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17º SBSS destaca ciência, inovação e conexão da cadeia produtiva da suinocultura

Levantamento segue metodologia internacional e vai mapear fontes de gases de efeito estufa em todas as operações da cooperativa até 2026.

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Fotos: Andressa Kroth/UQ Eventos

Três dias intensos e espetaculares na difusão de conhecimento técnico, científico e de qualidade. Assim, pode ser avaliado o 17º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), realizado neste mês, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o evento técnico se consolidou como o mais relevante da América Latina. Sua programação científica abordou questões estratégicas emergentes desde os avanços em bem-estar-animal, sanidade, nutrição, genética e gestão de pessoas.

Os números comprovam o sucesso desta edição, que teve incremento de 16,26% no número de participantes ao atingir a marca de 2.194 profissionais. Esse número é superior a edição 2024 do SBSS que registrou um público de 1.887 pessoas, entre veterinários, zootecnistas, produtores rurais, consultores, estudantes, pesquisadores e demais profissionais da agroindústria do Brasil e da América Latina. “Em 2025, tivemos um público recorde das nossas edições presenciais, o que comprova que estamos no caminho certo ao propor assuntos de interesse da cadeia de suínos”, observou o presidente do Nucleovet, Tiago Mores.

Em sua trajetória o SBSS cresceu não apenas em números de público, mas de impacto na geração de valor ao compartilhar resultados de pesquisas, proporcionar debates sobre inovações e, principalmente, propiciar conexões humanas. O sucesso de mais uma edição foi celebrado pelo presidente do Nucleovet e pela comissão organizadora da décima sétima edição. “Estamos muito contentes. Os feedbacks foram positivos e a feira oportunizou a troca de experiências. E, agora temos uma responsabilidade ainda maior de preparar a próxima edição, para que seja melhor do que a recém-encerrada”, antecipou ao destacar que o evento é resultado de um projeto coletivo, de uma jornada compartilha entre associados do Nucleovet e demais atores do setor.

Geração de valor

Para o presidente da Comissão Científica, Paulo Bennemann, mais uma vez o SBSS superou as expectativas. Ao todo, foram 21 palestrantes distribuídos em sete painéis, que proporcionou um debate interessante. “Os feedbacks que recebemos foram bem positivos dos congressistas e com muitos elogios em relação à qualidade dos temas debatidos. Então, finalizamos mais uma edição com aquela sensação de dever cumprido, de que conseguimos levar a nossa essência que é trazer ciência aplicada ao dia a dia do campo, sempre pensando no bem-estar animal, sustentabilidade, nutrição, eficiência alimentar e sanidade”, analisou.

Um ponto que chamou a atenção foi a participação do público nas palestras. Paulo comentou que, infelizmente, o tempo acabou sendo limitado em virtude de tantas demandas de perguntas e questionamentos. “Isso mostra que conseguimos atingir um grau de maturidade e que a cada ano o SBSS vem se consolidando como um dos principais eventos técnicos científicos do país e da América Latina. Além de comprovar que conseguimos entregar o que há de melhor para a cadeia suinícola, para que seja cada vez mais produtiva e destaque sua eficiência na produção de proteína de alta qualidade”, enalteceu.

Conexões que fortalecem

Além dos conhecimentos técnicos o SBSS promoveu debates sobre tendências tecnológicas que mudarão o futuro da atividade, como bem-estar animal e sustentabilidade, análise prática e inspiradora sobre os caminhos da cadeia produtiva ao conectar mercado, inovação e futuro em quatro eventos paralelos da grade científica. Mais de 100 marcas aproveitaram a oportunidade para apresentar seus principais lançamentos e novidades tecnológicas para a cadeia produtiva ao serem expositores da 16ª Pig Fair e da Granja do Futuro, que ocorreram em paralelo ao Simpósio. A estrutura de exposição esteve distribuída em 47 estantes, seis lounges internos, quatro lounges externos, 12 espaços na Granja do Futuro, quatro espaços de mídias parceiras, além de patrocinadores institucionais.

