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25º SBSA confirma palestra de Pedro Hugo Dejneka para debater mercado de grãos no mundo

Especialista abordará a temática no dia 08 de abril, às 14h40, em Chapecó (SC).

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Foto: Divulgação/Nucleovet

Qualidade técnica, profissional e científica refletem o nível de excelência do 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). Em sua 25ª edição, o evento é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). Programado para os dias 08, 09 e 10 de abril, o evento ocorrerá no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Um dos palestrantes confirmados é Pedro Hugo Dejneka que abordará a temática “Como está o mercado de grãos no mundo?”. A palestra está marcada para o dia 8 de abril, às 14h40, dentro do Bloco Mercado e Nutrição.

Administrador formado pela Ohio Valley University com especialização em Economia e Mercados Financeiros e MBA pela Marshall University. Dejneka é um palestrante requisitado em nível global e constantemente mencionado por empresas de influência no mercado, como a Associação Global de Comércio de Grãos. O profissional acumula menções honrosas pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), é sócio da MD Commodities e abordará uma visão sobre o mercado de grãos diretamente de Chicago, considerada a capital mundial do agronegócio.

O presidente do Nucleovet, Tiago José Mores, aponta que o mercado de grãos é impactado por mudanças climáticas, adequações de sustentabilidade, oportunidades, desafios e reflexos do comércio internacional. “Acreditamos que este tema pode agregar na comunidade de pesquisadores e profissionais que participarão do Simpósio. Conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, é estimado que a produção de grãos no Brasil alcance um crescimento recorde de 8,3% na temporada 2024/25. Se confirmado, o resultado representa acréscimo de 24,5 milhões de toneladas em comparação com o ciclo anterior”, exemplifica Mores.

Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

O Brasil está entre os países líderes na produção mundial de grãos e entender o cenário mundial pode garantir escolhas assertivas desde o cultivo até a exportação. “De acordo com a FAO, os principais grãos cultivados no mundo, como milho, soja e trigo, são essenciais para a produção de ração animal e biocombustíveis, além de fonte nutricional para aves. Durante o Simpósio, vamos examinar a disponibilidade, preços e o impacto do mercado global de grãos na avicultura”, convida Daiane Albuquerque, presidente da comissão científica do SBSA.

Inscrições

As inscrições para o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura 16ª Poultry Fair estão no primeiro lote e podem ser realizadas por R$ 580 para profissionais e R$ 400 para estudantes, até 27 de fevereiro.

Os ingressos para acessar somente a 16ª Poultry Fair, sem participar da programação científica, podem ser adquiridos por R$ 100 até 27 de março.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSA serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse aqui.

Fonte: Assessoria Nucleovet

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Conbrasfran 2026 discute novos desafios da avicultura além da produção nas granjas

Evento aborda impacto de custos, comércio global e ambiente regulatório na competitividade da cadeia.

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Foto: Divulgação

Pressionada por custos de produção, volatilidade no comércio internacional e riscos sanitários, a avicultura brasileira começa a ampliar o foco de seus debates técnicos para além da produção dentro das granjas. Questões como ambiente regulatório, eficiência logística, geopolítica e estratégias comerciais passam a ganhar espaço nas discussões do setor, refletindo uma mudança no perfil dos desafios enfrentados pela cadeia.

Esse movimento será um dos eixos centrais da Conbrasfran 2026, a Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango, que estruturou sua programação técnica em diferentes frentes para acompanhar a complexidade crescente da atividade. Ao longo de três dias, a agenda setorial reunirá fóruns já consolidados e novos espaços de debate.

Para o presidente Executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e organizador do encontro, José Eduardo dos Santos, a programação responde a um novo contexto econômico global e operacional do setor. “A avicultura continua sendo altamente eficiente do ponto de vista produtivo, mas hoje o resultado está cada vez mais condicionado a fatores externos, como custos logísticos, geopolítica, ambiente tributário e acesso a mercados. Discutir esses temas de forma integrada é essencial para manter a competitividade”, afirma.

