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2º Fórum Bioinsumos no Agro reúne especialistas para evidenciar potencial do mercado no país
Autoridades, lideranças, executivos e pesquisadores vão tratar, nesta quinta-feira (09), sobre regulamentação, temas para o desenvolvimento sustentável e modelos de negócio, gestão e marketing.

O agronegócio estará reunido nesta quinta-feira, dia 9 de outubro, no Auditório da Ocesp, em São Paulo, para acompanhar as discussões mais importantes relacionados à cadeia dos bioinsumos com o objetivo de fortalecer e difundir o setor no país. O 2º Fórum Bioinsumos no Agro é uma promoção da Embrapa, Sistema Ocesp e Sociedade Rural Brasileira (SRB), organizado pela Araiby. Para se inscrever gratuitamente, acesse clicando aqui.
A programação terá início às 13h45, com a solenidade de abertura, que terá os pronunciamentos de Guilherme Piai, secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Silvia Massruhá, presidente da Embrapa, Jacyr Costa, presidente do Conselho Consultivo do Fórum e do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Cosag/Fiesp), Sergio Bortolozzo, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Edivaldo Del Grande, presidente da Ocesp.
Na sequência, o painel “Prioridades para o desenvolvimento sustentável” debaterá a importância e a valorização dos bioinsumos para o desenvolvimento sustentável no agro, as linhas de pesquisa neste segmento que estão sendo realizadas no país e perspectivas de novos estudos na área. Moderado por João Adrien, vice-presidente da SRB, o painel terá a participação confirmada de Eduardo Bastos, diretor do Instituto de Estudo do Agronegócio (IEAg) da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Guilherme Bastos, coordenador da FGVAgro, e Rodrigo Mendes, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente.
Francisco Matturro, presidente executivo da Rede ILPF e diretor da ABAG, moderará o painel “Modelos de Negócios, Gestão e Marketing”, que trará assuntos como a importância do cooperativismo para a área de bioinsumos, a formação e qualificação de mão de obra no setor e como construir valor para os bioinsumos no mercado através da comunicação e marketing. Participam do painel Matheus Kfouri Marino, presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, Marco Vinholi, diretor do Sebrae-SP, o jornalista José Luiz Tejon e Camila Macedo Soares, sócia-diretora da Biomarketing.
Para a mesa redonda “Regulamentação – Questões relevantes e perspectivas sobre a Lei dos Bioinsumos”, a ser moderada por Roberto Betancourt, vice-presidente da Fiesp, estarão como debatedores Carlos Goulart, secretário do Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA), Artur Soares, diretor de Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (ABINBIO), Roberto Levrero, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (ABISOLO), Eduardo Martins, presidente do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS), Amália Borsari, diretora de Bioinsumos da CropLife Brasil (CLB) e Lídia Cristina Jorge dos Santos, consultora Jurídica do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (SINDIVEG).
O 2º Fórum Bioinsumos no Agro terá ainda as considerações do Roberto Rodrigues, professor Emérito da Fundação Getúlio Vargas e Envoy do Agro Brasileiro na COP 30, antes do encerramento, que terá os pronunciamentos de Alberto Amorim, secretário-executivo da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e de Roberto Betancourt (Fiesp).
Com apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e de entidades relevantes do agro como, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (ABINBIO), Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (ABISOLO), CropLife Brasil (CLB), Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Sebrae-SP, Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (SINDIVEG), entre outras, o 2º Fórum Bioinsumos no Agro tem o patrocínio da OCESP, ABINBIO, Faesp/Senar e Itaú BBA.


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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.
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Soja em grão mais que dobra exportações em março
Embarques atingem 14,51 milhões de toneladas, alta de 105% sobre fevereiro, enquanto farelo registra recorde para o mês e óleo recua 13% com menor demanda externa.

A demanda internacional sustentou os preços da soja em grão e do farelo no mercado externo ao longo da última semana, enquanto o óleo de soja seguiu trajetória oposta, influenciado pela desvalorização do petróleo.

