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Suínos e Peixes – Maio

Notícias Suinocultura

7ª edição do SIMIS acontece em julho

Evento trará o conceito de uma nutrição moderna que está cruzando novas fronteiras para o sucesso da produção suinícola

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Arquivo/OP Rural

Consolidado como um dos melhores eventos de nutrição para suíno do Brasil, o Simpósio Mineiro de Suinocultura (SIMIS) chega a sua sétima edição, oferecendo simultaneamente a IV Conferência Internacional de Suinocultura. Sua primeira edição ocorreu em 2005, com continuidade nos anos de 2007, 2010, 2012, 2014 e 2017. Este ano o evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de julho, nas dependências da Universidade Federal de Lavras (UFLA), no município de Lavras (MG) e receberá um público aproximado de 250 participantes.

Com temáticas abrangendo conceitos como “antibiotcs free”, variabilidade de peso e abate de animais mais pesados, o evento traz resultados de pesquisas, palestrantes nacionais e internacionais, com soluções nutricionais inovadoras para a cadeia produtiva da suinocultura no Brasil. O evento trará o conceito de uma nutrição moderna que está cruzando novas fronteiras para o sucesso da produção suinícola.

A temática central será “Nutrição de Suínos: Quais as novas fronteiras? ”. Com presença confirmada de importantes palestrantes nacionais e internacionais da área. Nesta edição serão três dias de eventos com palestras abrangendo temas como “antibiotics free”, variabilidade na suinocultura e consequências do aumento do peso ao abate (animais pesados).

O SIMIS tem o objetivo de aproximar os pesquisadores, técnicos, produtores, estudantes e profissionais da área, que juntos contabilizam mais de 600 mil matrizes sob seus cuidados. Portanto, o evento visa estimular o desenvolvimento da cadeia suinícola, particularmente às demandas e soluções atuais na nutrição de suínos.

Organizado pelo Núcleo de Estudos em Suinocultura (NESUI), a equipe vem trabalhando para oferecer aos participantes um evento de excelente qualidade e proporcionar um ambiente agradável para uma interação entre todos os profissionais presentes.

Fonte: Assessoria
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Notícias Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Primeira etapa de inscrições para o SBSS encerra em 27 de junho

Expectativa é reunir mais de 1.500 profissionais

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Arquivo/OP Rural

Encerra no dia 27 de junho a primeira etapa de inscrições para o 12° Simpósio Brasil Sul de Suinocultura. As vagas para o evento podem ser garantidas pelo site do evento a um valor de R$ 400 para profissionais e R$ 300 para estudantes. A partir desta data os valores passam a R$ 440 e R$ 340 respectivamente até o dia 31 de julho. As inscrições poderão ser feitas ainda durante o evento a R$ 500 para profissionais e R$ 400 para estudantes. São oferecidos ainda preços diferenciados para agroindústrias com pacotes a partir de 10 inscrições, com valores iniciais de R$ 300. Para universidades os pacotes a partir de 10 inscrições os valores são de R$ 270, R$ 300 e R$ 350, respectivamente.

Com a expectativa de reunir mais de 1.500 profissionais, o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura será palco do compartilhamento de conhecimento e tecnologias importantes para a produção de proteína animal. A programação científica desta edição apresenta palestrantes altamente qualificados e abre espaço para amplo debate. O evento é organizado pelo Nucleovet – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas.

O presidente do Nucleovet, Rodrigo Toledo, frisa ainda que os desafios na suinocultura são constantes e nunca deixarão de existir. “Vão desde problemas econômicos do setor a entraves locais e mundiais, chegando as diferentes questões sanitárias que afetam o setor suinícola mundial como a PED e agora a peste suína africana na China”. Dessa forma, enfatiza Toledo, “temos de estar sempre atentos e focados para trazermos respostas a esses desafios para o público participante”.

Fonte: Assessoria
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Notícias Safrinha

Cresce produção de milho segunda safra no Paraná e Mato Grosso do Sul

Além de alcançarem, em sua maioria, uma produção satisfatória, também foi constatada alta qualidade dos grãos

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Divulgação/Copagril

A colheita de milho segunda safra, que está em andamento na região oeste paranaense e sul-mato-grossense, revelou aspectos satisfatórios para os produtores da área de ação da Copagril. Além de alcançarem, em sua maioria, uma produção satisfatória, também foi constatada alta qualidade dos grãos.

Dentre os fatores favoráveis à safra deste ano estão o plantio antecipado das lavouras, que garantiu maior luminosidade e melhor desenvolvimento da cultura; as condições de clima; bem como o investimento realizado pelos produtores.

O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, observou que a maior parte do milho foi colhido inicialmente em condições favoráveis, como a umidade de solo reduzida, facilitando as operações de colheita. “É uma grande satisfação vermos, gradativamente, o resultado da colheita do milho segunda safra, diante da expectativa inicial. Estamos preparados para receber a produção”, afirmou.

Volume

No Paraná, a estimativa do Departamento de Economia Rural (Deral) é de que sejam colhidas 13 milhões de toneladas de milho na segunda safra, número 42% superior ao do ano passado, em uma área de 2,2 milhões de hectares, um avanço de 7% na comparação com a safra anterior.

