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4ª SNCS está preparada para conquistar mercado brasileiro

Campanha promovida pela ABCS e GPA amplia frente de atuação e inova nas ações de marketing da carne suína

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Tudo preparado para a 4ª Semana Nacional da Carne Suína (SNCS). Em setembro a proteína mais consumida no mundo será destaque nas lojas Pão de Açúcar e Extra de todo o Brasil para mais uma vez surpreender e conquistar os consumidores brasileiros. A ação é realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e pelo GPA, a maior empresa varejista brasileira, e conta com o apoio do Sebrae Nacional.

A 4ª SNCS chega em um momento de inflação nos preços dos alimentos e em que os consumidores procuram alternativas que ofereçam um melhor custo benefício. Ao mesmo tempo, a suinocultura brasileira enfrenta a alta nos custos de produção, sendo o aumento do consumo interno uma das principais buscas para o equilíbrio do setor. Nesse contexto, a campanha da Semana surge repleta de vantagens econômicas e conceituais para os consumidores, dando ênfase para a grande variedade de cortes, praticidade, saudabilidade e sabor da carne suína.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, pontua a importância da continuidade desta parceria que vem fazendo sucesso desde 2012, principalmente neste momento econômico em que os brasileiros estão mudando seu comportamento no varejo. “Vemos nesta 4ª SNCS uma oportunidade de conquistar ainda mais consumidores e mostrar que a carne suína tem espaço garantido no cardápio diário. É uma proteína acessível e diversificada”.

Dentro das ações da campanha, as lojas ganharão um layout exclusivo durante a vigência da SNCS – decoração temática, materiais informativos e gôndolas com espaço de destaque dos cortes – que terá como base o conceito Escolha + Carne Suína e todo seu conteúdo de saúde, qualidade e sabor da proteína. Além disso, matérias especiais e chamadas na rádio interna com inserções institucionais serão outros meios de divulgação das ações nas lojas Pão de Açúcar e Extra.

A campanha da 4ª SNCS será direcionada às mídias externas. Jornais de grande circulação, rádios, sites e blogs especializados serão pautadas através do envio de textos, spots e vídeos. A ideia é que a Semana seja divulgada para o maior número possível de clientes em potencial, veículos de comunicação e formadores de opinião.

Para este ano, o GPA espera crescimento de 20% em volume de carne suína se comparado a 3º SNCS. “A carne suína é uma proteína com grande potencial. No varejo, o desafio maior é encantar os clientes com uma seção ampla, organizada e sinalizada, valorizando corretamente os diferenciais do produto. Para isso, apostamos em treinamento e comunicação dirigida ao perfil do cliente de cada rede (Extra e Pão de Açúcar), além de promoções no período da 4º Semana da Carne Suína”, explica David Buarque, Gerente Comercial do GPA.

Oficinas Gastronômicas e Treinamentos

Ao todo, mais de 40 ações serão realizadas nas principais cidades das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Para o treinamento de vendas, a atração será o palestrante de vendas e motivacional Eduardo Peres, que com uma apresentação recheada de truques rápidos vai trabalhar o desenvolvimento profissional das esquipes de vendas apresentando-lhes atitudes que permitem conduzir o trabalho com mais entusiasmo, precisão e qualidade.

Desde a primeira edição Semana, a ABCS e o GPA já realizaram centenas de treinamentos práticos e teóricos que capacitaram os colaboradores com informações sobre o histórico da suinocultura, cursos de cortes, informações nutricionais da proteína e técnicas de venda. Esse ano, a capacitação será voltada o atendimento, buscando um diferencial no relacionamento com o cliente na hora de promover o produto.

As capacitações contam ainda com palestras de saudabilidade da carne suína, em que nutricionistas vão mostrar os benefícios da proteína para a saúde. Esse conteúdo tem sido foco dos treinamentos desde a primeira edição da SNCS, já que a abordagem nutricional é essencial tanto para a conscientização dos profissionais quanto para o momento de contato com os clientes, oportunidade na qual poderão ser destacadas todas as vantagens nutricionais da proteína suína, assim como desmitificados quaisquer mitos sobre a qualidade do produto.

Nas oficinas gastronômicas, novas receitas e dicas de preparo vão provar mais uma vez porque a carne suína é a proteína mais consumida no mundo e querida pelos profissionais das cozinhas mais populares até as mais requintadas. Estas ações, que ocorrem dentro das próprias lojas, contam com a participação de clientes convidados e também daqueles que estão nos locais fazendo suas compras e proporcionam um momento importante para esclarecer dúvidas e dar dicas de preparo.

