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Notícias Avicultura

5ª FAVESU recebe palestras sobre Bem-Estar de poedeiras no Qualificaves

Objetivo foi realizar a capacitação de avicultores e profissionais em práticas de manejo que incluam o bem-estar das aves

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Divulgação

O segundo dia da 5ª edição da Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba, nesta quinta-feira (06), teve em sua programação as palestras de “Bem-Estar Animal na Produção de Aves Poedeiras (BEA – Ovos)”. A iniciativa foi uma cooperação técnica entre o MAPA, a Embrapa Suínos e Aves e a Esalq/USP para viabilizar a capacitação de avicultores e profissionais em práticas de manejo que incluam o bem-estar das aves.

A programação teve como objetivo promover uma atualização no tema, discutindo os avanços técnicos e as práticas de bem-estar, unindo no discurso a visão do Governo, das empresas e dos avicultores. A primeira apresentação foi da zootecnista Katiussi de Negreiros Silva do trabalho científico de postura comercial “Tempo de armazenamento e idade das poedeiras na gravidade específica e unidade haugh de ovos comerciais”.

A gerente executiva do Instituto Ovos Brasil, Thabata Lacerda, apresentou o trabalho desenvolvido pelo instituto e como a iniciativa contribuiu para o crescimento do consumo per capita no Brasil. “Trabalhamos o processo de gourmetização e desmistificamos alguns conceitos”, afirmou.

A coordenadora de boa produção e bem-estar animal do Ministério de Agricultura, Liziè Buss, falou sobre a visão do MAPA sobre o bem estar animal. “Trabalhamos para levar as boas práticas ao produtor”, disse.

A veterinária da Embrapa Suínos e Aves, Sabrina Castilho Duarte, falou sobre a importância a sanidade e do bem estar animal. “As boas práticas fazem com que as aves tenham mais resistência à doenças e gerem ovos com mais qualidade”, orientou.

Cage-free: produção de galinhas criadas sem gaiolas 

A zootecnista e pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, Helenice Mazzuco, falou sobre uma nova tendência mundial, que é a produção de galinhas criadas sem gaiolas. “No Brasil, apenas 5% das criações são nesse formato, mas no exterior, como na União Europeia já é uma realidade”, afirmou.

O administrador da Fazenda da Toca, Fernando Bicaletto, falou sobre a produção de ovos orgânicos, uma ação ainda em desenvolvimento no Brasil. “Quis mostrar para todos que é possível desenvolver o trabalho orgânico, mesmo sendo uma prática não tão comum no Brasil” declarou.

O gerente de gestão do conhecimento da Vencomatic, Cláudio Machado, falou sobre as novas tendências de consumo por ovos orgânicos e por novas tecnologias. “Temos um consumidor mais consciente. Queremos que as empresas se preparem para esse mercado”. Machado ainda abordou uma nova técnica que está sendo utilizada em uma empresa na Colômbia chamada de “Ovos de ouro”.

Fonte: Assessoria
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Notícias Guerra Comercial

China diz que espera poder chegar a acordo comercial com EUA o mais rápido possível

Próxima rodada de tarifas de Washington contra produtos chineses está programada para entrar em vigor em 15 de dezembro

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REUTERS/Jason Lee/Illustration

A China disse nesta segunda-feira (09) que espera fazer um acordo comercial com os Estados Unidos o mais rápido possível, em meio a intensas discussões antes que novas tarifas norte-americanas sobre importações chinesas entrem em vigor no final desta semana.

Pequim espera conseguir um acordo comercial com os Estados Unidos que satisfaça os dois lados, disse o ministro assistente do Comércio chinês, Ren Hongbin, a repórteres nesta segunda-feira. “Sobre a questão das conversas e negociações comerciais China-EUA, desejamos que ambos os lados possam, com base na igualdade e no respeito mútuo, avançar nas negociações e, considerando os interesses principais de cada um, chegar a um acordo que satisfaça todos os lados o mais rápido possível”, disse Ren.

A China e os Estados Unidos estão negociando a chamada “fase um” de um acordo que visa aliviar sua prolongada disputa comercial, mas não está claro se um acordo pode ser alcançado no curto prazo. A próxima rodada de tarifas de Washington contra produtos chineses está programada para entrar em vigor em 15 de dezembro.

