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3ª SNCS concretiza sucesso com aumento de 21% nas vendas

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Após duas semanas intensas de promoção da carne suína na principal empresa de varejo do Brasil, a 3ª edição da Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) é considerada um êxito para todo o setor. 
As vendas entre os dias 29 de setembro e 14 de outubro superaram a meta inicial de crescimento (15%) e chegaram a 21% em comparação ao mesmo período do ano passado. Após tanto sucesso, o Grupo Pão de Açúcar (GPA), por meio das redes Extra e Pão de Açúcar, continuará com a campanha até dezembro, com expectativa de crescimento de 30% nas vendas comparado com o mesmo período do ano passado.
Com a parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e o GPA, mais de 500 lojas por todo o Brasil foram decoradas com campanhas educativas que destacavam o conceito “Escolha + Carne Suína” para oferecer uma diversidade de cortes suínos para os consumidores, provando o potencial da proteína no mercado brasileiro. 
Intituladas “Festival dos Suínos” e “Especial Suínos”, as campanhas do Extra e do Pão de Açúcar, respectivamente, contaram com cartazes, testeiras, woblers, folhetos, folders de receitas, chamadas nas rádios internas, com foco em esclarecer e informar o cliente sobre os benefícios da carne suína. 
Além disso, as lojas ofereceram ofertas especiais no período. No Extra, além das ofertas diárias, o cliente que comprou qualquer corte de carne suína usando o Cartão Extra ganhou 20% de desconto. Já no Pão de Açúcar, cliente do programa de relacionamento Pão de Açúcar Mais encontraram descontos de até 30% em alguns cortes, além de promoções diárias que variavam de 15% a 20%.
“O GPA vem apostando na carne suína para ser uma opção na mesa do brasileiro, aliando sabor, saúde, qualidade com um custo-benefício muito bom e o resultado tem sido excelente”, afirma o gerente comercial de aves e suínos do GPA, David Buarque, que também chamou a atenção para o aumento acima do esperado durante a edição deste ano.
“As vendas tiveram um aumento acima do esperado, inclusive em regiões que não tem tanta tradição de carne suína, como o Rio de Janeiro, que aumentou em 24.8% as vendas deste ano”, ressaltou.
Campanha
O conceito “Escolha + Carne Suína” desenvolvido pela ABCS para promover a proteína foi presença constante nas gôndolas, cartazes e demais materiais de divulgação. A campanha, ainda mais informativa e educativa do que as anteriores surpreendeu o consumidor. 
Além de dicas de receitas, os materiais trouxeram informações importantes sobre a qualidade da carne e as vantagens nutricionais de incluir a proteína na dieta diária. 
Cliente do Pão de Açúcar Washington Luiz, em São Paulo, Vitória Cerboncini gostou da proposta de divulgação. 
“A campanha é visualmente muito atrativa. Já havia acompanhado as edições anteriores e, esse ano, pude notar uma evolução. A loja está bem decorada e com informações interessantes sobre o produto. Para mim, o grande diferencial está sendo a variedade de cortes e os preços. Já minha filha de 17 anos, ficou empolgada com as informações que recebeu sobre a saudabilidade da carne suína e de como essa proteína pode ser forte aliada na dieta e na prática de esportes”, disse.
A 3ª SNCS não ganhou apenas as lojas físicas e foi destaque nos sites de compra on-line tanto do Extra quanto do Pão de Açúcar. Com isso, as redes buscaram alcançar o público que não abre mão de uma alimentação diversificada e saborosa, mas sem deixar o conforto de casa.
O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, considera que a 3ª edição representa um novo posicionamento para a carne suína no varejo brasileiro através do nosso conceito Escolha Mais Carne Suína e toda a campanha. “Além de cortes suínos vendemos o verdadeiro significado dessa proteína aos colaborares do grupo e também aos clientes mostrando a qualidade, versatilidade, custo-benefício e sabor da carne suína”. 
Lopes também acredita no sucesso da ação. “Estou muito confiante e agradeço ao GPA e sua equipe pela brilhante parceria. Resultados que certamente irão além desse período de promoção nas lojas e efetivamente aumentam o consumo nas gondolas abrindo oportunidades aos frigoríficos”.
Divulgação
Presente no Facebook com postagens de alcance de mais de 870 mil pessoas, a 3ª SNCS também foi divulgada em espaços de destaque em jornais de grande circulação. Em São Paulo, foram publicados encartes com a campanha Especial Suínos do Pão de Açúcar com produtos em oferta nos principais jornais do país como a Folha de São Paulo, Estadão e o Globo. 
Os principais jornais de estados como Distrito Federal, com o Correio Braziliense, Rio de Janeiro, com o Jornal do Commércio e o Ceará com o jornal O Povo, divulgaram o encarte de ofertas destacando o conceito “Escolha + Carne Suína”.