Edições anteriores

A realização da Semana Nacional da Carne Suína surgiu em 2013, a partir de uma iniciativa ousada da ABCS de buscar o apoio da maior rede varejista do Brasil, visando a inserção de uma campanha que estimulasse o consumo da carne suína. O ineditismo da ideia foi abraçado pelo GPA, por meio das redes Extra e Pão de Açúcar, e desde então o volume de vendas durante as ações não parou de crescer.

Logo no primeiro ano da Semana, registrou-se aumento de 77% nas vendas. Já durante a 2ª SNCS, em 2014, houve incremento de 13% nas vendas diretas e 49,59% na comercialização pelo e-commerce. Naquele ano a ação ainda motivou 1,05 milhão de consumidores finais a comprar o produto resfriado, se consolidando como um grande sucesso para o setor.

Em 2015, a campanha voltou a surpreender a cadeia, alcançando aumento de 50% na comercialização de carne suína no último trimestre de 2015, se comparado aos oito primeiros meses do ano.

Lívia Machado, coordenadora do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS), afirma que a busca por inovações e crescimento do setor tem sido o principal motivador para a realização da Semana. “Esta é uma parceria já consolidada com o GPA e fruto do esforço que a cadeia vem imprimindo para que a suinocultura conquiste um espaço justo no mercado brasileiro e condizente com todo seu potencial de produtividade e qualidade”, afirma.

Fonte: Assessoria

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Alta nas exportações de soja impulsiona aumento dos fretes

Análise da Companhia Nacional de Abastecimento mostra impacto do avanço da colheita, chuvas e cenário externo no transporte de grãos.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

As exportações de soja cresceram no mês de fevereiro, contribuindo para o aumento no preço dos fretes. Além da colheita, o período chuvoso é outro fator que influencia na alta dos preços do serviço de transporte de grãos. A análise está na edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O monitoramento dos corredores logísticos evidencia o Arco Norte e o porto de Santos (SP) como principais canais de exportação de soja e milho no início de 2026. Pelo Arco Norte, houve o escoamento de 40,8% da produção de milho e 38,4% da produção de soja. Já pelo Porto de Santos foram exportados 33,5% da safra de milho e 36,8% da de soja.

Foto: Freepik

Com a previsão de safra recorde divulgada pela Conab no último levantamento da safra de grãos, os próximos meses devem ser marcados pelo aumento dos fretes rodoviários. “No mercado externo, oscilações cambiais, incertezas geopolíticas e o valor do petróleo devem continuar influenciando o preço dos fretes. Já no mercado interno, os produtores devem lidar com o avanço da colheita das culturas de primeira safra, o que também mantém a pressão de alta nas cotações para a remoção dos grãos”, analisa o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.

De acordo com o Boletim, no estado de Mato Grosso, principal estado produtor de grãos no país, o alto volume de soja manteve a logística aquecida e os fretes com tendência crescente, com valores até 19% mais elevados que no mês anterior. Apesar das chuvas, melhorias recentes em infraestrutura asseguraram o fluxo, mantendo a proeminência do estado mato-grossense no fornecimento de commodities. O Mato Grosso do Sul também seguiu a tendência de aumento percentual dos fretes, com o registro de rotas que ultrapassaram os 30% em paralelo ao mês de janeiro.

Em Goiás, o excesso de chuvas impactou o plantio e a colheita. Mesmo com a dificuldade encontrada para o avanço das máquinas na colheita e gargalos logísticos, o estado apresentou alta nos fretes, com crescimento percentual acima de 50% em alguns locais. A primeira quinzena de fevereiro foi sintomática quanto à instabilidade climática, com registros de frota retida em virtude da impossibilidade de carregamento e descarga. Com a entrada da nova safra de soja e retenção do milho, a demanda por infraestrutura logística e armazenagem foi ampliada.

No Distrito Federal, os fretes rodoviários apresentaram aumento máximo de 6% em relação ao mês anterior, em conformidade com o esperado para o período de escoamento da safra de grãos. O Boletim assinala a influência do custo local do diesel, do reajuste superior a 3% no piso mínimo do frete em janeiro e de fatores macroeconômicos, além da entrada da safra. O documento prevê ainda que o mês de março deve se caracterizar pelo pico de incremento das cotações de fretes, em função do ápice do escoamento da soja e do milho.

Foto: Claudio Neves

Na Bahia, os fretes cresceram em proporção à alta da demanda por serviços na região Centro-Oeste, que redirecionou os prestadores. Em relação a janeiro, os valores não ultrapassaram o percentual de 10%. O milho apresentou pequena valorização no mercado local. Com a intensificação da colheita da primeira safra nas próximas semanas, o preço do frete tende a crescer.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, a colheita de soja no sul do Maranhão levou ao aumento médio de 5% dos fretes em algumas rotas. No vizinho Piauí, o início do escoamento da soja também aqueceu a logística, com fretes em média 11% superiores aos valores do mês de janeiro.