Foto: Divulgação
No Brasil, os preços do complexo soja recuaram de forma generalizada, conforme levantamento do Cepea. A pressão vem da combinação entre maior oferta doméstica e valorização do real frente ao dólar, fator que reduz a competitividade das exportações.
No comércio exterior, os dados da Secex mostram forte avanço nos embarques de soja em grão. Em março, o país exportou 14,51 milhões de toneladas, volume mais que duas vezes superior ao de fevereiro (+105,29%) e ligeiramente inferior ao registrado no mesmo mês de 2025 (-0,96%).
O farelo de soja manteve ritmo elevado de embarques e atingiu recorde para março, com 1,92 milhão de toneladas exportadas.
Já o óleo de soja apresentou retração. Os embarques somaram 176,91 mil toneladas em março, queda de 13,02% frente ao mês anterior. Segundo o Cepea, o recuo está associado à menor demanda de mercados como Índia e Uruguai, além da ausência da China entre os compradores no período.
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Conab eleva estimativa de safra de grãos para 356,3 milhões de toneladas
Volume estimado representa um incremento de 4,1 milhões de toneladas em relação à temporada de 2024/25 e uma alta de 2,9 milhões de toneladas em comparação ao último levantamento.

A produção de grãos na safra 2025/26 pode chegar a 356,3 milhões de toneladas, Os dados estão no 7º Levantamento de Grãos para o atual ciclo, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume estimado representa um incremento de 4,1 milhões de toneladas em relação à temporada de 2024/25 e uma alta de 2,9 milhões de toneladas em comparação ao 6º Levantamento publicado no mês anterior. Caso o resultado se confirme, este será um novo recorde no volume a ser colhido pelos produtores brasileiros.

Foto: Shutterstock
A área semeada no atual ciclo deve registrar um crescimento de 2%, projetada em 83,3 milhões de hectares, enquanto que a produtividade deve sair de 4.310 quilos por hectares na safra passada para 4.276 quilos por hectares no ano safra 2025/26. Mesmo com a redução prevista de 0,8%, este é o segundo melhor desempenho médio nacional já registrado pela série histórica da Companhia.
A Conab prevê uma nova produção recorde para a soja, sendo estimada em 179,2 milhões de toneladas. A redução das precipitações em março garantiu melhores condições de campo para que a colheita pudesse evoluir, chegando a 85,7% da área. Mesmo com importantes estados produtores de soja apresentando um desempenho médio inferior ao registrado no ciclo passado, a produtividade média nacional das lavouras da oleaginosa foi a melhor já registrada, projetadas neste ciclo em 3.696 quilos por hectares.
Para o milho, segundo cultura mais cultivada no país, a Conab espera uma produção total de 139,6 milhões de toneladas, representando

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recuo de 1,1% em relação ao ciclo anterior. Enquanto que o cultivo da primeira safra do grão registrou uma elevação na área, estimada em 4,1 milhões de hectares, refletindo em uma alta da produção, podendo chegar a 28 milhões de toneladas; na segunda safra do cereal a colheita está prevista em 109,1 milhões de toneladas, redução de 3,6% em relação ao volume obtido na temporada 2024/25. A semeadura do segundo ciclo do milho está em fase conclusiva, e as lavouras se encontram desde a germinação à floração.
De acordo com o levantamento da Conab, também é esperada uma menor produção de arroz. Na atual safra, a produção está estimada em 11,1 milhões de toneladas, 12,9% inferior ao volume produzido na safra passada, esse resultado é atribuído, sobretudo, à redução de 13,1% na área de plantio, aliada às condições climáticas menos favoráveis em algumas lavouras. A colheita nos principais estados produtores atinge 72% no Rio Grande do Sul, 93% em Santa Catarina e 52% em Tocantins.
Assim como o arroz, a produção total de feijão indica um volume de 2,9 milhões de toneladas, redução de 5,2%, quando comparada com a safra anterior. Mesmo com a queda, o volume estimado na safra 2025/26 assegura o abastecimento interno.

Foto: Shutterstock
Para o algodão, a expectativa é de uma colheita de 3,8 milhões de toneladas de pluma, redução de 5,8% em relação ao ciclo anterior, reflexo de uma diminuição de 2,1% na área plantada, estimada em 2 milhões de hectares. Até o período da pesquisa, as condições climáticas foram favoráveis, e as lavouras apresentavam um bom desenvolvimento.
Mercado
Neste levantamento, a Companhia ajustou as estimativas para o estoque de passagem de milho, uma vez que a produção total do cereal foi reajustada para 139,6 milhões de toneladas. Com isso, a nova expectativa é de um volume de 12,8 milhões de toneladas ao final de janeiro de 2027.
As exportações seguem previstas em 46,5 milhões de toneladas, enquanto que o consumo interno teve uma leve variação sendo estimado em 96,5 milhões de toneladas.