Capacitações

O sucesso da 3ª SNCS também se deve a capacitação de profissionais envolvidos nas vendas da carne suína. Ciente da necessidade de informar os promotores de vendas do GPA, a ABCS realizou durante o mês de setembro dez treinamentos em todo o Brasil e capacitou mais de 500 líderes das redes Extra e Pão de Açúcar. Com a palestra show do ex-camelô David Portes e da nutricionista Thaliane Dias, os participantes aprenderam sobre a qualidade da carne suína, os benefícios para a saúde e dicas importantes para vender o produto.
Além disso, estão sendo ofertadas oficinas gastronômicas em diversas unidades dos supermercados. O chef André Rabelo ensina os participantes a preparar dois pratos à base de carne suína: escalope de copa lombo a provençal e cubos de pernil com ervas e cerveja. Além da receita, o chef aproveita para desmistificar a carne suína entre os participantes.
Oficinas estas que já mostraram ter um resultado muito positivo. Palco da maioria dessas ações, a bandeira Pão de Açúcar foi a que mais se destacou durante a 3ª SNCS, com crescimento de 26.9% quando comparada a edição anterior. “Conseguimos levar um bom número de clientes para a loja, o que reverteu em vendas para a rede”, explica David Buarque.
A Semana Nacional da Carne Suína já se consolidou, desde a sua estreia em 2013, como a maior campanha para promover o consumo da carne suína no Brasil. No primeiro ano, marcou um aumento de 77% nas vendas e em 2014, levou mais de um milhão de clientes às lojas Extra e Pão de Açúcar de todo o país. 

Fonte: ABCS

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ACCS cobra da CNA isenção de impostos no novo Plano Safra

Ofício enviado à CNA propõe zerar tributos na importação de grãos e revisar regras de crédito para socorrer produtores independentes.

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A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) e a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário de Concórdia protocolaram, nesta sexta-feira (17), um ofício direcionado à Comissão Nacional de Aves e Suínos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O documento, endereçado à vice-presidente da comissão, Deborah Gerda de Geus, apresenta demandas para o Plano Safra 2026/2027 com o objetivo de garantir a sustentabilidade da suinocultura independente. Atualmente, o setor enfrenta margens de lucro comprimidas, endividamento estrutural crônico e alto risco econômico.

O desafio dos custos de produção

O ofício destaca que a atividade sofre com intensa volatilidade e com ciclos de preços desfavoráveis, gerando uma forte assimetria entre as receitas do produtor e os custos operacionais. O principal desafio está na nutrição dos animais, fator que representa mais de 70% do custo total de produção nas granjas.

A região produtora enfrenta um déficit severo de grãos: o consumo atinge a marca de oito milhões de toneladas de milho, enquanto a produção local é de apenas dois milhões de toneladas. Essa diferença obriga os produtores a importarem insumos agrícolas do centro-oeste do Brasil e de países do Mercosul.

