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44ª Expointer terá protocolos sanitários rigorosos e foco nos negócios

Expointer 2021 ocorre no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, de 4 a 12 de setembro

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Itamar Aguiar/Palácio Piratini

Faltando pouco mais de duas semanas para o início da 44ª Expointer, a feira foi lançada na quarta-feira (18), no Palácio Piratini, na capital. Depois de oferecer uma edição inédita totalmente digital em 2020 por conta da pandemia, neste ano, a maior feira agropecuária da América Latina voltará a receber público, mas com limite, e será focada no perfil de negócios, técnico e profissional, e rigorosos protocolos de saúde.

A Expointer 2021 ocorre no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, de 4 a 12 de setembro, e será uma das únicas feiras agropecuárias a ser realizada neste ano no país. Outros grandes eventos do setor, como a gaúcha Expodireto, em Não-Me-Toque, e a paulista Agrishow, de Ribeirão Preto, cancelaram sua realização em 2021, por conta da pandemia.

A secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Silvana Covatti, disse estar emocionada por lançar, junto com o governo e os copromotores, a grande feira do agronegócio do Rio Grande do Sul. Saudou os presentes, em especial a secretária da Saúde, Arita Bergmann, que a ajudou a construir a 44ª Expointer. “É com muita alegria que lançamos hoje a vitrine do agronegócio gaúcho. É um desafio imenso, mas, ao lado dos parceiros, vamos conseguir retratar as conquistas do nosso agro”.

Ela lembrou que, mesmo durante a pandemia, o setor não parou. “Tivemos uma safra de verão recorde, de mais de 20 milhões de toneladas de grãos no Rio Grande do Sul, e são boas as projeções para a safra de inverno. A nossa cadeia produtiva tem ajudado a alimentar o estado, o país e o mundo”.

Silvana destacou ainda que haverá rigor na vigilância e nos cuidados com a saúde das pessoas durante a feira. “Todos terão que seguir os protocolos elaborados pela Secretaria da Saúde e ajudar a cuidar uns dos outros. Será um espaço de troca de informações, aprendizados e negócios. Uma feira de tradição, inovação e cuidados sanitários”.

O governador Eduardo Leite afirmou que, mais uma vez, está sendo feita uma Expointer especial, por conta das exigências da pandemia. “Em 2020, já havíamos inovado, com uma edição totalmente digital. Agora, em 2021, estamos propondo um evento controlado e seguro, com a presença de pessoas no parque Assis Brasil. Uma característica comum nas duas edições: a Expointer não perdeu a sua alma empreendedora. Mais do que isso: a Expointer traduz dois traços do povo gaúcho: superação e reinvenção diante das dificuldades”.

“Chegamos seguros a este lançamento porque contamos com uma profunda interação entre as pastas da Agricultura e da Saúde, que encontraram, juntas, uma forma de fazer a edição de 2021, respeitando cuidados, mas preservando o espírito da presença do público, ainda que controlado”, complementou o governador.

Para que a Expointer fosse autorizada, a organização da feira, coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), contou com estudos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), da Secretaria da Saúde, que definiu protocolos sanitários específicos para diversos setores da Expointer.

“Em conjunto, construímos um plano para que a feira aconteça com a maior segurança possível e possamos aproveitar este espaço de visitação, de exposição e de participação da comunidade como um espaço de autocuidado e de cuidado coletivo, e que seja uma grande vivência de cumprimento de medidas sanitárias que levaremos para o cotidiano”, destacou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

“A Saúde está presente não só no planejamento e execução, mas também de forma direta na Expointer, com monitores, fiscalização, entre outras ações, para garantir que tenhamos um evento do tamanho do Rio Grande”, completou Arita.

Os cuidados com o público visitante e interno começarão na bilheteria, que será toda on-line para evitar contato e aglomerações com filas. Também haverá testes de Covid dos expositores. Os cuidados envolvem todos os setores, incluindo um cercamento eletrônico nos principais espaços, com bloqueio automático das catracas caso o limite de pessoas seja alcançado.

O público total que poderá circular pelo parque Assis Brasil por dia será de 25 mil pessoas, contando o limite de 15 mil visitantes e as 10 mil pessoas que compõem o público interno (trabalhadores em geral, expositores, copromotores, autoridades e imprensa). Com isso, o limite que o evento alcançará é de 135 mil visitas nos nove dias de evento – o que representa menos de um terço do público da edição de 2019.

