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5ª edição da FAVESU movimentará suinocultura do Espírito Santo

Maior evento da Suinocultura e da Avicultura Capixabas conta com o apoio da ABCS

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Uma oportunidade de adquirir conhecimento especializado e também de realizar novos negócios, a 5ª edição da Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU) acontece nos dias 5 e 6 de junho, em Venda Nova do Imigrante (ES). O evento é uma realização da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) e é considerado o principal ponto de encontro de produtores, gestores, empresários, técnicos, acadêmicos, fornecedores e demais envolvidos diretamente na cadeia produtiva de aves, ovos e suínos, além do público consumidor.

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) é apoiadora da FAVESU e terá participação ativa no evento. A programação inclui palestras do Programa de Anual de Capacitação de Avicultores (Qualificaves) e do Programa Anual de Capacitação de Suinocultores (Qualificases), com Seminário técnico da ABCS com foco nas novas cartilhas lançadas neste mês além de reunião conjuntural, apresentação de trabalhos científicos, painéis sobre sanidade e bem-estar animal e espaço gourmet, com aula gastronômica e informações nutricionais sobre frangos, ovos e suínos.

ABCS na FAVESU: Estreia dos seminários técnicos

Durante a manhã do dia 5, quarta-feira, no Qualificaves, haverá a participação da diretora de marketing e projetos, Lívia Machado, apresentando a Campanha de marketing da suinocultura nacional e Tendências de consumo de proteínas como um case de sucesso. O objetivo dessa palestra é apresentar o trabalho desenvolvido com a carne suína como exemplo para a indústria de frango.

A suinocultura também terá destaque no espaço Qualificases, com a capacitação de suinocultores pelo Seminário técnico “Mercado globalizado: Como aproveitarmos as oportunidades em relação a sustentabilidade, bem-estar animal e qualidade da ração em fábricas próprias”. Essa é a primeira vez que a ABCS vai levar o seminário à FAVESU, anunciado como um desdobramento das cartilhas técnicas com foco nas boas práticas em fábrica de ração própria e sustentabilidade nas granjas.

Na ocasião, a diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke e o consultor Iuri Machado, vão ministrar as palestras “Aplicabilidade da norma de boas práticas e bem-estar na suinocultura”, “Gestão na suinocultura com foco na sustentabilidade, abordando o uso racional de recursos, biosseguridade e eficiência de produção e de custos” e “Desafios e oportunidades na aplicação das boas práticas nas fábricas de rações próprias”. Durante a tarde, ainda no dia 5, haverá Reunião Conjuntural, em que o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, realizará apresentação dos números e perspectivas da Suinocultura Brasileira.

Ele frisa a importância do evento e o trabalho conjunto realizado com a Ases. “A Favesu é um evento estratégico no Espírito Santo e reúne os produtores e principais lideranças da suinocultura capixaba. A ABCS tem na Ases uma grande parceira no trabalho sistêmico em prol da cadeia suinícola, acredita no trabalho desenvolvido por esta instituição e tem orgulho de ser um dos apoiadores da feira”, afirma Lopes.

Para o diretor executivo da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), Nélio Hand, a expectativa é que o evento seja de sucesso, principalmente devido ao seu crescimento neste ano, com o apoio das instituições parceiras. “Estamos na fase final da organização, mobilizando as pessoas para participarem. Tudo está muito bem ajustado, graças ao apoio dos parceiros, das instituições e empresas, das nossas entidades nacionais, no caso, a ABCS, que nos dá um apoio incondicional em relação à suinocultura e também nesses eventos que nós realizamos”.

Fonte: Assessoria
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Castrolanda doará R$ 1 milhão no combate à Covid-19 e suporte as famílias em vulnerabilidade social

As ações reforçam a responsabilidade social da instituição em meio à crise do novo Coronavírus.

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Representantes do Conselho de Administração da Castrolanda durante ato simbólico realizado na sede administrativa da Cooperativa / Edgar Ribas

Neste momento tão difícil para toda a sociedade, com avanço de casos e a situação econômica e social enfrentada pelo país, a Cooperativa Castrolanda anunciou nesta terça-feira, 20, que doará R$ 1 milhão no combate e prevenção à Covid-19. O valor será destinado aos municípios localizados nos estados do Paraná e São Paulo, onde estão concentradas as atividades da empresa e fazem parte da campanha de ação social ‘Cuidar, Envolver e Amar’, que no último ano arrecadou 30 toneladas de alimentos e mais de dois mil kit’s de higiene, além de milhares de itens de proteção individual, álcool em gel e materiais destinados aos profissionais de saúde.

“Esse é um momento único e desafiador para toda a nossa sociedade. E períodos assim pedem que nós como cooperativa, realizemos um esforço em prol do coletivo e senso solidário. Por isso, estamos fazendo essa doação para frentes tão importantes: saúde, alimentação e higiene”, destaca o Presidente da Castrolanda Willem Berend Bouwman.

Os hospitais e secretarias de saúde serão auxiliadas com insumos ou equipamentos conforme as necessidades levantadas. Já as cestas básicas e kit’s de higiene serão destinados às famílias carentes que sentem os impactos da pandemia com a falta de produtos de primeira necessidade e estão cadastradas nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) dos municípios.

Vale ressaltar que as doações seguirão um cronograma de entregas em um trabalho realizado em conjunto com as unidades de saúde e as secretarias de assistência social das cidades de atuação Castrolanda.

