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7º Encontro do Trigo reúne setor para analisar o momento atual do cereal em São Paulo e no Brasil
Evento terá participação de players da cadeia e será realizado no dia 11 de novembro, na sede da Fiesp.

Num contexto em que a safra de trigo bate recorde de produção a nível estadual e nacional, o Sindicato da Indústria do Trigo do Estado de São Paulo (Sindustrigo) promove o 7º Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo de São Paulo no dia 11 de novembro em formato híbrido, com a realização presencial no Espaço Nobre da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O evento na capital paulista abordará temas como o cenário econômico atual, as tendências da cadeia do trigo e o panorama dos mercados consumidores do cereal, além de painéis técnicos que levam como temas: conjuntura mercadológica e inovações.
“É uma grande alegria retornarmos presencialmente, e também de forma virtual, com esse importante evento do setor. Reuniremos os players da cadeia do trigo para falar da situação do cereal no estado e no Brasil como um todo, possibilitando a discussão do futuro da indústria do grão”, afirma o Presidente do Sindustrigo, Amedeo di San Marzano.
Programação
Entre os painelistas confirmados estão o Economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita, a gerente comercial – Bakery da Prozyn Biosolutions, Daiana Schimmel, o consultor em Gestão de Risco da StoneX, Fábio Lima, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) e do Sindicato da Indústria de Massas Alimentícias e Biscoitos no Estado de São Paulo (Simabesp), Claudio Zanão, o diretor financeiro do Sindicato e Associação dos Industriais de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sampapão), Eduardo Gamboa, e o CEO da Food Consulting, Sérgio Molinari.
Mário Mesquita, que tem doutorado em Economia pela Universidade de Oxford e já atuou em instituições como Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central e Federação Brasileira de Bancos (Febraban), fará parte do painel dedicado à discussão do cenário atual da economia brasileira.
A conjuntura mercadológica do mercado do trigo será discutida por Fábio Lima, engenheiro agrônomo especializado em agronegócio que já atuou como pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e do Portal Ciência do Solo.
Já Daiana Schimmel, engenheira química de formação e com 14 anos de experiência na área de panificação e ingredientes, participará do painel promovido pela Prozyn a respeito das tendências e inovações na cadeia do trigo.
Claudio Zanão, Eduargo Gamboa e Sérgio Molinari analisam o panorama dos mercados consumidores de farinha de trigo. Os três painelistas contam com vasta experiência no setor alimentício para subsidiar o debate deste importante tema para os moinhos paulistas.
“Os temas selecionados para o encontro deste ano são de grande relevância para todo o segmento do trigo, pois abordam desde questões macro, como a situação econômica do País, até questões práticas do dia a dia, que envolvem a aplicação de tecnologias e inovações nos moinhos”, reforça o Presidente do Sindustrigo.
A programação completa do evento está disponível no site do Sindustrigo. As inscrições para o 7º Encontro da Cadeia do Trigo de São Paulo podem ser realizadas clicando aqui.

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Comércio entre Brasil e Reino Unido cresce 10,5% e soma US$ 17,3 bilhões
Resultado reflete a combinação de maior exportação de serviços do Reino Unido ao mercado brasileiro e a expansão das importações britânicas de bens e serviços brasileiros.

O comércio entre o Brasil e o Reino Unido cresceu 10,5% e somou US$ 17,3 bilhões de setembro de 2025 a setembro de 2024.. As exportações do Reino Unido para o Brasil alcançaram cerca de US$10,4 bilhões, enquanto as exportações brasileiras chegaram a US$ 6,9 bilhões, um avanço de 13,3% em 12 meses. Os números fazem parte do relatório Brazil–UK Trade and Investment Factsheet.

De acordo com a Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), o resultado reflete a combinação de maior exportação de serviços do Reino Unido ao mercado brasileiro e a expansão das importações britânicas de bens e serviços brasileiros.

