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2ª Semana Nacional da Carne Suína

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Entre os dias 03 e 17 de setembro acontece a 2ª Semana Nacional da Carne Suína. A iniciativa, que está na segunda edição, concatena várias ações pelo país para promover a qualidade e o sabor da carne suína entre os brasileiros e elevar o consumo da proteína no país.
A Agenda reúne e traz visibilidade às iniciativas do setor a fim de potencializar os resultados da 2ª Semana Nacional da Carne Suína, que ocorre nas mesmas datas, em todas as lojas do Pão de Açúcar e do Extra em 16 estados. O prazo para inscrever as ações de sua associação de criadores, empresas do setor, frigoríficos ou produtores vai até 1º de setembro.
A abertura oficial da 2ª Semana Nacional da Carne Suína que ocorreu ontem(03), na sede do GPA em São Paulo, contou com a presença de várias autoridades. Entre os presentes, estiveram o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o gerente de agronegócio do Sebrae Nacional, Enio Queijada, o presidente da ABRAS, Fernando Yamada, o superintendente do Mapa no Estado de São Paulo, Francisco Jardim, o vice-presidente do GPA, Peter Estermann, o vice-presidente da ABPA, Rui Vargas, presidentes de entidades estaduais, dezenas de parceiros da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e amigos da suinocultura brasileira, entre outros.
Durante o evento diversos parceiros e autoridades se pronunciaram sobre essa importante ação do setor envolvido com a suinocultura.
O presidente da ABCS, Marcelo Lopes destacou a importância da presença de tantas autoridades prestigiando a Semana Nacional da Carne Suína. “Os resultados alcançados na primeira edição e o trabalho demonstrado desde sempre pela ABCS cativaram este apoio e reconhecimento. A preparação desta edição está praticamente concluída e, agora, vamos todos juntos para aumentar o consumo de carne suína”, diz.

Parceria

O gerente de agronegócio do Sebrae Nacional, Enio Queijada, destacou o objetivo do serviço nacional em apoiar ações como o PNDS e a Semana Nacional da Carne Suína da ABCS. "Qualificar todo o setor é um desafio amplo que a ABCS, por meio do PNDS, vem executando com êxito. Vemos isso nos mercados. Os consumidores buscando a carne suína. Isso significa sustentabilidade para os produtores em todo o país", relacionou.
Queijada, afirma ainda que o conjunto de ações para incentivar o consumo de carne suína no país, realizado pela ABCS, já muda o conceito do consumidor.
"Hoje já vejo uma série de mitos esclarecidos nos pontos de venda. A terceira idade, por exemplo, já saiu em defesa da carne suína", destacou.
O superintendente do Mapa no Estado de São Paulo, Francisco Jardim, elogiou a parceria entre a ABCS, a suinocultura brasileira e o GPA como exemplo a ser seguido e parabenizou a cadeia produtiva pelas ações de fomento do consumo de carne suína no país. "A suinocultura brasileira demonstra como um setor organizado pode avançar. Nós, do Ministério, apoiamos este tipo de iniciativa e desejamos todo o sucesso", enfatiza Jardim.
 
O presidente da ABRAS, Fernando Yamada, por sua vez, reafirmou o apoio da associação de supermercados à Semana Nacional da Carne Suína e os esforços do GPA e da ABCS para oferecer um produto tão qualificado como a carne suína aos consumidores. "Reafirmamos o apoio às ações da ABCS e do GPA. É um trabalho muito bem feito e interessante. Desejamos novo sucesso", concluiu.
O vice-presidente da ABPA, Rui Vargas, ressalta alegria do setor e a importância de um enfoque integral de cadeia produtiva . "Percebo um otimismo muito grande de todos os agentes do setor, não só pela 2ª Semana Nacional da Carne Suína, como também pela força do setor que está tão acostumado a superar desafios. Novos desafios virão, mas a ABPA sempre será parceira e apiará ações como essa que visam uma melhora para todos nessa cadeia", destacou. 
O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, falou também da importância na parceria existente e das estratégias da 2ª Semana Nacional da Carne Suína para a suinocultura brasileira e também para o país. "Queremos agradecer o Sebrae Nacional, o GPA e o Mapa pelo apoio e pelo grande trabalho que está sendo feito. Estar na maior rede de varejo da América Latina não é pouco. Hoje é um dia de festa, mas devemos pensar no que faremos nos próximos anos pelo setor. Temos muito o que fazer pelo setor e precisamos do envolvimento de todos para passos ainda maiores", resumiu.

Palestra

Durante o lançamento da 2ª Semana Nacional da Carne Suína, houve também uma palestra proferido pelo médico Dráuzio Varella que falou sobre os “mitos” relacionados ao consumo de proteína animal.
Dráuzio Varella, famoso por seus quadros sobre saúde no programa Fantástico, explicou durante sua palestra que a crença de que o consumo de carne pode ser prejudicial começou na década de 1960, nos EUA, mas hoje se sabe que se trata de uma relação "simplória". 
"Criou-se quase um dogma de que a carne eleva o colesterol e ele seria responsável pelos problemas cardíacos. Isso não é assim, é um mito. Por conta disso, as pessoas substituíram a carne por excesso de carboidratos. Formou-se uma geração de obesos. Na verdade, o único tipo de gordura que faz mal é a trans que não está nas carnes", destacou.
Dr. Dráuzio falou ainda das dificuldades de esclarecer mitos sobre alimentos. "Provar que um alimento não faz mal é muito mais difícil. Para se ter uma ideia, um pesquisador americano publicou, alguns anos atrás, que uma pesquisa para comprovar que um determinado alimento não faz mal requer 20 anos de estudos e o custo seria de US$ 1 bilhão naquela época. Como pagar um estudo desse?", Enfatizou.

Fonte: O Presente Rural com Informações da Ass. da ABCS

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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