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29º Simpósio Anual Internacional da Alltech trará novidades para agronegócio

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Da cultura empreendedora passando pela exploração benéfica das algas até os tratamentos livres de antibióticos, o 29º Simpósio Anual Internacional da Alltech, que acontecerá entre os dias 19 e 22 de maio em Lexington, Estados Unidos, disponibilizará aos participantes palestras e sessões de discussões que abordarão temas pertinentes ao presente e futuro do agronegócio do mundo.

Como estarão as empresas daqui a 20 anos? Dr. Pearse Lyons, presidente mundial da Alltech, iniciará o evento com relatos de sua história de sucesso e discutirá sobre o futuro do empreendedorismo e suas consequências como a geração de empregos e novos desafios a serem superados.

O simpósio tem a proposta de discutir não apenas a questão da alimentação, mas todos os fatores que influenciarão as empresas do setor. Comportamento de responsabilidade dos consumidores frente aos produtos, necessidade da busca por soluções cada vez mais sustentáveis, transparência no processo de produção, entre muitos outros, são temas que serão discutidos no evento.

A alimentação animal será tópico amplamente abordado. O objetivo é demonstrar como uma boa nutrição dos animais afeta nos produtos para o consumidor final. “Vamos abordar questões que afetam toda a indústria de laticínios desde a vaca até o galão de leite; preocupação dos consumidores com a saúde em face do valor nutricional do leite e a preocupação dos ativistas sobre a agricultura animal e a qualidade de seus produtos” reforça Thomas Perse Lyons, presidente da Empresa, em visita ao Brasil na última semana.

No evento, serão apresentadas novidades sobre as algas, que atualmente dispõem de mais de 800 mil cepas. Elas podem ser ricas em proteína, em gordura e ter cores naturais. Um dos estudos que está sendo avaliado é a substituição de óleos vegetais por algas e com possibilidade também de ser uma alternativa para criar fontes de energia. O primeiro dia de evento terá visitas programadas à planta de produção de algas e à fábrica da Alltech em Kentucky.

Palestrantes brasileiros marcarão presença no Simpósio. Ministrarão palestras os seguintes nomes: Sergio Vieira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Flavia Borges , da Universidade Federal de Lavras (UFLA); Marcelino Bortolo, da Brazilian Pet Foods e Ricardo Neukischner, da Aquabel.

O simpósio está com a programação completa para responder todas as perguntas sobre marketing, construção de marcas, fusões e aquisições e futuro do setor de alimentos. Serão abordados temas dos mais variados como alimentação para pets, micotoxinas, fertilidade, microRNA, pegada do carbono e produção animal totalmente livre de antibióticos.

A programação integral do evento pode ser encontrada no site http://pt.alltech.com/symposium.

Sobre a Alltech do Brasil – É formada por uma unidade fabril em São Pedro do Ivaí (PR) e por um centro administrativo e planta industrial em Araucária (PR). A unidade brasileira é responsável pelo segundo maior volume de produção do Grupo Alltech.

A unidade localizada no município de São Pedro do Ivaí fabrica insumos naturais para alimentação animal a partir do melaço, subproduto da cana-de-açucar. Prevista inicialmente para produzir anualmente 20 mil toneladas de biomassa, há quatro anos aumentou sua capacidade para 50 mil toneladas/ano, com possibilidade de dobrá-la. Atualmente, esta é a maior fábrica de biotecnologia direcionada para nutrição animal do país. Cerca de 70% da produção é destinada ao mercado externo, transformando o Brasil no maior centro produtor e exportador do uso da alta tecnologia do Grupo Alltech. A planta de Araucária é especializada na fabricação de produtos líquidos, inoculantes e Optigen.