De acordo com Mores, muitas empresas se programaram para fazer lançamentos de produtos e tecnologias durante o evento, justamente, porque enxergam esse potencial de visibilidade de suas marcas em um público de qualidade. “Não há lugar melhor do que esse evento para trazer novidades que impulsionem o crescimento da cadeia suinícola”. O presidente complementou que associar a difusão de conhecimento científico e os eventos paralelos de qualificação profissional com a Pig Fair e a Granja do Futuro é extremamente relevante. “Nosso objetivo é trazer conteúdo técnico de qualidade que possa ser aplicado no dia a dia do profissional que participa do Congresso. Aliado a isso, a feira é o momento de networking e troca de experiência prática, no qual as empresas têm a oportunidade de mostrar as recentes novidades para o mercado”. Como exemplo, citou a utilização da inteligência artificial na produção animal.

Responsabilidade social

O presidente do Nucleovet, Tiago Mores, enalteceu que os números comprovam o sucesso desta edição: “Em 2025, tivemos um público recorde das nossas edições presenciais, o que comprova que estamos no caminho certo ao propor assuntos de interesse da cadeia de suínos”

Além de uma oportunidade de aprendizado, networking e inspiração o Nucleovet tem compromisso com o bem-estar social, por isso a cada edição do Simpósio realiza doações para entidades que fazem a diferença na vida de diversas pessoas. Nesta edição, o valor de R$ 10 mil provenientes das inscrições no SBSS foi destinado ao Núcleo de Voluntários Formigas do Bem. A instituição tem como missão auxiliar crianças e adolescentes a partir do atendimento de necessidades básicas e diárias como doação de água, leite, suplementos alimentares, produtos de higiene, medicamentos e muito mais. O cheque simbólico foi entregue na solenidade de abertura do SBSS pela diretora social do Nucleovet Celita Matiello e pelo diretor executivo Nilson Sabino às representes da instituição beneficiada Leiri Diva Golo Piva e Enezilda Baggio.

Outra ação social tradicional é o NúcleoStore, que comercializa produtos personalizados relacionados ao evento, cujo lucro é revertido para entidades locais. Neste SBSS a entidade beneficiada foi a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Chapecó, que tem como objetivo principal a conscientização, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero. Entre os itens disponíveis, estiveram meia, camiseta, bóton, toalha, lixeiro para carro, vira mate e mouse pad. Cada produto carregou uma missão maior, já que todo lucro será integralmente destinado a Rede Feminina, ou seja, é um gesto de amor que se multiplica.

Fonte: Assessoria Nucleovet

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Primeiro lote de inscrições ao Sinsui 2026 encerra em 15 de janeiro

Evento acontece entre os dias 19 e 21 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). o Simpósio chega à sua 18ª edição consolidado como um espaço técnico de discussão sobre produção, reprodução e sanidade suína, em um momento de crescente complexidade para a cadeia produtiva.

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Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

A suinocultura brasileira e internacional tem encontro marcado em maio, na Capital gaúcha, com a realização do Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui). O evento ocorre de 19 a 21 de maio, no Centro de Eventos da PUCRS, e chega à sua 18ª edição consolidado como um espaço técnico de discussão sobre produção, reprodução e sanidade suína, em um momento de crescente complexidade para a cadeia produtiva. O Jornal O Presente Rural é mais uma vez parceiro de mídia do Simpósio e toda a cobertura você pode acompanhar pelas nossas redes sociais.

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Faltando pouco mais de quatro meses para a abertura do simpósio, a organização avança em etapas-chave da preparação. A programação científica será divulgada a partir de fevereiro, mas já está em andamento o processo de submissão de trabalhos, um dos pilares do evento. Pesquisadores, técnicos e profissionais do setor têm até 23 de março para inscrever estudos científicos ou casos clínicos, que deverão se enquadrar em uma das áreas temáticas definidas pela comissão organizadora: sanidade, nutrição, reprodução, produção e manejo, One Health e casos clínicos.