Principais propostas para o Plano Safra

Para mitigar a pressão financeira e estimular a continuidade da atividade, as lideranças de Santa Catarina listaram uma série de reivindicações técnicas para o próximo Plano Safra:

Isenção de impostos: A principal alternativa sugerida é zerar as alíquotas de PIS e COFINS na importação de grãos do Mercosul para cooperativas de produção, visando baratear os custos.

Crédito específico: O setor pede a criação de linhas de custeio exclusivas para a proteína animal. O objetivo é garantir recursos disponíveis durante todo o ano para a compra de ração, cuidados com sanidade, energia e reposição do plantel.

Limites de faturamento (Pronamp): A ACCS propõe a revisão dos critérios de Renda Bruta Agropecuária (RBA) para evitar que produtores de médio porte sejam excluídos automaticamente do crédito subsidiado. O documento alerta que um faturamento bruto elevado não significa, necessariamente, que a margem líquida de lucro do produtor seja alta.

Gestão de riscos e seguros: Há o pedido para inclusão do setor em instrumentos de gestão de risco, recomendando o estudo para a criação de seguros de margem e fundos de estabilização de renda que protejam o suinocultor de variações extremas.

Armazenagem e mercado de grãos: O documento sugere a oferta de crédito focado na formação de estoques de milho e construção de silos de armazenagem, além de incentivos para travas de preço e contratos de longo prazo (hedge).

Redução de custos cartorários: O setor reivindica a diminuição dos valores cobrados por cartórios no registro de contratos de crédito agrícola. O ofício argumenta que essas operações não configuram compra e venda de imóveis. A alta exigência de garantias físicas por parte dos bancos tem freado o crescimento dos produtores.

Importância econômica e segurança alimentar

Assinado por Losivanio Luiz de Lorenzi, presidente da ACCS, e Vinicius Cavalli Pozzo, secretário de Desenvolvimento Agropecuário de Concórdia, o ofício conclui ressaltando o papel estratégico do produtor independente. Segundo as autoridades, esses suinocultores são fundamentais para a geração de renda e manutenção da produção em pequenas e médias propriedades.

Além disso, eles desempenham um papel crucial no abastecimento de pequenos e médios frigoríficos registrados nos sistemas SIM, SIE, SISBI e SIF, que operam fora do modelo de integração dominado pelas grandes indústrias e cooperativas. A simplificação das normativas ambientais e o incentivo financeiro para adequações sanitárias e de bem-estar animal também foram citados como vitais para a modernização da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria ACCS
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Diarreia neonatal desafia produtividade na suinocultura brasileira

Estudos apontam Clostridioides difficile como principal agente em granjas, com impacto direto no desempenho e uso de antibióticos.

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Artigo escrito por Tatiana Carolina Gomes Dutra de Souza, médica-veterinária. PhD em Ciência Animal, gerente de Serviços Técnicos Suínos – Hipra e Rafael Cé Viott, médico veterinário, mestre em Ciência Animal Serviço Técnico Suínos – Hipra

Diarreia em leitões de maternidade são preocupantes para a suinocultura, por gerarem perdas por mortalidade, diminuírem o ganho de peso ao desmame, provocarem desuniformidade de lote e aumentarem o uso de antibióticos. Agentes infecciosos são amplamente conhecidos por ocasionarem as diarreias e eles podem estar associados aos fatores de risco ambientais.

Atualmente, Clostridioides difficile (C. difficile) tem sido relatado como o principal causador de diarreia neonatal em suínos em todo mundo. Em 2021, no Brasil, foram avaliadas 43 granjas (103 mil matrizes) em 8 estados (PR, SC, RS, MG, SP, GO, MA, CE) com casuística clínica de enterite em leitões do nascimento aos 12 dias de idade, em que C. difficile foi detectado em 72% (31/43) das granjas. Nestas granjas, havia co-infecção do C. difficile com E. coli em 6,4% (2/31) e com C. perfringens tipo A em 16,1% (5/31).

