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6ª FAVESU: organização segue com planejamento e intensifica contatos com possíveis parceiros

O maior evento da avicultura e suinocultura capixaba que acontecerá nos dias 08 e 09 de junho de 2022

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Divulgação

O planejamento para a realização da 6ª Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU) segue em curso e dentro do prazo estipulado pela organização do evento, que já começou a intensificar os contatos com parceiros para diversificar a gama de produtos que são tradicionais da feira.

Com a definição das datas de realização da feira anunciada no último mês de março, o maior evento da avicultura e suinocultura capixaba que acontecerá nos dias 08 e 09 de junho de 2022, no Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, na cidade de Venda Nova do Imigrante, já começou a ter sua programação idealizada.

Coordenador institucional da 6ª FAVESU, Nélio Hand destaca o trabalho que vem sendo executado por toda a equipe de organização da feira.Retomamos a execução do planejamento da sexta edição da FAVESU com todo o entusiasmo e ansiedade para reencontrar aqueles que fazem parte e sempre contribuem com o desenvolvimento da avicultura e suinocultura capixabas. Certamente, todos aprendemos e estamos aprendendo muito com a pandemia, e isso também refletirá no evento, especialmente nos cuidados, que estamos considerando de maneira muito precisa para que tudo possa ser realizado de maneira segura, mantendo a qualidade que é destaque da FAVESU”, enfatiza Nélio.

Ele também reitera que a organização do evento já está intensificando os contatos com parceiros para que os mesmos possam participar da feira. “De forma planejada, estamos procurando nos antecipar ao máximo e oferecer boas propostas aos nossos parceiros. Queremos que todos possam ter a oportunidade de participar da FAVESU, que certamente será o marco para muitos reencontros e oportunidades comerciais de grande importância”, ressalta.

Programação já está sendo idealizada

Já tradicionais ao longo das últimas edições, o ciclo palestras que compõem os Programas Anuais de Capacitação de Avicultores e Suinocultores, Qualificaves e Qualificases, respectivamente, já estão em fase de elaboração, além do Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba, que chegará a sua sexta edição.

Ponto auge no incentivo a pesquisa nas áreas de pesquisa de Frango de Corte, Postura Comercial e Suinocultura, o Espaço Científico também já está sendo trabalhado pela organização da FAVESU e o prazo para as inscrições vai até o dia 01 de março de 2022. Mais informações sobre a ficha de inscrições e as normas de confecção dos trabalhos, podem ser obtidas no link a seguir: http://favesu.com.br/noticias/item/266-prazo-de-inscricoes-para-submissao-dos-trabalhos-cientificos-da-6-favesu-e-prorrogado-saiba-mais

A formatação do Espaço Gourmet, do Espaço da Indústria Capixaba e dos estandes também já vem sendo planejada pela equipe de produção do evento. Além disso, a organização da 6ª FAVESU avalia realizar a transmissão ao vivo de algumas apresentações que fazem parte da programação da feira.

Novidades na estrutura

No último mês de janeiro, o público pôde conferir, em primeira mão, o vídeo em 3D da planta do evento, que teve suas dimensões ampliadas. A produção audiovisual detalha todo o distanciamento que a estrutura proporcionará aos participantes e destaca os pontos onde as pessoas terão acesso ao álcool em gel para a higienização das mãos.

Produtor da feira e diretor da empresa Produshow Eventos, Daniel Menendez, adianta algumas novidades que vêm sendo preparadas. “Desenvolvemos a planta do evento com objetivo de aumentar o espaço físico, ampliando o número de ruas na área dos estandes para que as pessoas possam ter um melhor acesso ao evento. É importante ressaltar que a estrutura também respeitará as normas de segurança pública que neste momento de pandemia se fazem necessárias”, destaca Daniel.

Acompanhe a 6ª FAVESU

Se você não quiser perder nada dos preparativos e dos bastidores de toda a preparação para a 6ª FAVESU, fique de olho nas redes sociais e também no site do evento, que, em breve, muitas novidades serão divulgadas, em primeira mão, nestes canais. Confira abaixo os links de acesso:

Site: http://favesu.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/favesuoficial/

Facebook: https://www.facebook.com/Favesu

Conheça a FAVESU

Maior ponto de encontro dos setores avícola e suinícola do Espírito Santo, a Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU) é realizada pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e pela Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES).

Contando com dois dias de programação, o evento promove a interação entre gestores, empresários, técnicos, acadêmicos, fornecedores e demais envolvidos diretamente na cadeia produtiva dos dois setores, além do público consumidor.

