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2º Fórum Bioinsumos no Agro ressalta como ampliação do uso de bioprodutos alia sustentabilidade e produtividade
Marcado para o dia 09 de outubro, evento, que está com as inscrições abertas, terá dois painéis e uma mesa redonda com especialistas do setor.

O Brasil tem se destacado pelo uso crescente de bioinsumos, buscando atender a tendência de unir alta produtividade com práticas de produção agropecuária sustentáveis e redução de custos. Um estudo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) aponta que a utilização dos bioprodutos pode gerar uma economia de até US$ 5,1 bilhões para o país nas principais culturas de gramíneas (arroz, milho, trigo, cana-de-açúcar e pastagens), com possibilidade de redução de até 18,5 milhões de toneladas de emissões de CO₂ equivalente.
Para debater esse tema, demonstrando como o estímulo à maior aplicação dos bioinsumos é fundamental para garantir a competitividade do agro, em meio aos desafios geopolíticos e às mudanças climáticas, acontecerá no dia 09 de outubro, no Auditório da Ocesp, em São Paulo, o 2º Fórum Bioinsumos no Agro. Para se inscrever, acesse o site oficial clicando aqui.
O evento reunirá lideranças, autoridades, executivos e especialistas dos setores público e privado, pesquisadores e representantes de entidades setoriais para tratar dos temas mais importantes para a promoção e fortalecimento do uso de bioinsumos no agro nacional.
A programação contará com os painéis: “Prioridades para o desenvolvimento sustentável” e “Modelos de Negócios, Gestão e Marketing”, e uma mesa redonda “Regulamentação – Questões relevantes e perspectivas sobre a Lei dos Bioinsumos”.
Entre os confirmados estão: Carlos Goulart, secretário do Mapa, Guilherme Piai, secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Alberto Amorim, secretário-executivo da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Roberto Rodrigues, professor Emérito da Fundação Getúlio Vargas e Envoy do Agro Brasileiro na COP 30, Jacyr Costa, presidente do Conselho Consultivo do Fórum e do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Cosag/Fiesp), Sergio Bortolozzo, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Marcelo de Godoy, presidente da Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (Abinbio), Roberto Levrero, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), Eduardo Martins, presidente do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS), Amália Borsari, diretora de Biológicos CropLife Brasil (CLB), Eduardo Bastos, diretor do Instituto de Estudo do Agronegócio (IEAg) da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marco Vinholi, diretor dor Sebrae-SP, João Adrien, vice-presidente da SRB, Roberto Betancourt, vice-presidente da Cosag/Fiesp e o jornalista José Luiz Tejon.
Os produtos biológicos melhoram a saúde do solo, apresentam baixa toxicidade e são biodegradáveis, além de estarem relacionados diretamente à redução das emissões de carbono na agricultura. Assim a utilização dessa tecnologia para controle de pragas e doenças, para promoção do crescimento das plantas, para fertilização e correção do solo, para aumentar a resistência das plantas contra o estresse é peça-chave para o agro nacional.
Uma promoção da Embrapa, Sistema Ocesp e Sociedade Rural Brasileira (SRB), organizado pela Araiby, o 2º Fórum Bioinsumos no Agro conta com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e de entidades relevantes do agro como Abag, Abinbio, Abisolo, CropLife Brasil, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Sebrae-SP, Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), entre outras.
Ao longo do evento, os especialistas abordarão ainda temas como as políticas públicas, o estímulo aos investimentos em tecnologia, inovação e em novas pesquisas, e o aprimoramento de novos mercados podem contribuir para o crescimento do mercado de bioinsumos, bem como o papel das cooperativas neste processo.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