 

Serviço

29º Simpósio Anual Internacional da Alltech

Data: 19 a 22 de maio de 2013

Local: Centro de Convenções – Lexington, Kentucky – Estados Unidos da América

Mais informações: eventosbr@alltech.com ou (41) 3888 9200

Fonte: Ass. Alltech

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Castrolanda doará R$ 1 milhão no combate à Covid-19 e suporte as famílias em vulnerabilidade social

As ações reforçam a responsabilidade social da instituição em meio à crise do novo Coronavírus.

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Representantes do Conselho de Administração da Castrolanda durante ato simbólico realizado na sede administrativa da Cooperativa / Edgar Ribas

Neste momento tão difícil para toda a sociedade, com avanço de casos e a situação econômica e social enfrentada pelo país, a Cooperativa Castrolanda anunciou nesta terça-feira, 20, que doará R$ 1 milhão no combate e prevenção à Covid-19. O valor será destinado aos municípios localizados nos estados do Paraná e São Paulo, onde estão concentradas as atividades da empresa e fazem parte da campanha de ação social ‘Cuidar, Envolver e Amar’, que no último ano arrecadou 30 toneladas de alimentos e mais de dois mil kit’s de higiene, além de milhares de itens de proteção individual, álcool em gel e materiais destinados aos profissionais de saúde.

“Esse é um momento único e desafiador para toda a nossa sociedade. E períodos assim pedem que nós como cooperativa, realizemos um esforço em prol do coletivo e senso solidário. Por isso, estamos fazendo essa doação para frentes tão importantes: saúde, alimentação e higiene”, destaca o Presidente da Castrolanda Willem Berend Bouwman.

Os hospitais e secretarias de saúde serão auxiliadas com insumos ou equipamentos conforme as necessidades levantadas. Já as cestas básicas e kit’s de higiene serão destinados às famílias carentes que sentem os impactos da pandemia com a falta de produtos de primeira necessidade e estão cadastradas nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) dos municípios.

Vale ressaltar que as doações seguirão um cronograma de entregas em um trabalho realizado em conjunto com as unidades de saúde e as secretarias de assistência social das cidades de atuação Castrolanda.

Meta é R$ 2 milhões

A campanha ‘Cuidar, Envolver e Amar’ é uma iniciativa da Castrolanda e Associação dos Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC) que teve início em 2020 com o objetivo de contribuir com famílias em estado de vulnerabilidade. Neste primeiro trimestre de 2021 já foram doados aproximadamente R$ 110 mil entre respiradores, máscaras respiratórias, oxigênio e EPI’s.

Para os próximos meses a meta é angariar R$ 2 milhões.  “Por meio do espírito de cooperação e união de associados, colaboradores e instituições parceiras buscamos trazer um impacto positivo tanto para quem está na linha de frente como para as famílias mais necessitadas”.

Fonte: Assessoria.
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Suspensão do imposto de importação do milho: Abramilho defende livre mercado

Entidade alerta para impactos da seca no desenvolvimento da 2a. safra

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Arquivo / OP Rural

Em relação à suspensão da alíquota do imposto de importação do milho, anunciada nesta segunda-feira (19), pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), o presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) – www.abramilho.org.br -, Cesario Ramalho, afirma que a entidade defende, acima de tudo, o livre mercado tanto para exportações quanto também para as importações.

Ramalho pontua que a demanda pelo milho brasileiro vem crescendo de forma significativa nas mais recentes safras. Primeiro pelas exportações, e segundo pelo uso interno do grão como principal insumo para as indústrias de carnes, e também sendo destinado à fabricação de etanol.

“Isso prova a competência do produtor brasileiro que ano a ano incorpora novas tecnologias, obtendo ganhos de produtividade, bem como grãos cada vez mais de melhor qualidade.” O presidente institucional da Abramilho diz ter certeza que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, saberá conduzir de forma hábil, como é de praxe, a questão da redução das tarifas de importação junto aos demais órgãos do governo.