Em Minas Gerais, enquanto os fretes tiveram crescimento geral quando comparados ao mês anterior, o valor do transporte do café registrou queda nas rotas com destino ao sul do estado. As exportações seguem em expansão no estado mineiro, com destaque para produtos de maior valor agregado e para o café.

No Paraná, houve oscilação na demanda e nos preços de acordo com as particularidades das rotas regionais e a disponibilidade de cargas de retorno. Já em São Paulo, os fretes mantiveram estabilidade e tendência à queda em comparativo mensal, com expectativa de que a colheita de soja melhore as cotações.

Adubos e fertilizantes

As importações aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado. Em fevereiro, o Brasil importou 2,38 milhões de toneladas de fertilizantes, o que oferece margem de segurança para o plantio das próximas safras.

A pesquisa analisou as principais rotas de escoamento do país, abrangendo dez estados. O Boletim considera aspectos logísticos do setor agropecuário, posição das exportações, análise do fluxo de cargas e movimentação de estoques da Conab. As análises completas estão no Boletim Logístico – Março/2026.

Fonte: Assessoria Conab
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Estudo acende alerta para impacto dos ultraprocessados na cadeia alimentar brasileira

Pesquisa do Unicef mostra avanço desses produtos na alimentação infantil e desafios para valorização de alimentos in natura.

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Foto: Freepik

A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ).

Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã.

Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante e macarrão instantâneo.

O que são ultraprocessados?

Os ultraprocessados são produtos alimentícios de origem industrial, resultantes da mistura de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes. Isso permite a fabricação de produtos de baixo custo, longa durabilidade e com sabores intensos, que viciam o paladar. Evidências científicas mostram que o seu consumo aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes, problemas cardíacos, depressão e câncer.

Sobrecarga materna

Nas famílias ouvidas pela pesquisa, 87% das mães exerceram a tarefa de comprar e servir o alimento às crianças, e 82% delas também foram responsáveis pela preparação. Já entre os pais, apenas 40% comprou alimentos, enquanto 27% cozinharam e 31% ofereceram a comida às crianças da casa.

A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, ressalta a sobrecarga das mulheres nos cuidados com a alimentação. “Muitas mães fazem isso sozinhas, além de trabalhar fora. É uma sobrecarga que acaba fazendo com que a praticidade dos alimentos ultraprocessados pese muito mais”.

Desconhecimento

Outro ponto destacado pela pesquisa é o desconhecimento sobre os produtos ultraprocessados. Muitos alimentos que se enquadram nessa categoria foram apontados como saudáveis pela maioria dos entrevistados, como os iogurtes com sabor e os nuggets de frango fritos na airfryer.

A nova rotulagem frontal dos produtos, que traz avisos quando eles têm grande concentração de sódio, açúcar e gorduras saturadas também não cumpre seu papel de forma integral: 26% dos entrevistados disseram não saber o que esses avisos significam. Além disso, 55% dos entrevistados nunca observam os avisos de alto teor no rótulo dos alimentos, e 62% admitem que nunca deixaram de comprar algum produto por causa deles.

Preço baixo

A percepção de preço também pode influenciar no consumo. A maioria das famílias (67%) considera que os sucos de caixinha, salgadinhos e refrigerantes são baratos. Já legumes e verduras são considerados caros por 68% delas, proporção que sobe para 76% no caso das frutas e 94% no das carnes.

Os pesquisadores também fizeram entrevistas aprofundadas com algumas famílias e identificaram ainda um componente afetivo. “Essas pessoas não tinham dinheiro para comprar os alimentos que elas queriam quando eram crianças, então agora elas se sentem felizes por poder comprar o que a criança quer comer. E aí esses alimentos ultraprocessados, ainda mais aqueles com desenhos e personagens, são associados a uma infância feliz”, explica Stephanie Amaral.

A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef destaca ainda que é mais difícil controlar o consumo no caso dos ultraprocessados, porque os danos que eles causam à saúde são cumulativos e não imediatos. Mesmo assim, ela acredita que as escolas podem contribuir de forma essencial:  “As famílias mostram uma confiança muito grande na alimentação escolar, o que mostra como as escolas são importantes em oferecer o alimento saudável, mas também em promover essa alimentação para as famílias”

Recomendações do estudo

Fortalecer a regulação de alimentos ultraprocessados: avançar na regulação da publicidade infantil, na tributação de ultraprocessados e na promoção de ambientes escolares saudáveis, reduzindo a exposição e o consumo desses produtos

Expandir creches e escolas em tempo integral: a ampliação da educação infantil e da jornada escolar fortalece redes de apoio às famílias, reduz sobrecargas, especialmente sobre as mulheres, e contribui para a proteção e promoção de hábitos saudáveis.