Em outro estudo brasileiro (205 mil matrizes), em 2024, foi observado que C. difficile esteve presente em 45% dos casos de diarreia do nascimento aos 8 dias de vida em leitões. Outro ponto interessante é que o rotavírus RVA e RVC apresentaram baixa prevalência, 4,1% e 10,4%, respectivamente, e que todos os leitões que tinham diarreia por RV tinham infecção prévia por C. difficile, sugerindo que a diarreia por rotavírus possa ser oportunista às infecções prévias por C. difficile. Isso pode ser explicado pelo fato da infecção por C. difficile ocasionar maior disbiose intestinal.

A maioria dos isolados de C. difficile produzem dois tipos de toxinas que danificam o epitélio intestinal do leitão: toxina A, uma enterotoxina e toxina B, uma citotoxina. A doença causada pelo C. difficile pode ser associada ao uso de antibióticos, que levam a uma alteração na microbiota entérica e oportunizam a colonização pelo agente. Assim, o uso de antibiótico para controle de diarreia em leitões pode predispor à diarreia por C. difficile.

Esporos de C. difficile são eliminados nas fezes das matrizes lactentes, e podem ser ingeridos pelos leitões, e ao chegarem no cólon se aderem e colonizam o epitélio e produzem principalmente as toxinas TcdA, TcdB. Com isso, ocorre colite e edema de mesocólon causado pelo aumento da permeabilidade vascular e a diarreia é resultado da má absorção de líquidos devido ao dano no epitélio.

Sinais clínicos

Os principais sinais clínicos em leitões acometidos por C. difficile são dispneia, distensão abdominal e diarreia. Também pode-se observar somente baixo ganho de peso. As lesões macroscópicas observadas na autopsia são enterite inflamatória, edema de mesocólon (Figura 1) e com auxílio da histopatologia pode-se observar na microscopia acúmulo de neutrófilos e fibrina na lâmina própria.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser realizado pelo isolamento das colônias do C. difficille, contudo, este processo é demorado, trabalhoso e difícil de ser realizado e ainda é necessário pesquisar as toxinas para identificar as cepas toxigênicas. As toxinas TcdA, TcdB são as principais responsáveis pelo desencadeamento da doença e a detecção delas nas amostras fecais podem sugerir que C. difficile esteja associado ao desafio entérico. A associação desta técnica com a histopatologia são importantes para excluir outros agentes como causador da diarreia.

Prevenção

A forma mais eficaz para prevenção de diarreia e mortalidade por C. difficile é a vacinação. É interessante salientar a importância de ela proteger contra as toxinas A e B do C. difficile, visto que estas toxinas são as principais responsáveis pelo desencadeamento da doença no leitão. Desta forma, vacinas contendo apenas o agente, como vacinas autógenas, podem não ser tão eficazes quanto ao uso de vacinas contendo toxóide A e B.

Recentemente, no Brasil, avaliou-se o uso de vacina contendo toxóide A e B do C. difficile em matrizes gestantes em granja com 10 mil matrizes. Neste estudo, a incidência de diarreia em leitões reduziu de 8% para 2% após a vacinação, a mortalidade total dos leitões reduziu de 7,98% para 5,68% e houve redução de 84% no uso de antibióticos injetáveis na fase de maternidade. Além disto, os leitões filhos de fêmeas vacinadas tiveram melhor uniformidade ao desmame e GPDm 250 gramas, comparado ao grupo não vacinado que foi de 233 gramas.

Em outro estudo brasileiro com a utilização da mesma vacina contendo toxóide A e B do C. difficile obteve melhora em 14,5 g/dia no ganho de peso diário dos leitões na fase de maternidade, as leitegadas desmamadas eram mais uniformes, a prevalência de diarreia e o uso de antibiótico foram menores comparado aos leitões filhos de fêmeas não vacinadas.

