon Richard Hilário da Silva
10h10 às 10h40 – Pausa para o Leite
10h40 às 11h30 – Principais desafios na gestão de uma fazenda leiteira. Palestrante: à confirmar.
11h30 às 12h20 – Manejo, Conforto e Claudicação. Palestrante: Rodrigo Carvalho Bicalho
12h30 – Encerramento das atividades, sorteio de brindes.
Fonte: Assessoria

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Coops Day 2026 mobiliza Santa Catarina com ações em 12 municípios

O cooperativismo será celebrado em Santa Catarina com uma programação que combina eventos presenciais, ações de rua e atividades de comunicação em diferentes regiões do Estado. As iniciativas marcam o Dia Internacional do Cooperativismo, o Coops Day 2026, celebrado mundialmente no primeiro sábado de julho.

Foto: Shutterstock
Neste ano, a mobilização tem como tema “Cooperativas por um mundo pacífico”, definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), e orienta as ações do movimento em diversos países. A proposta relaciona o cooperativismo à construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis, com base em inclusão econômica, participação social e fortalecimento das comunidades.
No Estado, a programação envolve tanto eventos abertos ao público quanto ações simultâneas de divulgação em municípios catarinenses.
Programação cultural
Em Chapecó, o Coops Day 2026 foi realizado na última quinta-feira (02), no Teatro do Centro de

Foto: Divulgação
Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes. O encontro reúne cooperados, colaboradores, autoridades e comunidade em uma programação aberta ao público.
O evento contou com abertura oficial, apresentações culturais e interação com os Mascotes do Cooperativismo. O destaque foi o espetáculo do Grupo Sou Arte, de Campo Mourão (PR), inspirado no tema mundial do cooperativismo em 2026.
Ações de rua
Além da programação em Chapecó, o Sistema Ocesc promove no sábado (04) uma série de blitzes em parceria com emissoras de rádio em 11 municípios de Santa Catarina.
As ações serão realizadas em espaços públicos, praças e parques, com transmissões ao vivo, interação com o público, distribuição de brindes e participação de cooperativas locais.

Foto: Shutterstock
As atividades integram a celebração do Coops Day, data reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e promovida pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que destaca a contribuição das cooperativas para o desenvolvimento econômico e social.
Segundo o coordenador de comunicação da Ocesc, Paulo Henrique Santhias, a proposta é ampliar o alcance do tema no cotidiano da população. “Queremos levar a mensagem do cooperativismo para onde as pessoas estão, mostrando de forma leve e interativa como esse modelo de negócios gera desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida”, afirma.
Municípios participantes
As ações ocorrerão em Florianópolis, Joinville, Blumenau, Lages, Tubarão, Concórdia, Chapecó, São Miguel do Oeste, Caçador, Criciúma e Canoinhas (local a confirmar).
Em Chapecó, também estão previstas atividades na Praça do Loteamento Vederti I e em frente ao Boca Sport Bar.
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Copagril recebe honraria da Assembleia de Mato Grosso do Sul por atuação no cooperativismo
Cooperativa foi uma das seis representantes do ramo agropecuário reconhecidas pela contribuição ao desenvolvimento econômico e social sul-mato-grossense.

A Copagril foi uma das cooperativas homenageadas com a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Legislativo em Homenagem ao Cooperativismo Sul-Mato-Grossense, durante sessão solene realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), na última quarta-feira (1º) , em Campo Grande (MS). A homenagem integrou a programação da Semana do Cooperativismo e reconheceu pessoas, instituições e cooperativas que contribuem para o fortalecimento do movimento cooperativista e para o desenvolvimento econômico e social do Estado.

Homenagem reconheceu a contribuição da Copagril para o cooperativismo sul-mato-grossense – Foto: Divulgação/Copagril
A solenidade foi proposta pelo deputado estadual Professor Rinaldo Modesto, presidente da Frente Parlamentar de Defesa do Cooperativismo (Frencoop/MS), que destacou a importância do setor para Mato Grosso do Sul. Atualmente, o cooperativismo representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, reunindo mais de 138 cooperativas, aproximadamente 668 mil cooperados e cerca de 15,5 mil empregos diretos.
Entre as cooperativas do ramo agropecuário, apenas seis receberam a honraria, evidenciando o protagonismo da Copagril no desenvolvimento do cooperativismo sul-mato-grossense. A cooperativa foi representada na cerimônia pelo diretor vice-presidente, Cesar Luiz Petri, e pelo diretor-secretário, Ademir Luis Griep.
O reconhecimento reforça a trajetória construída pela Copagril no Estado, onde atua desde a década
de 1980. Nos últimos anos, a cooperativa intensificou seu plano de expansão, ampliando sua presença em diferentes regiões do Mato Grosso do Sul. De 2025 a 2026, foram inauguradas seis novas unidades, consolidando a estratégia de crescimento e de proximidade com os produtores rurais.
Para o diretor vice-presidente, Cesar Luiz Petri, a homenagem demonstra que o trabalho