No Mato Grosso do Sul a segunda safra é estimada em 9,552 milhões de toneladas. O montante é 6% maior que a previsão inicial de 9 milhões de toneladas, o que representa a melhor safra de milho da história do Estado. A área cultivada foi de 1,918 milhão de hectares. Os dados são resultado do levantamento do Siga-MS, o Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio implantado pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), e em parceria com a Aprosoja e Famasul. O aumento da produção é atribuído à ampliação da área plantada e na estimativa de produtividade do milho.

Intervalo

Devido à colheita antecipada em relação a outros anos, neste ano haverá um intervalo maior até o próximo plantio, sendo uma oportunidade para os produtores realizarem operações como coleta de solo para análise, assim como correção da fertilidade por meio da aplicação de calcário, gesso ou fertilizante. Também é oportuno observar como estão as curvas de nível ou se existe compactação de solo, havendo tempo hábil para corrigir.

Alguns produtores realizam a semeadura de aveia ou nabo forrageiro para cobertura e proteção do solo nesse período, porém nas lavouras que ficarão em pousio o produtor deve ficar atento com as plantas daninhas, realizando manejo para evitar que elas produzam sementes, representando desafio de controle para a próxima cultura/safra a ser implantada.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Internacional

Saem de Paranaguá 38% da carne de frango exportada pelo Brasil

De janeiro a maio, as vendas externas do país somaram 1,6 milhão de toneladas, sendo 637,6 mil movimentadas no porto paranaense

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Divulgação/AENPr

De janeiro a maio de 2019, as vendas externas brasileiras de carne de frango somaram 1,6 milhão de toneladas. Deste total, 637,6 mil toneladas foram movimentadas no Porto de Paranaguá. Isso representa mais de 38% de todo o frango congelado exportado pelo Brasil neste ano. O resultado mantém o Paraná como o principal exportador do produto nacional.

O desempenho paranaense está à frente, inclusive de Santa Catarina, outro grande exportador, que embarcou 626,9 mil toneladas no período. “A estrutura para armazenagem frigorificada no Interior do Estado e em Paranaguá e a eficiência no embarque dos contêineres foram fundamentais para alcançar esse desempenho”, explica o presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Acima da média

O Estado apresentou crescimento acima da média nacional, tanto em quantidade quanto em faturamento, na comparação com os primeiros cinco meses de 2018. Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que o Paraná registrou saldo positivo de 10,6% em peso e 13,6% em receita. No País, o crescimento foi de 3,6% e 6,3%, respectivamente.

Beneficiada por preços mais altos, a receita brasileira gerada com as vendas do produto foi de U$ 2,7 bilhões, entre janeiro e maio. A receita paranaense foi de U$1 bilhão, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC)

Diferencial

O produto exportado via Paranaguá tem como principal origem os produtores do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. O principal destino são China, Japão, Emirados Árabes e Arábia Saudita.

Para Rodrigo Buffara Farah Coelho, gerente-geral do Grupo Cotriguaçu em Paranaguá, os números resultam dos serviços de excelência prestados pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) – empresa que opera este tipo de carga congelada no cais público.

“A escolha pela TCP evidencia que o terminal está preparado para atender a demanda da indústria de cargas congeladas e o protagonismo do Paraná, primeiro do Brasil em produção de frango. Nosso grupo é a cooperativa que mais exporta carne congelada no país, quase que inteiramente movimentando via Paranaguá”, conta.

Segundo ele, um dos diferenciais é a estrutura existente também no Interior do Estado. “Temos uma unidade de armazenagem frigorífica localizada em Cascavel e que nos permite transportar as cargas até Paranaguá via modal ferroviário”, completa

O Grupo Cotriguaçu é formado por quatro cooperativas da Região Oeste do Paraná: C. Vale, Copacol, Coopavel e Lar. Juntas, elas são responsáveis por 35% do total de carga congelada movimentada em Paranaguá, no último mês.

Recorde

Em Paranaguá, o número de contêineres refrigerados, para transporte de carne de frango, cresceu 328% neste ano. De janeiro a maio de 2019, foram 19.484 unidades. Em 2018, no mesmo período, foram 4.553.

Em maio, a TCP registrou movimentação recorde de contêineres refrigerados. Foram 8.442 contêineres, chamados de reefer, sentido exportação, quebrando a marca de 8.236 registrada em junho de 2017.

No acumulado do ano, já são 35.369 unidades movimentadas. Nos cinco primeiros meses de 2018, foram 32.134 unidades. “O recorde da movimentação em cargas refrigeradas deve-se a um forte trabalho comercial realizado pela TCP e à capacidade operacional, já que o Terminal é o único com conexão direta com a ferrovia e tem o maior parque de tomadas reefer da área de influência”, explica Alexandre Rubio, diretor Comercial da TCP.

O executivo conta que o Terminal tem condições de operar mesmo em situações climáticas adversas. “A estrutura funciona sete dias por semana, 24 horas, mesmo em períodos mais chuvosos. Mantemos sempre a capacidade total de operação, sem restrições para a atracação dos navios”, ressalta.

Além disso, a TCP conta com o maior parque de tomadas reefer do país. São 3.624 tomadas e 153 torres metálicas espalhadas no pátio que servem de acesso para o monitoramento e conexão/desconexão dos contêineres.

Fonte: AEN/Pr
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