Nesse cenário, C. difficile está presente nas granjas brasileiras ocasionando diarreia, mortalidade, perda de desempenho e uso excessivo de antibióticos em leitões.

Os estudos e as observações de campo sugerem que a vacinação contendo toxóide A e B do C. difficile em fêmeas gestantes tem se mostrado eficaz no controle da doença e na redução de perdas ocasionadas por ela em granjas brasileiras.

A edição também está disponivel na versão digital, com acesso gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Exportações de suínos do Paraná atingem 21,36 mil toneladas em março

Volume cresce 10,1% em relação a 2025, com forte demanda internacional.

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A suinocultura paranaense enviou 21,36 mil toneladas para o mercado externo em março de 2026, configurando o melhor desempenho exportador para este mês, segundo o boletim semanal do Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, divulgado nesta quinta-feira (16).

O resultado foi impulsionado pela demanda do mercado filipino, que importou 4,64 mil toneladas no terceiro mês de 2026, um aumento de 86,9% (2,16 mil toneladas) em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Março registrou o quarto melhor resultado da história, ficando atrás apenas dos volumes exportados em setembro (25,18 mil t), outubro (22,18 mil t) e dezembro (22,12 mil t) do ano passado.

Foto: Fernando Dias

Os dados da plataforma Comex Stat/MDIC, que levantam os números das exportações brasileiras desde 1997, mostram que as 21,36 mil toneladas exportadas em março representam um aumento de 10,1% em relação a março de 2025. Esse padrão de resultados recordes vem sendo observado no Paraná desde julho de 2024.

O boletim traz notícias positivas também para a pecuária leiteira. Após a alta no preço do leite no varejo, evidenciada na última pesquisa elaborada pelo Deral referente ao mês de março, o valor recebido pelo produtor também passou a se movimentar no mesmo sentido na última semana. Houve um avanço de 12,8% em relação à semana anterior.

“O pecuarista passou a receber, em média, R$ 2,43 por litro posto na indústria, ante R$ 2,15 registrados na pesquisa anterior. O período de entressafra das pastagens, aliado à redução na captação, é o principal fator por trás da valorização do produto”, explicou o veterinário do Deral Thiago de Marchi da Silva.

Frango

O custo de produção do frango vivo no Paraná está estabilizado em R$ 4,72/kg, informa o técnico do Deral, Roberto Carlos de Andrade e Silva. Já o preço nominal médio pago ao produtor fechou o mês passado em R$ 4,59/kg – 2,75% menor que no mês anterior.

A alta dos insumos é a principal causa do aumento dos custos de produção. Segundo informações da Deral, o preço do milho no atacado paranaense, em março, atingiu R$ 62,92 a saca de 60 kg, representando um aumento de 2,5% em relação ao mês anterior. Roberto Carlos ressalta que os indicadores de março ainda não sofreram os impactos do conflito entre Estados Unidos/Israel contra o Irã, iniciado em fevereiro.

“Como a guerra teve início no fechamento do bimestre, os números de março ainda não refletiram os custos dos insumos que tendem a subir num cenário de guerra, mesmo que bem longe do Brasil”, observou.

Óleo de soja

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Houve redução no valor do óleo de soja no varejo nos primeiros três meses do ano, em comparação ao preço médio de 2025. A redução se deve à retração do preço da soja em grão. Em março, o preço recebido pelo produtor de soja fechou em R$ 115,09 por saca de 60 quilos, 3% inferior à média de 2025.

A pesquisa de preços no varejo, realizada mensalmente pelo Deral, apontou que a embalagem de 900ml de óleo de soja foi comercializada no Estado a R$ 7,25, na média, em março, enquanto no ano passado era de R$ 7,42. Assim, os preços atuais estão 2,3% menores em relação à média de 2025. Já na comparação com fevereiro, houve alta de 2,1%.

Fonte: AEN-PR
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