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2ª Conbrasul Ovos: Hy-Line anuncia participação em evento que começa neste domingo, 16

Encontro realizado pela Asgav, a Associação Gaúcha de Avicultura, vai reunir a elite da avicultura de postura mundial em Gramado, RS

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Diretor Geral da Hy-Line no Brasil, Tiago Lourenço - Foto: Divulgação

A Hy-Line do Brasil confirmou seu apoio à 2a Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (2a Conbrasul Ovos), que vai ser realizado a partir deste domingo, de 16 a 19 de junho em Gramado, na serra gaúcha. O objetivo é participar das discussões sobre as mais recentes tecnologias e inovações para o setor, além de encontrar vários produtores de ovos do Brasil e de outros países e empresários do setor para intercâmbio de informações sobre mercado, tendências e perspectivas para o segmento, anunciou o diretor Geral da Hy-Line no Brasil, Tiago Lourenço.

Durante o encontro, a empresa vai destacar resultados atualizados de seus produtos, como W-80, W-36 e Hy-Line Brown, além de atender reuniões específicas sob demanda, disse o executivo. Ele destaca o sucesso da primeira edição do evento, com público de alto nível e formadores de opinião, além de debates sempre atuais e relevantes, que agregam bastante para produtores e para todo o setor de postura comercial. “Estamos em um momento muito importante para o segmento, que demanda discussões maduras, ajustes e entendimento dos novos rumos que o Brasil precisará tomar. E, neste contexto, a conferência Conbrasul vem justamente para atender esta demanda”, disse Lourenço.

O executivo lembra que o país superou a marca de consumo “maduro” com mais de 4 ovos por semana, o que traz ao segmento novas discussões sobre a atividade. “Com os atuais 212 ovos per capita ao ano necessitamos discutir novas demandas do consumidor, como seguir fortalecendo o produto ovo e aumentando este consumo, os riscos de imagem para nosso setor, futuras legislações, diferentes sistemas de produção e o nosso posicionamento global como o 4º maior produtor do mundo, que logo alcançaremos. E este evento é uma oportunidade única para todo este debate”, afirmou.

Chamando a Conbrasul de tropicalização da conferência internacional do IEC (International Egg Comission), Lourenço defende que o encontro promove uma interação relevante dos produtores de ovos brasileiros com a Organização Mundial da Indústria e Produção de Ovos, não somente através da atualização por palestras e painéis de discussão, mas também pelo networking e interatividade com as principais autoridades, empresários, produtores, formadores de opinião e cientistas do nosso setor em nível mundial.

Dois anos atrás, quando foi realizada a primeira edição do evento no país, o cenário era de incertezas sobre bem-estar animal e sistemas de produção. Agora, com a atividade mais amadurecida, o executivo acredita encontrar em Gramado um setor que aprendeu com tais desafios, amadureceu entendimentos de mercado e posicionamento de suas empresas e debates voltados para como suprir adequadamente um mercado cada vez mais exigente, sem atalhos, e cumprindo com responsabilidades desde a segurança alimentar a produtos livres de resíduos e contaminantes, e de certificações a uma melhor apresentação do produto ovo.

“Os produtores querem saber de resultados e rentabilidade neste mercado cada vez mais desafiador. Além disso, estarão lá, assim como nós, para interagir com inovações e perspectivas futuras do setor de ovos. Por isso, entre nossos destaques, vamos falar da Hy-Line Brown, que é a linhagem que mais chamou atenção em 2018, com excelente desenvolvimento nos mercados do Nordeste e do próprio Sul, onde já é fortemente presente. Na última edição da Conbrasul compartilhamos os excelentes resultados da recém-lançada linhagem Hy-Line W-80, que segue ganhando espaço e participação de mercado ano após ano, no Brasil e no mundo”, afirmou o executivo.

Outras informações sobre a 2ª Conbrasul estão disponíveis no site www.conbrasul.ovosrs.com.br, através do telefone (51) 3228. 8844, com Kamila Beheregaray, ou pelo e-mail: comercial.conbrasul@ovosrs.com.br.

 

Apoio

A 2ª Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (Conbrasul Ovos) vai acontecer de 16 a 19 de junho, em Gramado, na serra gaúcha, com o apoio de algumas das mais importantes empresas e entidades da avicultura de postura. Entre os patrocinadores, estão confirmadas empresas como Grupo Fasa na cota ovo de Ouro, Auster, Bionutri, Grasp e Orffa na cota Ovo de Prata. Na cota Ovo de bronze estão Cargill Alimentos/Nutron, DSM, Mercoaves e Vencomatic. Entre as apoiadoras estão Agroceres Multimix, Artabas, Anpario, Alltech do Brasil, Big Dutchman, Boehringer Ingelheim Saúde Animal, BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), Hy Line do Brasil, Kilbra, Lohmann do Brasil, MSD Saúde Animal, Nutria, Plasson, Rio Bonito, Tecnobach, TNS Solution, Trouw Nutrition e Vaccinar.

