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2ª Conbrasul Ovos destaca transformação global da produção de ovos e desafios do setor

Debates sobre mercado, economia, produção e comercialização de ovos marcam a programação desta manhã

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OP Rural

Um debate sobre “A transformação global da produção de ovos e os desafios para os produtores industriais” abriu, na manhã desta segunda-feira (17), a programação da 2a Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Ovos (2a Conbrasul Ovos), em Gramado, na serra gaúcha. Durante o debate, o diretor Técnico Comercial da Vencomatic, Cláudio Machado, defendeu investimentos do setor de postura comercial no país em levar ao consumidor final mais informações sobre a produção de ovos. O debate foi coordenado pelo produtor da Granja Nienow, Jairo Nienow.

Em seguida, a economista da Farsul (Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul), Danielle Guimarães, apresentou “Perspectivas e rumos para o agronegócio brasileiro no cenário econômico nacional e internacional”. Em um painel moderado pelo produtor da granja Ovos Bampi, Daniel Bampi, ela apontou o mercado externo como a melhor estratégia para reduzir a vulnerabilidade da avicultura de postura às variações de mercado.

A programação do evento segue com o Painel Atualidades no Comércio de Proteína Animal, com o tema “Visão dos supermercados sobre o comercio de proteína animal: Varejo supermercadista e mercado (carnes, ovos e lacticínios)”. Este debate vai ter a participação do presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS), Antônio Cesa Longo. Em seguida, o diretor TNS Nanotecnologia, Gabriel Nunes, vai ministrar a palestra “Nanovo: Um aliado na qualidade e conservação dos ovos”. O diretor da Naturovos, Anderson Herbert, será o mediador do debate.

No período da tarde, a programação do Painel Produção e Qualidade será aberta, às 13h45, pelo diretor de Contas Estratégicas da Cargill/Nutron, Antônio Mario Penz Jr, com um debate sobre “Qualidade dos ingredientes e das dietas como fatores decisivos na produção sustentável das proteínas de origem animal”. Logo depois, o Painel Colóquio – Lideranças Egg Bussiness vai promover um debate sobre “O cenário atual e perspectivas para o mercado nacional e internacional de ovos e derivados” abrangendo temas como produção e consumo; sanidade e biosseguridade na produção de ovos, bem-estar animal, criações alternativas x custo de produção e impactos no mercado, além de tecnologia, inovação, exportações e as políticas governamentais de amparo ao setor.

Este Painel vai reunir produtores e executivos das principais empresas do segmento, como o produtor da Granja Faria, Ricardo Faria; o diretor do Grupo Mantiqueira, Guilherme Moreira; a representante do Conselho Administrativo Somai Nordeste, Maria Luiza Pimenta; o representante da Fleischmann Sohovos, Vitor Oliveira e o presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra. A jornalista Lizemara Prates, apresentadora do Agroband, será a mediadora deste debate.

Na sequência, o diretor Comercial da Ovotrack Holanda, Job Beekhuis, vai apresentar “Tecnologias e sistemas para rastreabilidade na produção e indústria de ovos” com a moderação do consultor da Agrobelco Consultoria, Rogério Belzer. A partir das 17h30, uma palestra satélite vai destacar Energia Solar: Economia e Sustentabilidade nas Granjas em um debate encabeçado pelo representante da Canadian Solar, Robson de Arruda Câmara. Outras informações sobre a 2a Conbrasul estão disponíveis no site do evento, através do telefone (51) 3228-8844, com Kamila Beheregaray, ou pelo e-mail: comercial.conbrasul@ovosrs.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Interno

Com pouca soja disponível, preços sobem em julho no Brasil

Mercado brasileiro de soja apresentou preços em elevação, mas poucos negócios em julho

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Divulgação/MAPA

O mercado brasileiro de soja apresentou preços em elevação, mas poucos negócios em julho. O mês foi marcado pelo distanciamento entre a paridade de exportação e os preços no interior, decorrência da falta de produto e da posição mais retraída por parte dos produtores.