Ainda assim, a Expointer está sendo considerada pelo agronegócio como a feira da retomada econômica, pois, além de voltar a ocorrer de forma presencial, ocorre na sequência de importantes momentos da agropecuária gaúcha.

Participam também da cerimônia no Salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini, de forma presencial, o vice-governador Ranolfo Vieira Júnior, secretários e deputados estaduais, o subsecretário do parque Assis Brasil, Gabriel Fogaça, e os copromotores da feira – Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS), Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS (Simers) e prefeitura de Esteio. Outros representantes setoriais e autoridades participaram de forma virtual.

Protocolos sanitários

Os portões de acesso ao parque ficarão abertos das 8h às 19h30. Os ingressos serão vendidos pela internet, antecipadamente, mediante o preenchimento de formulário elaborado pelo Cevs. Todos serão obrigados a usar máscara e passarão por uma triagem na entrada do parque, com medição de temperatura.

Não será obrigatório estar vacinado contra a Covid-19 para participar do evento. No entanto, projeções do governo do Estado indicam que todos os adultos terão recebido pelo menos a primeira dose da vacina ainda neste mês de agosto.

O público interno (expositores, copromotores e trabalhadores em geral), que estará presente durante os nove dias de Expointer, deverá providenciar o exame e apresentar o resultado negativo ou não detectável para Covid, no primeiro dia de acesso ao parque.

Dentro do Assis Brasil, haverá dispensers de álcool gel e lavatórios de mãos em pontos estratégicos. Além disso, 150 monitores treinados pela Secretaria da Saúde farão abordagens educativas sobre a prevenção contra a Covid-19, orientarão sobre uso da máscara e ajudarão a verificar o cumprimento das regras sanitárias.

Estarão proibidas as seguintes atividades dentro do parque: eventos como happy hour, coquetéis, entre outros; oferta de produtos para degustação; excursões; parque de diversões; qualquer tipo de shows, atividades promocionais ou ações que possam gerar aglomeração de pessoas; música alta que prejudique a comunicação entre clientes; danças, bailes e a permanência de pessoas em pé em ambientes fechados.

Animais, máquinas e agricultura familiar

Os animais, que configuram a principal atração da feira, apresentaram aumento expressivo na representatividade em relação à Expointer passada. Neste ano, irão a julgamento no parque 2.820 animais de argola, enquanto na edição anterior foram 1.019. O destaque será para a participação de ovinos. Ao todo, 810 ovinos foram inscritos na exposição. O número supera o de 2019 (782), a última feira antes da pandemia.

O Pavilhão da Agricultura Familiar contará com a participação de 216 agroindústrias e empreendimentos de artesanato, plantas e flores. Em 2020, foram 52 estandes em formato drive-thru.

O setor de máquinas agrícolas também estará presente. Até o início deste mês, 85 empresas já haviam confirmado participação. Segundo o Simers, a expectativa é que as máquinas faturem cerca de 40% do valor das vendas realizadas na Expointer de 2019. Naquele ano, a intenção de vendas das máquinas alcançou R$ 2,69 bilhões.

O evento contará ainda com eventos técnicos diversificados, como seminários e workshops. Quando presencial, esta programação irá acontecer a partir do cumprimento de todos os protocolos sanitários, com limitação de público por metro quadrado, distanciamento entre os assentos e higienização dos espaços.

Fonte: Assessoria

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Nova gestão da Girolando prioriza crise do leite e inovação no campo

À frente da entidade, Alexandre Lacerda defende combate às importações e ampliação do acesso ao melhoramento genético para pequenos e médios pecuaristas.

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Foto: Divulgação/Girolando

Uma das maiores entidades do setor leiteiro do país, a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando passa a ser comandada pelo pecuarista e advogado Alexandre Lopes Lacerda. A posse da Diretoria e Conselhos eleitos para o triênio 2026/2028 ocorreu na quinta-feira (26), em Uberaba (MG), e contou com a presença de diversas lideranças do agro e criadores, dentre elas a prefeita de Uberaba Elisa Araújo, os deputados federais Emidinho Madeira e Rafael Simões e o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento Thales Fernandes.