Meta é R$ 2 milhões

A campanha ‘Cuidar, Envolver e Amar’ é uma iniciativa da Castrolanda e Associação dos Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC) que teve início em 2020 com o objetivo de contribuir com famílias em estado de vulnerabilidade. Neste primeiro trimestre de 2021 já foram doados aproximadamente R$ 110 mil entre respiradores, máscaras respiratórias, oxigênio e EPI’s.

Para os próximos meses a meta é angariar R$ 2 milhões.  “Por meio do espírito de cooperação e união de associados, colaboradores e instituições parceiras buscamos trazer um impacto positivo tanto para quem está na linha de frente como para as famílias mais necessitadas”.

Fonte: Assessoria.
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Suspensão do imposto de importação do milho: Abramilho defende livre mercado

Entidade alerta para impactos da seca no desenvolvimento da 2a. safra

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Arquivo / OP Rural

Em relação à suspensão da alíquota do imposto de importação do milho, anunciada nesta segunda-feira (19), pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), o presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) – www.abramilho.org.br -, Cesario Ramalho, afirma que a entidade defende, acima de tudo, o livre mercado tanto para exportações quanto também para as importações.

Ramalho pontua que a demanda pelo milho brasileiro vem crescendo de forma significativa nas mais recentes safras. Primeiro pelas exportações, e segundo pelo uso interno do grão como principal insumo para as indústrias de carnes, e também sendo destinado à fabricação de etanol.

“Isso prova a competência do produtor brasileiro que ano a ano incorpora novas tecnologias, obtendo ganhos de produtividade, bem como grãos cada vez mais de melhor qualidade.” O presidente institucional da Abramilho diz ter certeza que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, saberá conduzir de forma hábil, como é de praxe, a questão da redução das tarifas de importação junto aos demais órgãos do governo.

 Seca traz riscos para o desenvolvimento da 2a. safra

No tocante à segunda safra de milho 2020/21, Ramalho diz que a seca, que vem castigando as principais regiões produtoras no Centro-sul, pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras e comprometer a produção. “Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, além do plantio que sofreu atraso, a estiagem foi severa.”

Recente relatório da Abramilho em parceria com a Céleres, de fato, alerta para os efeitos que o clima pode ter sobre a produtividade da segunda safra de milho na temporada corrente.

De acordo com o documento, mesmo com expressivo aumento da área plantada (15,2 milhões de hectares), caso a produtividade fique em torno de 4,8 toneladas por hectare (rendimento similar ao do ciclo 2017/18), o excedente exportável – milho destinado às exportações e estoque de passagem – será baixo.

Caso este quadro se concretize, um rearranjo no consumo será necessário, seja via redução das exportações, do consumo interno ou até mesmo de ambos, fazendo com que, especialmente as agroindústrias de carnes [suínos e frangos de corte] tenham que recorrer às importações de milho – insumo básico do segmento.

Fonte: Assessoria.
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Dieta de alto concentrado continua vantajosa mesmo com elevado custo dos grãos

Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente

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As chamadas dietas quentes têm sido usadas por pecuaristas brasileiros que utilizam confinamento. Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente para a maioria dos produtores nos últimos anos. Mas com o preço do milho, e dos grãos de uma forma geral, subindo desde o ano passado, a lógica é pensar que dietas animais baseadas nesses produtos não seriam mais indicadas. No entanto, de acordo com o pesquisador Sergio Raposo de Medeiros, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), especialista em nutrição animal, essa escolha não deve ser descartada.

Com a arroba do boi valorizada, elas ainda podem ser a melhor opção, segundo Raposo. A alimentação de alto concentrado em confinamento tem muitas vantagens. A redução de emissão de gases de efeito estufa é uma delas. Os animais que recebem maior quantidade de concentrado em comparação aos bovinos alimentados com elevada porcentagem de volumoso tem a melhor conversão alimentar. “Um dos motivos dessa dieta ser metabolicamente mais eficiente é que produz menos metano para cada quilograma ingerido. Todavia, o principal motivo da redução da emissão de GEE é que o bovino atinge o peso final em um tempo menor”, diz Raposo. Da mesma forma, quando o animal tem um ciclo de produção mais curto por causa do seu melhor desempenho, o pecuarista tem o retorno do seu investimento mais rápido e, frequentemente, com maior rentabilidade.

O pesquisador lembra, também, que, por conta das maiores taxas de ganho de peso, esse tipo de dieta acelera a deposição de gordura, auxiliando na obtenção de carcaças de melhor qualidade. “O produtor aumenta as chances de receber algum bônus por uma carcaça de melhor qualidade e, mesmo que isso não ocorra, produz uma carne que, por encantar o cliente, ajuda com que ele prefira seu produto a qualquer outra opção”, conta.

Em relação ao custo, o pecuarista deve avaliar na fase de planejamento a alimentação economicamente mais vantajosa por arroba engordada. O pesquisador alerta que é importante analisar a viabilidade de acordo com as condições de cada propriedade, levando-se em consideração logística, disponibilidade comercial dos insumos, proximidade dos polos produtores e oferta dos grãos. “Nos últimos anos, contudo, para muitas situações têm prevalecido as dietas de alto concentrado. O encarecimento do concentrado e uma grande eficiência na produção de um volumoso podem mudar isso, reforçando a ideia que se deve sempre encontrar a dieta para aquele lugar, naquele ano e com os preços e custos das matérias primas que se possa contar”, ressalta.

A viabilidade ou não da dieta de alto concentrado vai depender de cálculos e consideração de muitas variáveis. No atual cenário, mesmo com os grãos com preço elevado, as dietas quentes continuam atraentes. No entanto, como Raposo alertou, é preciso planejar.

Fonte: Embrapa Pecuária
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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