O vendedor aproveitou as condições favoráveis da primeira metade do ano – particularmente maio, quando o dólar encostou em R$ 6,00 – e negociou quase toda a safra 2019/20 e boa parte da soja que ainda nem foi plantada. Como consequência, o produtor está bem capitalizado e espera por cotações ainda melhores.

A demanda segue firme e, em função disso, os preços não param de subir, mesmo com o recuo do dólar em julho e com a leve alta dos contratos futuros em Chicago. Os prêmios de exportação subiram, refletindo esse quadro de escassez de produto.

No Rio Grande do Sul, a saca de 60 quilos saltou de R$ 114,50 para R$ 117,50 em Passo Fundo em julho. Em Rio Grande, o preço pulou de R$ 117,50 para R$ 119,00. No Paraná, a cotação subiu de R$ 110 para R$ 112,00 em Cascavel e de R$ 117,00 para R$ 118,00 no Porto de Paranaguá.

Em Rondonópolis (MT), o preço avançou de R$ 109,00 para R$ 111,00 no período. Em Dourados (MS), cotação aumentou de R$ 105,00 para R$ 113,00. Em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 105,00 para R$ 109,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro tiveram valorização de 0,68% em julho, encerrando o mês a US$ 8,88 ¼. Durante julho, o preço chegou a superar US$ 9,00 por bushel, em meio a sinais de recuperação da demanda americana, apesar das previsões favoráveis para a safra americana, em fase de desenvolvimento.

O dólar comercial teve baixa de mais de 5%, encerrando o mês a R$ 5,159. A injeção de recursos em importantes economias mundiais e informações favoráveis em torno de uma vacina para combater o coronavírus ajudar a pressionar a moeda, mas as incertezas globais ainda merecem atenção.

Plantio

Os produtores brasileiros de soja deverão cultivar 37,804 milhões de hectares em 2020/21, a maior área da história, crescendo 1,8% sobre o total semeado no ano passado, de 37,152 milhões. A projeção faz parte do levantamento de intenção de plantio de SAFRAS & Mercado.

Com uma possível elevação de produtividade, de 3.379 quilos para 3.501 quilos por hectare, a produção nacional deve ficar acima da obtida nesta temporada. A previsão inicial é de uma safra de 131,691 milhões de toneladas, 5,4% maior que o recorde de 124,913 milhões obtido neste ano.

“Mais uma vez, a ótima rentabilidade anotada na cultura surge como o grande fator de incentivo para a elevação da área brasileira. Com um consumo interno crescente e exportações cada vez mais fortes, a oferta de soja na nova temporada deverá alcançar um novo recorde”, destaca o analista de SAFRAS, Luiz Fernando Roque.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Com oferta restrita, suíno vivo acumula alta de 27,76% em julho

Preços do suíno vivo e dos principais cortes do atacado apresentaram movimento agressivo de alta em todo o país no mês de julho

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo e dos principais cortes do atacado apresentaram movimento agressivo de alta em todo o país no mês de julho58. Segundo levantamento de SAFRAS & Mercado, os preços do quilo vivo no Centro-Sul chegam ao último dia do mês acumulando uma valorização de 27,76%. Para o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, o movimento é justificado pela redução da disponibilidade da carne no mercado doméstico, com declínio do peso médio dos animais em vários estados, como Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

Além disso, as exportações estão aquecidas, atingindo marcas históricas, reduzindo ainda mais a oferta disponível, principalmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, estados que concentram as plantas habilitadas a exportar para a China. Parte dos reajustes nas cotações se deram também pela busca dos produtores por correções, dado o alto custo de produção, com milho e farelo de soja em patamares elevados no país.

A expectativa para a primeira quinzena de agosto é de preços firmes, com avanço da reposição devido à entrada da massa salarial, da comemoração do Dia dos Pais, do bom volume esperado para as exportações e da melhora no consumo, com o processo de reabertura da economia.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil avançou de R$ 4,40 para R$ 5,62 ao longo de julho. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado passou de R$ 8,56 para R$ 9,63, aumento de 12,43%. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,06, ante os R$ 7,10 praticados no fechamento de junho, com valorização de 27,64%.