Outras informações sobre a 2ª Conbrasfran, realizada pela Asgav, podem ser encontradas na página do evento, acesse clicando aqui, através do Instagram @conbrasfran, do What’sApp (51) 9 8600.9684 ou do e-mail conbrasfran@asgav.com.br.

Fonte: Assessoria Conbrasfran
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Avicultura brasileira projeta produção de 15,8 milhões de toneladas em 2026

Crescimento estimado em 2,3% mantém Brasil entre os maiores produtores globais.

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Fotos: Shutterstock

A avicultura brasileira segue operando em um cenário de desafios, mas mantém desempenho estável diante da demanda interna e externa. A expectativa é de menor espaço para novas quedas nos preços da carne de frango no país, que continua competitiva em relação à carne bovina.

No cenário internacional, a produção de carne de frango da China foi revisada para cima pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A estimativa aponta crescimento de 4,8% em 2026, alcançando 17,3 milhões de toneladas, o que deve consolidar o país como o segundo maior produtor global, atrás apenas dos Estados Unidos. Já o Brasil deve registrar aumento de 2,3% na produção, chegando a 15,8 milhões de toneladas, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA.

Entre os exportadores, a China também amplia presença no mercado. As exportações do país asiático devem crescer 29% neste ano, atingindo 1,4 milhão de toneladas e superando a Tailândia, ocupando a quarta posição global.

No Brasil, os custos de ração permaneceram controlados, mas a queda nos preços da carne de frango ao longo de março reduziu a margem da atividade no mercado interno. Ainda assim, o setor segue sustentado pela demanda externa, que continua firme mesmo com o aumento dos custos logísticos, influenciados pelo cenário no Golfo Pérsico.

A carne de frango mantém competitividade frente à bovina, principalmente diante da ausência de expectativa de queda nos preços do boi. Com isso, o mercado indica menor espaço para novas reduções nos preços da proteína avícola.

O setor também monitora riscos no cenário internacional, especialmente ligados ao Estreito de Ormuz, região estratégica para o escoamento das exportações brasileiras de frango. Além disso, há atenção em relação à safra de milho, já que a consolidação da safrinha depende das condições climáticas nas próximas semanas, o que pode impactar os custos de produção.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Após ações de vigilância, Rio Grande do Sul declara fim de foco de gripe aviária

Equipes realizaram inspeções em propriedades e granjas, além de atividades educativas com produtores.

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Foto: Indea MT

Após 28 dias sem aves mortas, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) encerrou na quinta-feira (16) o foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (gripe aviária) registrado em 28 de fevereiro, em Santa Vitória do Palmar. Na ocasião, foi constatada a morte de aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba, na Estação Ecológica do Taim.

A partir da confirmação do foco, a Seapi mobilizou equipes para a região de Santa Vitória do Palmar, conduzindo ações de vigilância ativa e educação sanitária em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

As equipes designadas utilizaram barcos e drones para o monitoramento de aves silvestres na Estação Ecológica do Taim, procurando por sinais clínicos nos animais ou aves mortas. Foram realizadas 95 atividades de vigilância em propriedades, localizadas no raio de 10 quilômetros a partir do foco, que contam com criações de aves de subsistência. Adicionalmente, foram feitas 22 fiscalizações em granjas avícolas localizadas em municípios da região, para verificação das medidas de biosseguridade adotadas.

Ações de educação sanitária junto a produtores rurais, autoridades locais e agentes comunitários de saúde e de controle de endemias também integraram o plano de atuação da Secretaria na área do foco. Foram conduzidas 143 atividades educativas.

“Por se tratar de área de risco permanente, continuamos com o monitoramento de ocorrências na Estação Ecológica do Taim, em conjunto com o ICMBio”, complementa o diretor do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Fernando Groff.

Sobre a gripe aviária e notificação de casos suspeitos

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, cães, gatos, outros animais e mais raramente humanos.

Entre as recomendações, estão que as pessoas não se aproximem ou tentem socorrer animais feridos ou doentes e não se aproximem de animais mortos. Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura na Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

Fonte: Assessoria Seapi
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