Entre as prioridades do novo presidente estão: defesa dos direitos dos produtores de leite, incluindo ações para combater a atual crise do leite; facilitar o acesso de pequenos e médios produtores às tecnologias de melhoramento genético e a animais de alta qualidade. “Queremos fortalecer o programa de melhoramento da raça Girolando, o PMGG, desenvolvendo ferramentas para potencializar a utilização das informações genética pelos criadores, permitindo a customização de índices genéticos para cada fazenda e acompanhando a evolução a cada geração. Vamos nos empenhar nesses próximos três anos para que mais e mais produtores adotem essas inovações, visando produzir um Girolando moderno, eficiente e sustentável”, assegura Lacerda.

Durante a solenidade, as lideranças presentes reforçaram a necessidade de unir forças na defesa dos direitos dos produtores rurais. Segundo o deputado Rafael Simões, uma das ações em andamento é para inibir a importação de leite do Uruguai e da Argentina, que vem prejudicando o setor. O secretário de Minas Thales Fernandes disse que o governo mineiro também vem trabalhando para vencer a atual crise do leite e para levar mais tecnologia par ao campo. O deputado Emidinho Madeira destacou a parceria com a Girolando para levar mais genética de qualidade para as pequenas propriedades leiteiras. A prefeita de Uberaba Elisa Araújo assegurou que o agro é importante para a economia da cidade e que vários projetos voltados para a pecuária estão levando mais renda para o campo.

Em seu discurso de despedida, Domício Arruda, que comandou a Girolando na gestão 2023/2025, ressaltou as realizações feitas, dentre elas a construção da Casa do Girolando no Parque Fernando Costa, a aquisição de um terreno para construção de uma nova sede, os dois anos seguidos de recordes nos registros. Segundo ele, a raça chega a 2026 mais consolidada, com várias tecnologias  de seleção dentro do PMGG e reconhecida pelo mercado internacional como a genética leiteira ideal para os trópicos.

Com mais de quatro mil associados em todo o país, a Associação de Girolando intensificará este ano ações promocionais para ampliar o consumo de leite na sociedade brasileira. Durante a Megaleite 2026, exposição nacional da raça marcada para junho, a entidade levará o tema “Aqui tem leite”, mostrando que nos mais diversos produtos, como medicamentos, alimentos, suplementos, o leite é utilizado como matéria-prima. “O leite é um produto fundamental no dia a dia das pessoas e precisamos reforçar com informações relevantes suas qualidades para o público em geral, até para combater tantas fake news que existem sobre o alimento”, diz Alexandre Lacerda, que é criador da raça Girolando há duas décadas, na Fazenda Miraí, localizada na região da Serra do Cipó, além de atuar na área de advocacia.

Fonte: Assessoria Girolando
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Sucessão no agro pode ficar até 10 vezes mais cara com nova regra do ITCMD

Tributarista alerta que mudança recente deve impactar economias de diversas regiões do Brasil, pois altera a forma de cálculo sobre imóveis rurais e pode gerar efeito em cadeia no campo.

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Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo deve ficar mais cara após a entrada em vigor da Lei Complementar nº 227, de 14 de janeiro de 2026, que alterou regras nacionais de incidência do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Editada no contexto da Reforma Tributária, as novas regras podem elevar significativamente a carga tributária sobre a transferência de patrimônio rural.

O problema não é apenas pagar mais imposto. O impacto pode ir além da família e atingir a produção e os empregos no campo. Sem a doação formalizada em vida, a transmissão patrimonial depende de inventário judicial, que pode se arrastar por 10 anos ou mais, especialmente quando há conflitos entre herdeiros.

Advogado tributarista do agronegócio Fernando Melo de Carvalho: “O planejamento sucessório deixou de ser apenas uma estratégia tributária e hoje é uma medida de proteção econômica e social” – Foto: Arquivo pessoal

De acordo com o advogado tributarista do agronegócio Fernando Melo de Carvalho, famílias com inventário em aberto podem enfrentar dificuldades para obter financiamentos, oferecer garantias e tomar decisões estratégicas. Em muitos casos, o imposto precisa ser quitado para que o inventário seja concluído.

Entre os principais pontos de mudança, está a exigência de que a base de cálculo das doações de quotas por empresas que possuem imóveis rurais passe a considerar o valor de mercado das propriedades rurais, e não apenas o valor histórico da sua integralização, como ocorria anteriormente. “A diferença pode ser expressiva. Antes, muitas doações eram feitas com base no valor contábil histórico, que frequentemente está muito abaixo do valor real patrimonial da empresa que tem fazendas. Agora, o Fisco estadual tende a considerar o valor de mercado”, explica Carvalho.