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 162,636 milhões em julho (18 dias úteis), com média diária de US$ 9,035 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 76,563 mil toneladas, com média diária de 4,254 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.123,60.

Na comparação com julho de 2019, houve avanço de 47,66% no valor médio diário exportado, ganho de 59,15% na quantidade média diária e retração de 7,22% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 90,00 para R$ 123,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 4,15 para R$ 4,30. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 4,30 para R$ 5,85.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração teve alta de R$ 4,20 para R$ 4,40. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 4,40 para R$ 6,05. No Paraná o quilo vivo aumentou de R$ 4,20 para R$ 6,00 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo avançou de R$ 4,20 para R$ 4,40.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração subiu de R$ 4,10 para R$ 4,40, enquanto em Campo Grande o preço avançou de R$ 4,25 para R$ 5,10. Em Goiânia, o preço passou de R$ 5,10 para R$ 6,80. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 5,40 para R$ 7,00. No mercado independente mineiro, o preço passou de R$ 5,30 para R$ 7,10. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado aumentou de R$ 3,80 para R$ 4,20. Já em Rondonópolis a cotação passou de R$ 3,95 para R$ 5,20.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Retomada da economia aquece mercado de frango em julho

Mercado brasileiro de frango registrou mais uma semana de firmeza nos negócios e encerra o mês de julho com um saldo positivo nos preços

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango registrou mais uma semana de firmeza nos negócios e vai encerrando o mês de julho com um saldo positivo nos preços. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, a recuperação nas cotações ao longo do mês é um desdobramento da retomada das atividades em relevantes centros de consumo do país, com ênfase para a cidade de São Paulo.

O analista destaca que os custos de nutrição permanecem acentuados ao longo do mês, com maior preocupação com a situação do farelo de soja neste momento, diante da escassez de oferta interna.

Iglesias afirma que o mercado atacadista apresentou um quadro de sustentação nos preços no decorrer da semana e o ambiente de negócios sugere uma continuidade do movimento de alta nas cotações na primeira quinzena de agosto. “O Dia dos Pais deve contribuir para manter o mercado de frango aquecido, assim como a retomada mais efetiva do funcionamento dos restaurantes na cidade de São Paulo, movimentando a reposição entre atacado e varejo”, sinaliza.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango ao longo de julho. O quilo do peito no atacado seguiu em R$ 5,00, o quilo da coxa passou de R$ 5,00 para R$ 5,10 e o quilo da asa subiu de R$ 9,30 para R$ 10,00. Na distribuição, o quilo do peito permaneceu em R$ 5,20, o quilo da coxa em R$ 5,20 e o quilo da asa avançou de R$ 9,50 para R$ 10,20.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de poucas mudanças nos preços ao longo do mês. No atacado, o preço do quilo do peito permaneceu em R$ 5,10, o quilo da coxa subiu de R$ 5,10 para R$ 5,20 e o quilo da asa avançou de R$ 9,40 para R$ 10,10. Na distribuição, o preço do quilo do peito continuou em R$ 5,30, o quilo da coxa em R$ 5,30 e o quilo da asa aumentou de R$ 9,60 para R$ 10,30.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 363,009 milhões em julho (18 dias úteis), com média diária de US$ 20,167 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 274,992 mil toneladas, com média diária de 15,277 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.320,10.

Na comparação com julho de 2019, houve queda de 26,20% no valor médio diário, baixa de 5,49% na quantidade média diária e retração de 21,91% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento mensal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo permaneceu em R$ 3,70. Em São Paulo o quilo vivo avançou de R$ 3,50 para R$ 3,65.

Na integração catarinense a cotação do frango passou de R$ 2,95 para R$ 3,00. No oeste do Paraná o preço na integração seguiu em R$ 3,50. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 3,30 para R$ 3,40.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango se manteve em R$ 3,65. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,65. No Distrito Federal o quilo vivo seguiu em R$ 3,65.

Em Pernambuco, o quilo vivo passou de R$ 4,00 para R$ 4,45. No Ceará a cotação do quilo vivo subiu de 4,00 para R$ 4,40 e, no Pará, o quilo vivo aumentou de R4 4,15 para R$ 4,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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