 Seca traz riscos para o desenvolvimento da 2a. safra

No tocante à segunda safra de milho 2020/21, Ramalho diz que a seca, que vem castigando as principais regiões produtoras no Centro-sul, pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras e comprometer a produção. “Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, além do plantio que sofreu atraso, a estiagem foi severa.”

Recente relatório da Abramilho em parceria com a Céleres, de fato, alerta para os efeitos que o clima pode ter sobre a produtividade da segunda safra de milho na temporada corrente.

De acordo com o documento, mesmo com expressivo aumento da área plantada (15,2 milhões de hectares), caso a produtividade fique em torno de 4,8 toneladas por hectare (rendimento similar ao do ciclo 2017/18), o excedente exportável – milho destinado às exportações e estoque de passagem – será baixo.

Caso este quadro se concretize, um rearranjo no consumo será necessário, seja via redução das exportações, do consumo interno ou até mesmo de ambos, fazendo com que, especialmente as agroindústrias de carnes [suínos e frangos de corte] tenham que recorrer às importações de milho – insumo básico do segmento.

Fonte: Assessoria.
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Dieta de alto concentrado continua vantajosa mesmo com elevado custo dos grãos

Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente

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Divulgação.

As chamadas dietas quentes têm sido usadas por pecuaristas brasileiros que utilizam confinamento. Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente para a maioria dos produtores nos últimos anos. Mas com o preço do milho, e dos grãos de uma forma geral, subindo desde o ano passado, a lógica é pensar que dietas animais baseadas nesses produtos não seriam mais indicadas. No entanto, de acordo com o pesquisador Sergio Raposo de Medeiros, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), especialista em nutrição animal, essa escolha não deve ser descartada.

Com a arroba do boi valorizada, elas ainda podem ser a melhor opção, segundo Raposo. A alimentação de alto concentrado em confinamento tem muitas vantagens. A redução de emissão de gases de efeito estufa é uma delas. Os animais que recebem maior quantidade de concentrado em comparação aos bovinos alimentados com elevada porcentagem de volumoso tem a melhor conversão alimentar. “Um dos motivos dessa dieta ser metabolicamente mais eficiente é que produz menos metano para cada quilograma ingerido. Todavia, o principal motivo da redução da emissão de GEE é que o bovino atinge o peso final em um tempo menor”, diz Raposo. Da mesma forma, quando o animal tem um ciclo de produção mais curto por causa do seu melhor desempenho, o pecuarista tem o retorno do seu investimento mais rápido e, frequentemente, com maior rentabilidade.

O pesquisador lembra, também, que, por conta das maiores taxas de ganho de peso, esse tipo de dieta acelera a deposição de gordura, auxiliando na obtenção de carcaças de melhor qualidade. “O produtor aumenta as chances de receber algum bônus por uma carcaça de melhor qualidade e, mesmo que isso não ocorra, produz uma carne que, por encantar o cliente, ajuda com que ele prefira seu produto a qualquer outra opção”, conta.

Em relação ao custo, o pecuarista deve avaliar na fase de planejamento a alimentação economicamente mais vantajosa por arroba engordada. O pesquisador alerta que é importante analisar a viabilidade de acordo com as condições de cada propriedade, levando-se em consideração logística, disponibilidade comercial dos insumos, proximidade dos polos produtores e oferta dos grãos. “Nos últimos anos, contudo, para muitas situações têm prevalecido as dietas de alto concentrado. O encarecimento do concentrado e uma grande eficiência na produção de um volumoso podem mudar isso, reforçando a ideia que se deve sempre encontrar a dieta para aquele lugar, naquele ano e com os preços e custos das matérias primas que se possa contar”, ressalta.

A viabilidade ou não da dieta de alto concentrado vai depender de cálculos e consideração de muitas variáveis. No atual cenário, mesmo com os grãos com preço elevado, as dietas quentes continuam atraentes. No entanto, como Raposo alertou, é preciso planejar.

Fonte: Embrapa Pecuária
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