Na quinta edição, realizada em 2019, na cidade de Venda Nova do Imigrante, a feira contou com 2.500 participações de pessoas que puderam conferir de perto diversas novidades apresentadas por 70 empresas. Além disso, durante os dois dias de feira, foram promovidas 15 horas de eventos de técnicos e um percentual de 76% de negócios fechados.

Ao longo dessas cinco edições já realizadas, o evento se tornou um espaço de oportunidades para os dois setores, por meio de palestras técnicas, concursos de qualidades de ovos, espaços científicos, feiras de negócios e o espaço gourmet.

Fonte: Assessoria
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Notícias Reforço das ações de defesa agropecuária

Santa Catarina lança campanha de prevenção contra a peste suína africana

Embora não ofereça riscos à saúde humana, a PSA causa grande mortalidade nas criações de suínos. Maior produtor nacional , o Estado reforça as ações de defesa agropecuária e lança campanha de prevenção.

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Julio Cavalheiro/Secom

Maior produtor nacional de suínos, Santa Catarina reforça as ações de defesa agropecuária e lança campanha de prevenção à peste suína africana (PSA). Com o tema SC Contra a Peste Suína Africana, o Governo do Estado, a Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola (Cidasc) pretendem conscientizar a população sobre os riscos da doença e as formas de proteger o rebanho catarinense.

A campanha publicitária contará com material em vídeo, áudio, impresso e online e será distribuído nos principais veículos de comunicação de Santa Catarina. Segundo o secretário de Estado da Agricultura, este é um chamado para que os catarinenses fiquem atentos aos riscos da introdução da PSA em Santa Catarina e para que os turistas saibam das regras para o transporte de produtos de origem animal.

“Estamos agindo preventivamente para proteger o nosso rebanho e o nosso agronegócio. A suinocultura é uma das principais atividades econômicas de Santa Catarina e nós estamos reforçando as medidas de prevenção e conscientização não só dos produtores, mas também dos turistas e catarinenses. Embora a peste suína africana não seja uma doença transmissível para o ser humano, ela prejudica a economia como um todo e nós precisamos proteger a nossa economia. Nós somos guardiões da saúde animal em Santa Catarina e esse é um grande desafio diário”, destaca.

Mensagem da Campanha

Embora não ofereça riscos à saúde humana, a peste suína africana causa grande mortalidade nas criações de suínos. Para proteger o agronegócio catarinense, é necessária a colaboração de todos.

Os turistas que visitam Santa Catarina – de carro, ônibus, navio ou avião – não devem trazer em sua bagagem nenhum produto que contenha carne suína. Os produtos apreendidos serão descartados.

Os produtores não podem alimentar os animais com sobras de comida (lavagem). Além disso, é importante proibir a entrada de estranhos na granja.

E, principalmente, caso haja qualquer suspeita da doença, notificar imediatamente a Cidasc.

Reforço nas ações de defesa agropecuária

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento reforçou a vigilância em portos e aeroportos, além de fortalecer sua capacidade de prevenção do ingresso do vírus da PSA no Brasil. Em Santa Catarina, as ações contam com o apoio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e da iniciativa privada.

O que é Peste Suína Africana?

É uma doença viral que não oferece risco à saúde humana, mas pode dizimar criações de suínos, pois é altamente transmissível e leva a altas taxas de mortalidade e morbidade. Considerada pela OIE como uma das doenças mais relevantes para o comércio internacional de produtos suínos, a PSA afeta somente os suínos.

A doença está se disseminando pelo mundo, presente atualmente em mais de 50 países, entre eles, a República Dominicana e Haiti – este é o primeiro registro da doença no continente americano desde a década de 1980. A doença não existe no Brasil, a última ocorrência foi registrada em 1981 e, desde 1984 o país é livre de PSA.

Impacto na economia

O vírus da PSA não é perigoso para a saúde humana, mas gera um grave impacto social e econômico, especialmente para as exportações de produtos de carne suína, para a renda das famílias rurais, bem como para a segurança alimentar.

O agronegócio é o carro-chefe da economia catarinense, responsável por quase 70% de toda exportação e por mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. As agroindústrias empregam mais de 60 mil pessoas de forma direta e contam com 55 mil famílias integradas no campo. A produção catarinense é exportada para mais de 150 países, entre eles os mercados mais exigentes e competitivos do mundo.

 

Fonte: Cidasc
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Notícias

Nucleovet participa de reunião da Câmara de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs

Presidente Luiz Carlos Giongo apresentou trajetória da entidade e sua contribuição para a qualificação profissional e desenvolvimento da agropecuária.