O presidente dos EUA, Donald Trump, exigiu que a China se comprometesse com compras mínimas específicas de produtos agrícolas norte-americanos, entre outras concessões sobre direitos de propriedade intelectual, câmbio e acesso aos mercados de serviços financeiros da China.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse na sexta-feira que os dois lados conversam quase diariamente, mas atualmente não há planos para conversas presenciais ou para uma cerimônia de assinatura entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Importação de soja da China salta em novembro com cargas dos EUA agendadas durante trégua

China importou 8,28 milhões de toneladas de soja em novembro, alta de 54% na comparação anual

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja da China em novembro saltaram na comparação com mesmo mês do ano anterior à medida que embarques dos Estados Unidos agendados durante uma trégua na guerra comercial entre chineses e norte-americanos foram liberadas pelas alfândegas, segundo dados oficiais.

A China importou 8,28 milhões de toneladas de soja em novembro, alta de 54% na comparação anual, com a chegada das cargas dos EUA, mostraram dados da Administração Geral de Alfândegas no domingo. O dado também mostrou alta de 34% na comparação com as 6,18 milhões de toneladas em outubro.

A China, maior compradora de soja do mundo, geralmente obtém a maior parte de suas importações da oleaginosa junto aos EUA nos últimos meses do ano, quando a colheita norte-americana domina o mercado. Mas as cargas dos EUA caíram após Pequim ter colocado uma tarifa de 25% sobre produtos do país, incluindo a soja, em julho passado.

Os compradores chineses têm evitado a produção dos EUA em meio à guerra comercial, mas compraram mais grãos norte-americanos nos últimos meses, depois que o governo ofereceu a alguns deles a compra de compras cargas americanas isentas de tarifas extras, em um gesto de boa vontade com Washington.

A China disse na sexta-feira (06) que vai oferecer mais isenções em alguns embarques de soja, à medida que os dois lados tentam fechar um acordo para acabar com a prolongada guerra comercial.

Ainda assim, a demanda da China por soja, esmagada para produzir farinha de soja para alimentação animal, tem sido contida por um surto devastador da peste suína africana que reduziu em 41% o seu rebanho suíno, segundo dados oficiais.

Nos primeiros 11 meses do ano, a China comprou 78,97 milhões de toneladas de soja, uma queda de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, mostraram dados alfandegários.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Mapa identifica recuo no preço da carne bovina na primeira semana de dezembro

Ministra Tereza Cristina disse que preço deve se estabilizar, pois mercado está se ajustando

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Rodrigo Flix Leal

O monitoramento feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aponta recuo no preço da carne bovina em dezembro. Nos principais mercados, a queda foi de cerca de 9% na primeira semana do mês.

Em Mato Grosso, a arroba do boi passou de R$ 216 na última segunda-feira (02) para R$ 197 na quinta-feira (05). Na Bahia, caiu de R$ 225 para R$ 207, de segunda para quinta-feira. Em Mato Grosso do Sul, a arroba estava cotada a R$ 220 e foi para R$ 200 no período. Os resultados mostram a tendência iniciada na última semana de novembro.

Ao participar do Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, em Medianeira (PR), a ministra Tereza Cristina ressaltou que o preço da proteína está se ajustando. “O preço daqui para frente deve se estabilizar”, disse.

A ministra explicou que a alta decorreu de diversos fatores: seca deste ano prejudicou o crescimento do pasto e, consequentemente, afetou a engorda do rebanho bovino de corte; a arroba do boi gordo ficou estável nos últimos dois, três anos inibindo os investimentos; e a abertura de mercados externos, em especial o aumento da demanda da China por proteína animal em razão da peste suína africana, que dizimou pelos menos 40% do rebanho suíno chinês.

A ministra destacou que cabe ao mercado encontrar o equilíbrio nos preços entre a oferta e a procura, sem interferência do Mapa. “Isso é mercado. Não tem o que a gente fazer no momento”. Tereza Cristina descartou falta de carne para consumo interno. “Fiquem todos absolutamente tranquilos, tem carne para todo o Brasil”, acrescentando que o país dispõe de um rebanho de mais de 215 milhões de cabeças.

Fonte: MAPA
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