Já consagrado em sua primeira edição em função do elevado nível de público, dos debates e palestrantes, o evento tem ainda o apoio institucional de algumas das mais renomadas entidades do mundo, como Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Instituto Ovos Brasil (IOB), International Egg Commission (IEC), Organização Mundial da Indústria e Produção de Ovos e Egg Farmers Canadá. As principais mídias do segmento também já confirmaram participação, como os jornais A Hora do Ovo e O Presente Rural, e as Revistas AviNews, Feed&Food e AviSite/OvoSite.

Fonte: Assessoria Conbrasul
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Auster orienta sobre passo a passo para estruturar a granja de postura eficiente e rentável

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Divulgação Auster

Montar uma granja de postura pode ser um negócio atrativo financeiramente. Entretanto, o processo engloba diversas fases e adequações, visando não apenas o lucro e a produção, mas considerando também a biossegurança o bem-estar das aves e o escoamento da produção. Guilherme Lima, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal, afirma que os primeiros passos desse projeto são trabalhosos e requerem pesquisa para evitar transtornos e futuros prejuízos. Entre os pontos que devem ser destacados para começar o negócio, estão organização, rígida análise de custos, instalações adequadas, aquisição de aves, higiene, alimentação e saúde.

O consultor técnico da Auster destaca que o novo produtor deve levantar informações essenciais, como a legislação vigente nos âmbitos nacional e regional, que regulamenta a produção de aves de postura, incluindo os devidos registros da granja, acompanhamento do responsável técnico, conhecer mercado e a demanda de produtos específicos, como ovos caipiras, orgânicos, brancos ou vermelhos para assim definir o sistema de criação que deverá ser adotado, verificar o fornecimento de insumos para alimentação e saúde das aves, disponibilidade de água potável com qualidade e quantidade, além de consultar profissionais qualificados para o planejamento e construção dos aviários, visando o acesso à granja e o bem-estar das poedeiras.

Após esse primeiro momento, devem ser levados em consideração outros pontos relevantes. Quanto à aquisição das aves, Guilherme Lima explica que “há no mercado diversas empresas de genética de qualidade que fornecem as pintainhas. É preciso ter atenção ao manejo das aves nas fases iniciais. Com aproximadamente 17 semanas de vida, elas começam a produzir os primeiros ovos. Também há empresas especializadas na comercialização de aves recriadas, ou seja, com 16 a 18 semanas, já na fase de pré-postura (frangas)”.

Em termos de instalações, o consultor técnico da Auster preconiza que deve ser levada em consideração o plantel de poedeiras a ser alojado e o sistema de criação escolhido – caipira, cage free e free range não necessitam de gaiolas pois as aves ficam soltas, mas precisam de espaço maior para a criação, construção de ninhos, utilização de cama e sistema de climatização específico. Já no sistema de criação em gaiolas, o avicultor necessita de espaço menor, tendo em vista a maior densidade de aves por m². Já as instalações para água e alimentação dependem do tipo de criação, tendo inúmeras opções disponíveis no mercado. “O mais importante, nesse caso, é o livre acesso das aves à comida e água”.

“Em todos os sistemas, é muito importante verificar a iluminação, tendo em vista que esse é um ponto diretamente relacionado à produção de ovos. As aves são reprodutoras de dias longos, ou seja, necessitam de determinada quantidade de luz a mais por dia para estimular os hormônios da reprodução e aumentar a postura. São necessárias aproximadamente 16 horas de luz diária – um exemplo básico para este cálculo é levar em consideração 12 horas de luz natural e 4 horas de luz artificial”, informa Guilherme Lima.

A higiene é outro ponto crucial não apenas no início do negócio, mas em todo o processo. “A legislação vigente descreve detalhadamente os cuidados dos produtores em relação às instalações, incluindo as barreiras físicas no entorno da granja, visando sempre a biossegurança do sistema. Os produtores também devem se atentar ao calendário de vacinação das aves, tendo como base as doenças mais importantes, o controle de pragas, os endo e ectoparasitas”, afirma o consultor técnico da Auster. As instalações também devem ser higienizadas com frequência, além da limpeza diária de comedouros e bebedouros.

A alimentação varia de acordo com as fases de criação e idade das aves, sendo pré-inicial, inicial, crescimento (fases de cria e recria), pré-postura e postura (fases de produção). Pode-se incluir subdivisões nas fases de produção, como pico de postura, postura 1, postura 2, postura 3. “Cada fase exige uma demanda nutricional específica e essa deve ser atendida sem que haja falta nem excesso de nutrientes. Afinal, a alimentação é o principal custo da avicultura e, portanto, precisa de atenção especial”, destaca Lima.

A Auster Nutrição Animal oferece linhas nutricionais completas para a avicultura de postura, baseadas em cada fase de produção das aves. A linha Númia atende a todas as fases e sistemas de criação, visando melhor desempenho produtivo dos animais. A linha Aela conta com pacote enzimático, que possibilita dietas sustentáveis com menor custo e melhores resultados zootécnicos. E a linha Prius, composta por produtos energéticos que ajudam no balanceamento das dietas suprindo as necessidades das aves, com consequente aumento da produtividade.