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Divulgação/Nucleovet

A atuação do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) foi apresentada, nesta semana, na Câmara Nacional de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs. O evento acontece em Florianópolis de 24 a 26 deste mês e reúne diretoria, conselheiros e assessores técnicos do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs).

A explanação sobre o Nucleovet foi feita em vídeo do presidente Luiz Carlos Giongo, que mostrou a atuação da entidade em prol do desenvolvimento da profissão e as ações para o fortalecimento do setor agropecuário no oeste catarinense. Giongo foi representado, presencialmente, pela integrante do Conselho Deliberativo do Nucleovet e vice-presidente do CRMV-SC, Silvana Giacomini Collet.

Os presidentes do CRMV, Marcos Vinícius de Oliveira Neves, do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, e da Cidasc, Antônio Plínio de Castro, ressaltaram a importância do Nucleovet. Eles receberam o e-scrapbook “Vetor de Desenvolvimento”, publicação do Nucleovet que relata sua trajetória de 50 anos.

Giongo relatou um pouco da história da entidade, fundada em 9 de outubro de 1971. O Nucleovet foi um dos primeiros núcleos criados em Santa Catarina, atendendo uma solicitação da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc), que queria implantar associações regionais da classe no Estado.

Desde sua fundação, a finalidade do Nucleovet é promover o aperfeiçoamento de médicos veterinários e zootecnistas, promover e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltadas para o agronegócio. Também busca a união dos profissionais da área pelo esporte e recreação, trabalhos sociais, conscientização da população para a saúde única (união entre a saúde animal, humana e ambiental), controle de zoonoses e o importante papel que esses profissionais desempenham na sociedade.

Giongo ressaltou os Simpósios promovidos anualmente, considerados três dos principais eventos técnicos do Brasil e da América Latina: o Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) e o Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL). Esses eventos são referência em transferência de conhecimentos, aperfeiçoamento da classe, desenvolvimento de novas tecnologias e troca de experiências nessas áreas.

Para marcar a trajetória do Nucleovet, foi lançado em outubro passado, no evento de comemoração dos 50 anos, o e-scrapbook, que resgata e eterniza a história da entidade. É um recorte de memórias intermídia, com fotos, links para vídeos, documentos e depoimentos de ex-presidentes.

Giongo sublinhou que o trabalho desenvolvido nestes 50 anos foi de superação e inovação. “Agora, o futuro nos desafia. Continuar crescendo, fortalecendo a categoria e o agronegócio, especialmente os setores de aves, suínos e bovinocultura de leite, é um compromisso de todos”.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Notícias Nova diretoria

Caio Carvalho retorna à presidência da ABAG em 2022

A partir de janeiro de 2022, a entidade contará com uma nova diretoria em substituição ao atual presidente, Marcello Brito.

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Divulgação/ABAG

A partir de janeiro de 2022, a ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio contará com uma nova diretoria e passará a ser presidida por Luiz Carlos (Caio) Corrêa Carvalho, que já havia comandado a associação entre 2012 e 2018, em substituição ao atual presidente, Marcello Brito.

Engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq/USP), Carvalho possui cursos de pós-graduação em Agronomia e em Administração pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP), e Vanderbilt University (EUA).

Desde 1983, atua como diretor da Canaplan, empresa de consultoria e projetos para o setor sucroenergético. Com grande conhecimento do setor de açúcar e álcool, Carvalho é sócio da Bioagencia, empresa comercializadora de etanol nos mercados interno e externo.

Considerada uma das entidades mais atuantes do setor no país, a ABAG tem trabalhado fortemente para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, por meio da participação nos principais contextos nacionais e globais que envolvam a competitividade, produtividade e sustentabilidade desse segmento. Por meio de seus comitês temáticos, vem discutindo e fomentando ações em assuntos transversais, como por exemplo, logística, bioeconomia, conservação ambiental, que são fundamentais para o futuro do agro.

A ABAG tem ainda colaborado com a iniciativa privada para disseminar a importância do agronegócio para o desenvolvimento social, econômico e ambiental brasileiro, bem como trabalhado junto as instâncias governamentais para a criação de políticas e ações para a evolução desse setor. Para a sociedade civil, a entidade tem se empenhado em levar informação qualificada que contribua para o fortalecimento da marca do agro no fornecimento de alimentos e produtos indispensáveis para a vida, sempre pautado na proteção ambiental e na igualdade social.

Carvalho continuará o processo de modernização da ABAG e  trabalhará arduamente em defesa da reputação do agro brasileiro nos mercados interno e internacional. Seu mandato será de dois anos.

Fonte: Assessoria ABAG
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