Na prática, a alteração atinge diretamente produtores que estruturaram suas propriedades dentro de empresas familiares, modelo comum no agronegócio para organização patrimonial e sucessória.

Principais mudanças

Entre os pontos que passam a exigir maior atenção estão:

  • exigência de cálculo do imposto com base no valor de mercado dos bens, inclusive no caso de quotas e ações de empresas familiares não listadas em bolsa;
  • incidência expressa sobre doações de participações societárias em holdings e sociedades agropecuárias;
  • possibilidade de cobrança sobre bens situados no exterior quando houver vínculo de residência no Brasil;
  • previsão de tributação em hipóteses como perdão de dívidas entre familiares ou sócios.

Caso prático

Em Minas Gerais, um produtor rural iniciou ainda em vida o planejamento para dividir a fazenda entre os filhos. Ele constituiu empresa, organizou as cotas e estruturou a sucessão, mas faleceu antes de formalizar a doação.

Hoje, a família enfrenta uma disputa judicial que pode durar mais de 10 anos. O imposto que poderia girar em torno de R$ 200 mil antes das mudanças agora deve ultrapassar R$ 2 milhões por conta das novas regras. “Sem liquidez imediata, os herdeiros podem ser obrigados a vender parte da propriedade rural, máquinas ou até reduzir a operação para pagar o tributo”, afirma Carvalho.

O caso, comum em situações do campo, expõe o impacto das mudanças recentes no ITCMD, tributo estadual cobrado sobre heranças e doações. O imposto incide sobre imóveis, terras, participações societárias, dinheiro e outros bens. Atualmente, a alíquota máxima é de 8%, conforme a Resolução nº 9/1992 do Senado Federal.

Impactos no campo

Ainda segundo o advogado, o aumento do custo sucessório pode provocar fragmentação de terras produtivas, perda de escala, redução de investimentos e impacto direto sobre empregos no meio rural.

Em regiões altamente dependentes da atividade agropecuária, como Mato Grosso, Triângulo Mineiro, Oeste da Bahia e Sul de Goiás, uma sucessão mal planejada pode afetar toda a economia local, desde fornecedores até o comércio.

De acordo com o IBGE, menos de 30% das propriedades rurais conseguem chegar com sucesso à segunda geração, e menos de 5% resistem até a terceira, índice que pode cair ainda mais diante do aumento do custo sucessório. “O planejamento sucessório deixou de ser apenas uma estratégia tributária e hoje é uma medida de proteção econômica e social, especialmente para essas regiões do Brasil. Sem organização prévia, o risco não é apenas pagar mais imposto, como também pode comprometer a continuidade do negócio e da renda familiar”, alerta Carvalho.

Fonte: Assessoria
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Terceiro dia do Show Tecnológico Copercampos destaca inovação e troca de conhecimento no campo

Evento em Campos Novos reúne visitantes interessados em soluções para manejo, genética e eficiência produtiva.

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Fotos: Copercampos

O terceiro dia do 30º Show Tecnológico Copercampos foi marcado por intensa participação de público, geração de conhecimento e fortalecimento da conexão entre produtores, empresas e especialistas do agronegócio. Realizado em Campos Novos (SC), o evento seguiu com grande movimentação nos espaços de exposição, vitrines tecnológicas e áreas demonstrativas, reunindo visitantes interessados em inovação e oportunidades para aumentar a produtividade no campo.

Durante toda a programação, associados e produtores rurais acompanharam orientações técnicas, conheceram novas soluções para manejo, genética, nutrição de plantas e tecnologias voltadas à eficiência produtiva. A circulação constante de visitantes reforçou o papel do evento como ambiente de troca de experiências e atualização profissional.

Um dos principais destaques do dia foi a palestra do biólogo e comunicador Richard Rasmussen, que reuniu mais de mil pessoas no espaço do Restaurante. Em sua apresentação, ele abordou os desafios da comunicação no agronegócio e a importância de aproximar o campo da sociedade, destacando que a informação clara e responsável é fundamental para o desenvolvimento do país e para a valorização de quem produz alimentos.

A programação do evento encerra nesta sexta-feira (27), quando os visitantes ainda poderão acompanhar palestras, visitar os estandes e conferir as novidades preparadas pelos expositores.

Fonte: Assessoria Copercampos
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