Além disso, a Auster conta com equipe técnica especializada, preparada para atender em todo o território nacional, oferecendo pacotes nutricionais específicos, baseados nas disponibilidades de matérias-primas regionais, assim como nas particularidades do sistema de criação escolhido.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Nebulização dos galpões com desinfetantes adequados protege aves contra doenças respiratórias

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Foto Embrapa: Paulo Giovani Abreu - Divulgação Sanphar

A chegada do verão com altas temperaturas e baixa umidade é um fator de risco para a qualidade do ar, o que aumenta o desafio em termos de problemas sanitários das aves. “Essas condições favorecem o aparecimento de doenças respiratórias, como bronquite infecciosa, laringotraqueíte e pneumovírus, além da irritabilidade no trato respiratório, seja de forma biológica ou física”, explica Ana Caselles, gerente técnica regional da SANPHAR Saúde Animal. “O período mais quente é ideal para a suspensão de alguns bioaerossóis – partículas, partes ou micro organismos inteiros que podem provocar algum tipo de infecção nas aves a partir do contato e quantidade de partículas físicas presentes nos galpões”, complementa Ana.

A gerente técnica da SANPHAR recomenda a nebulização dos galpões como alternativa mais indicada para lidar com esses bioaerossóis e doenças respiratórias. “A nebulização é recomendada para baixar a pressão de infecção nos galpões, principalmente em aves acometidas por esse tipo de doença ou em regiões com histórico de grandes desafios e persistência de vírus respiratórios. É uma importante ferramenta complementar às demais medidas de biosseguridade para garantir a saúde das aves, assim como manter a produtividade e o bom desempenho zootécnico dos lotes”.

Há propriedades que fazem nebulização exclusivamente com água para melhorar a umidade relativa do ar. Ana Caselles recomenda que o procedimento seja realizado com desinfetante específico, aproveitando para diminuir a pressão infecciosa nos galpões.

Já a frequência de utilização dá-se conforme a dimensão do desafio sanitário. Em situações de problemas respiratórios graves, a recomendação é fazer nebulização diária com desinfetante durante as primeiras 4 a 6 semanas. Após esse período, a aplicação pode ser reduzida a 3 vezes na semana. Ana Caselles explica que a frequência da nebulização é essencial  pensando na qualidade. O desinfetante ideal fica em suspensão através de micro gotículas que por contato com as partículas suspensas diminuem a pressão de infecção sem acometer o trato respiratório das aves.

Com o objetivo de prevenção e controle de problemas respiratórios em aves, a SANPHAR Saúde Animal conta em seu portfólio com o desinfetante biocida Timsen, à base de cloreto de alquil dimetil benzil amônia 40%. O desinfetante age na estrutura dos micro organismos sem agredir a saúde das aves. Timsen tem, ainda, o poder tensoativo, conferindo às gotículas um tamanho menor e permitindo que elas fiquem suspensas por mais tempo. Além disso, tem alta solubilidade devido à fórmula patenteada em formato de cristais solúveis para altas e baixas temperaturas de água.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Vetoquinol

Usar antiparasitários de alta performance e baixo período de carência é ideal para fase de terminação dos bovinos

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Divulgação Vetoquinol

Diversos desafios ligados à infestação de parasitas afetam os bovinos durante o ciclo de produção, reduzindo o desempenho produtivo e a lucratividade dos produtores. A recomendação é lançar mão de medidas de controle efetivo, prevenção e tratamentos eficazes específicos para cada fase de criação. Humberto Moura, gerente de produtos de animais de produção da Vetoquinol Saúde Animal, explica que durante a fase de engorda e terminação o controle dos parasitas torna-se um dos maiores desafios dos pecuaristas. “O controle efetivo dos parasitas com uma solução apropriada a essa fase é fundamental para a obtenção de animais mais pesados, bem terminados e produzindo carne de qualidade e segura para o consumo”, diz.

Segundo estimativas, cerca de 6 milhões de animais devem ser terminados no sistema de confinamento em 2020. Porém, a maioria dos animais abatidos no Brasil (cerca de 30 milhões) ainda é terminada a pasto. “Independente do sistema de engorda – seja pasto, confinamento ou semiconfinamento – o controle dos parasitas internos e externos é de extrema importância, principalmente com o uso de produtos e protocolos sanitários que promovam resultados efetivos, tanto em termos de menor manejo possível e baixo períodos de carência”, reforça Humberto Moura.

Com amplo portfólio para controle parasitário, a Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores empresas de saúde animal do mundo, oferece o inovador endectocida Contratack Injetável Plus. De alta tecnologia, o produto é eficaz para combater os parasitas internos e externos e assegurar a produtividade necessária para a fase de terminação com segurança.

“Contratack Injetável Plus é uma solução ideal para a fase de engorda e terminação. Além de ter baixo período de carência (17 dias), a associação da Eprinomectina 1,8% com Fluazuron proporciona alta performance, contribuindo para elevar a produtividade na terminação. O rebanho fica limpo e protegido. Contratack Injetável Plus é sinônimo de produção de carne mais segura para o consumo, atendendo às exigências dos mercados regulatórios e dos consumidores”, finaliza o gerente de produtos de animais de produção da Vetoquinol Saúde Animal.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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