Diretor-secretário da Copagril, Ademir Luis Griep, com o diretor vice-presidente Cesar Luiz Petri representaram a Copagril na cerimônia realizada em Campo Grande (MS) – Foto: Divulgação/Copagril
desenvolvido pela cooperativa vem gerando resultados concretos para o desenvolvimento regional. “Receber esta homenagem é motivo de muito orgulho para a Copagril. É o reconhecimento de uma trajetória construída com seriedade, compromisso com os cooperados e investimentos constantes no Mato Grosso do Sul. Seguiremos trabalhando para fortalecer o agronegócio e levar cada vez mais oportunidades aos produtores da região”, destaca Petri.
O diretor-secretário, Ademir Luis Griep, ressalta que a expansão da cooperativa no Estado está diretamente ligada aos princípios do cooperativismo. “Esse reconhecimento pertence a todos que fazem parte da Copagril. Nossa missão é estar cada vez mais próximos do produtor, oferecendo soluções, assistência técnica e segurança para que ele possa produzir com eficiência. É gratificante ver esse trabalho sendo valorizado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul”, afirma Griep.
Para a Copagril, a homenagem representa o reconhecimento de um trabalho pautado nos princípios do cooperativismo, na geração de oportunidades para os cooperados e no compromisso com o desenvolvimento regional. A expansão da cooperativa no Mato Grosso do Sul reafirma esse propósito, levando soluções, tecnologia, assistência técnica e fortalecendo o agronegócio em um dos estados mais promissores do país.
A Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito Legislativo foram instituídos pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para reconhecer pessoas e instituições que contribuem de forma significativa para o fortalecimento do cooperativismo, um modelo de negócio que segue impulsionando o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Estado.
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Veto ao Projeto dos Safristas mantém impasse sobre contratação de temporários no campo
Texto aprovado pelo Congresso previa preservar o acesso a programas sociais para trabalhadores contratados durante a safra. Cooperativas e setor produtivo defendem derrubada do veto.

Ampliar a oferta de mão de obra formal durante os períodos de safra sem comprometer a proteção social dos trabalhadores é um dos principais desafios enfrentados pela agropecuária brasileira. Como forma de oferecer uma solução para essa questão, o Projeto de Lei (PL) 715/2023, conhecido como Projeto dos Safristas, apoiado pelo cooperativismo, foi aprovado no Congresso Nacional. Apesar de sua importância para o setor, a proposta foi integralmente vetada pela Presidência da República e, por isso, a expectativa agora é de que a decisão seja revertida no Parlamento.

Foto: Gilson Abreu
De autoria do deputado Zé Vitor (MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o projeto prevê que a renda obtida em contratos temporários de safra não seja considerada para a exclusão imediata de programas sociais. A medida busca reduzir a informalidade, ampliar as oportunidades de trabalho no campo e atender à demanda de produtores rurais e cooperativas que enfrentam dificuldades para contratar trabalhadores durante os períodos de colheita.
Relator da matéria, o deputado Evair de Melo (ES), também membro da Frencoop, defende que a iniciativa responde a uma demanda histórica do setor produtivo e cria condições para ampliar a formalização das relações de trabalho. “A ideia é fomentar a formalização do trabalho em diversas culturas agrícolas. As regras dos programas sociais e a remuneração por produtividade acabam criando um cenário que incentiva a informalidade. Precisamos oferecer segurança para quem quer trabalhar e para quem precisa contratar”, afirma.
Cooperativas defendem mudança
O Projeto dos Safristas conta com apoio do Sistema OCB e de cooperativas agropecuárias, que afirmam enfrentar dificuldades recorrentes para formar equipes durante os períodos de colheita.
Segundo a entidade, a escassez de mão de obra formal afeta diferentes cadeias produtivas e tem levado produtores e cooperativas a buscar alternativas para atender à demanda sazonal de trabalhadores.

Foto: Divulgação
Dados do Sistema OCB indicam que o ramo agropecuário reúne 1.172 cooperativas, movimenta R$ 438,2 bilhões por ano e responde por mais de 257 mil empregos diretos no país.
Para a presidente-executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, a proposta cria um mecanismo para aproximar políticas de assistência social e de geração de emprego. “O desafio da mão de obra no campo só será resolvido com regras que estimulem a formalização. O Projeto dos Safristas representa um avanço porque aproxima políticas sociais e políticas de emprego, beneficiando trabalhadores, cooperativas e toda a cadeia agropecuária”, afirma.
Próximo passo depende do Congresso
Com o veto presidencial, o projeto retorna ao Congresso Nacional, que decidirá, em sessão conjunta de deputados e senadores, se mantém ou derruba a decisão do Executivo. Caso o veto seja rejeitado, o texto poderá ser promulgado e entrar em vigor.
A discussão ocorre em um momento em que produtores rurais e cooperativas relatam dificuldades para preencher vagas temporárias durante as safras, especialmente em atividades que exigem grande número de trabalhadores em períodos concentrados. O Projeto dos Safristas foi apresentado como uma tentativa de reduzir esse gargalo por meio de incentivos à contratação formal, sem impacto imediato sobre os benefícios sociais recebidos pelos trabalhadores.