Fortalecer a orientação alimentar nos serviços de saúde: ampliar o aconselhamento alimentar, desde a gestação, de forma a promover informação de qualidade,  evitar a introdução precoce de ultraprocessados e influenciar a adoção de hábitos saudáveis desde o início da vida.

Apoiar iniciativas e lideranças comunitárias: fortalecer ações locais — como hortas, feiras, atividades esportivas e redes de apoio — amplia o acesso a alimentos saudáveis e incentiva práticas de atividade física nos territórios.

Ampliar a compreensão e o uso da rotulagem frontal: promover campanhas e ações educativas que expliquem, de forma clara, o significado da rotulagem e seu uso no dia a dia e acompanhar a efetividade da rotulagem frontal, considerando seus critérios nutricionais e formato dos alertas.

Investir em comunicação para mudança de comportamento: estratégias de comunicação devem considerar a realidade das famílias, usar linguagem simples e abordar desafios práticos, como identificar “falsos saudáveis” e melhorar formas de preparo.

Fonte: Agência Brasil
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Notícias Safra de verão

Colheita atinge 70% na área da Capal com soja a 4.250 kg/ha e milho a 11.500 kg/ha

Ampliação para 745 mil toneladas de armazenagem em Arapoti (PR) melhora logística em meio a mercado pressionado por custos e preços baixos.

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Foto: Divulgação

A colheita da safra de verão 2025/2026 na área da Capal Cooperativa Agroindustrial, que abrange cerca de 98 municípios do Paraná e São Paulo, começou em fevereiro e alcança 70%. O milho de primeira safra está com 80% da área colhida e a soja com 60%.

Segundo o coordenador regional de Assistência Técnica Agrícola (DAT), Roberto Martins, as lavouras no Paraná

Foto: Shutterstock

tiveram desenvolvimento considerado positivo, apesar da irregularidade das chuvas ao longo do ciclo. “As condições climáticas foram variáveis, mas houve bom desempenho vegetativo e reprodutivo, com baixa incidência de pragas e doenças”, afirma.

A consequência, de acordo com ele, foi uma safra tecnicamente bem conduzida, porém com variação de produtividade entre talhões e propriedades.

Para a soja, a estimativa média é de 4.250 kg por hectare. No milho, a expectativa gira em torno de 11.500 kg por hectare. Martins avalia que o clima limitou ganhos mais uniformes, mesmo com manejo adequado.

Capacidade de armazenagem de grãos da Capal é de aproximadamente 745 mil toneladas – Foto: Valderi José Maria

Armazenagem chega a 745 mil toneladas

A incorporação da Coopagrícola e a entrada em operação de 13 novos silos em Arapoti (PR) elevaram a capacidade estática de armazenagem da cooperativa para aproximadamente 745 mil toneladas.

De acordo com o coordenador de Operações de Grãos da cooperativa, Carlos Faria, a ampliação melhora a recepção no pico da colheita e reduz riscos logísticos em momentos em que o clima exige rapidez. “As novas estruturas permitem escalonar melhor o recebimento e evitam sobrecargas pontuais”, diz.

Rentabilidade pressionada

Em São Paulo, o coordenador regional do DAT, Airton Pasinatto, chama atenção para o efeito do mercado sobre o

Foto: Shutterstock

resultado financeiro do produtor. “Os custos seguem elevados, com diesel e insumos pressionados, enquanto os preços das commodities estão na ponta. Mesmo com boa produtividade, o produtor pode fechar a conta no negativo”, afirma.

Como alternativa, ele recomenda estratégias de comercialização como vendas antecipadas e travamento de preços. Segundo Pasinatto, a maior capacidade de armazenagem oferece condições para decisões de venda mais estratégicas, com menor pressão imediata por escoamento.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial
Com 65 anos de história, a Capal conta atualmente com mais de 4,7 mil associados. A área assistida ultrapassa 200 mil hectares, abrangendo 98 municípios nos estados do Paraná e de São Paulo.

Com 29 unidades de negócio e uma cadeia agrícola diversificada, a cooperativa recebe 965 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, trigo e cevada, e comercializa 890 mil sacas de café.

Na pecuária, produz 215 mil toneladas de ração anualmente, comercializa 12 milhões de litros de leite por mês e 33 mil toneladas de suínos por ano.

Guiada pelo propósito de unir pessoas, produzir alimentos e contribuir para um mundo melhor, a Capal desenvolve suas atividades com base nos princípios do cooperativismo.

Fonte: O Presente Rural com Capal
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