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná
Como resultado dessa dinâmica, o Reino Unido manteve um superavit comercial com o Brasil estimado em cerca de US$3,5 bilhões, refletindo o peso dos serviços britânicos na balança bilateral.
Na avaliação da Britcham, apesar de o Brasil ocupar a 26ª posição entre os parceiros comerciais do Reino Unido, o ritmo recente de crescimento indica uma intensificação das trocas e maior diversificação da pauta comercial.
Segundo o documento, o setor de serviços respondeu por pouco mais da metade do total exportado pelo Reino Unido e avançou 10,9% em 12 meses, com destaque para serviços empresariais e técnicos, além de serviços financeiros, de transporte e viagens. As exportações de bens cresceram em ritmo mais moderado, de 6,5%.
Em relação às exportações brasileiras, o crescimento foi puxado principalmente pelos bens, cujas vendas aumentaram 15,4%, com

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná
destaque para bebidas e tabaco, carnes e produtos cárneos e máquinas e equipamentos industriais intermediários. As importações de serviços brasileiros também cresceram, em torno de 9,2%, contribuindo para a expansão do comércio total.
O presidente da Britcham Fabio Caldas destaca que também houve avanço nos estoques de investimento direto entre Brasil e Reino Unido, indicando que a expansão do comércio ocorre em paralelo a um maior compromisso de longo prazo das empresas, especialmente em setores de maior valor agregado. “Esse crescimento consistente reflete uma mudança importante na relação entre os dois países. O comércio deixou de ser focado apenas em bens tradicionais e passou a incorporar cada vez mais serviços, que têm maior valor agregado e criam vínculos mais duradouros entre as empresas brasileiras e britânicas”, avalia Caldas.
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Família, sucessão e agricultura definem trajetória de produtor em Mato Grosso
Cláudio Schons relembra dificuldades da migração do Sul, aposta na carreira solo desde 2020 e envolve os filhos na lida no campo.

Mato-grossense de coração, o gaúcho Cláudio Luís Schons encontrou em Lucas do Rio Verde uma oportunidade de continuar exercendo o ofício repassado pelo pai. Em 1988, com 11 anos, ele chegou ao estado e a família deu início à vida na agricultura com a fabricação de farinha de mandioca e erva-mate. Após alguns anos, migraram para o cultivo da soja e do milho. Associado à Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Schons ressaltou a importância da agricultura para o mundo e destacou o orgulho em ser produtor rural.
No início, Mato Grosso foi marcado por resistência dos que vieram buscar novos horizontes para trabalhar. Com Cláudio Schons não foi diferente, ele destacou algumas das principais dificuldades enfrentadas naquela época.
“Na mudança do Rio Grande do Sul para cá, a maior dificuldade que encontramos foi que não tinha energia elétrica no interior, lá no sul já era um advento comum. Além disso, onde eu morava, eu podia escolher duas ou três escolas, morava bem no entroncamento, podia escolher as escolas e aqui em Mato Grosso teve essa dificuldade da educação”, relembrou.

Foto: Gilson Abreu
O produtor rural administrou uma propriedade com o pai e a irmã, por 22 anos, mas em 2020 que surgiu uma oportunidade de gerenciar uma fazenda com a esposa, Lucimeire Mattos Schons. “De 2020, devido à pandemia, nós repensamos e resolvemos tocar a carreira solo. Então, desde 2020, minha esposa, que era concursada na prefeitura, largou o concurso e veio me ajudar na parte fiscal da fazenda e eu fiquei com a parte prática aqui do dia a dia. E conseguimos interagir com os filhos, trazendo os filhos junto”, contou.
Mesmo com a mudança, a família Schons seguiu contribuindo com o crescimento local através da agricultura. Ao olhar para toda a sua trajetória na agricultura, Cláudio destacou o orgulho de estar contribuindo com o desenvolvimento de Mato Grosso e também de estar fornecendo alimentação ao mundo.
Após a “carreira solo” na agricultura, Cláudio começou a introduzir mais os filhos nos cuidados com a propriedade, ele explicou que o filho mais novo, Vitor de Mattos Schons, vai herdar os cuidados com a lavoura, já que a filha mais velha, Maria Eduarda Mattos Schons, seguiu carreira na área da Saúde.
Durante a conversa, Cláudio também falou sobre a importância da Aprosoja MT em divulgar de forma responsável as informações aos produtores rurais. A associação colabora com a prevenção de problemas, ajudando a superar possíveis obstáculos. “A Aprosoja MT com esses eventos anuais, reuniões, passa um conhecimento amplo do que acontece no estado ou algum problema que tenha que a gente pode estar prevenindo. Então, foi bom se associar porque foi um ponto positivo que é trazer a notícia mais rápido”, destacou.
Histórias como a de Cláudio Luís Schons fazem com que a Aprosoja MT siga acreditando na força da produção rural do estado e busque fortalecer ainda mais o setor.
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Suprema Corte dos EUA reafirma que Congresso detém poder exclusivo sobre tarifas
Ao derrubar o tarifaço global imposto por Trump, tribunal delimita alcance da autoridade presidencial.