A estrutura temática reflete desafios centrais da suinocultura contemporânea, como a integração entre saúde animal, saúde humana e meio ambiente, além da busca por eficiência produtiva em um cenário de custos elevados e maior pressão por biosseguridade. As normas para redação e envio dos trabalhos estão disponíveis no site oficial do evento, o que indica uma preocupação com padronização científica e qualidade técnica das contribuições.

Inscrições no evento

No campo das inscrições, o Sinsui mantém valores diferenciados por perfil de público. Até 15 de janeiro, profissionais podem se inscrever por R$ 650, enquanto estudantes de graduação em Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia, além de pós-graduandos stricto sensu nessas áreas, pagam R$ 300. Há ainda modalidades específicas para visitantes e para acesso à feira. A inscrição dá direito a material de apoio, certificado, crachá e acesso à programação.

A política de descontos reforça o foco em participação coletiva, especialmente de empresas e instituições de ensino. Grupos de estudantes

Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

ou profissionais vinculados a empresas patrocinadoras têm condições mais vantajosas a partir de dez inscritos, enquanto demais empresas obtêm desconto para grupos acima de vinte participantes. Em ambos os casos, o modelo prevê a emissão de recibo único e a concessão de um código adicional de inscrição.

A organização também detalhou a política de cancelamento, com percentuais de reembolso decrescentes conforme a proximidade do evento, e ressalva para situações de força maior, nas quais o simpósio poderá ser transferido de data sem cancelamento das inscrições.

Termômetro

Ao reunir produção científica, debates técnicos e interação entre diferentes elos da cadeia, o Sinsui 2026 se posiciona como um termômetro dos rumos da suinocultura. Em um setor cada vez mais pressionado por exigências sanitárias, sustentabilidade e competitividade internacional, o simpósio tende a funcionar não apenas como espaço de atualização, mas como arena de construção de consensos técnicos e estratégicos.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@sinsui.com.br ou pelos telefones (51) 3093-2777 e (51) 99257-9047.

Fonte: O Presente Rural
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Piauí decreta emergência zoossanitária para prevenção da peste suína clássica

Entre as principais medidas está o controle rigoroso da movimentação de animais e de produtos considerados de risco.

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Foto: Ari Dias/AEN

O governador Rafael Fonteles decretou estado de emergência zoossanitária em todo o território do Piauí, para prevenção e controle da Peste Suína Clássica (PSC). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na terça-feira (06), e tem validade de 180 dias. Entre as principais medidas está o controle rigoroso da movimentação de animais e de produtos considerados de risco.

O decreto foi motivado pela confirmação de um foco da doença no município de Porto. A decisão considera laudos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, vinculado ao Ministério da Agricultura, que confirmaram a ocorrência do vírus.

Ao justificar a medida, o documento destaca a necessidade de resposta imediata para evitar a disseminação da doença. “A movimentação de animais e de produtos de risco deverá observar normas e procedimentos estabelecidos pela equipe técnica, com vistas à contenção e à eliminação do agente viral”, diz o texto publicado no DOE.

O trânsito de animais só poderá ocorrer conforme normas definidas pela equipe técnica responsável pelas operações de campo, com foco na contenção e eliminação do agente viral.

O decreto também autoriza a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi) a expedir diretrizes sanitárias, adotar manejo integrado da doença e utilizar produtos já registrados no país, além de seguir recomendações técnicas de pesquisas nacionais.

Cabe ainda à Adapi a aquisição dos insumos necessários às ações de prevenção, controle e erradicação da PSC durante o período de emergência.

Fonte: Assessoria Governo do Piauí
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Exportações de carne suína batem recorde em 2025 e Brasil deve superar Canadá

Embarques somam 1,51 milhão de toneladas no ano, com alta de 11,9%, e colocam o Brasil como provável terceiro maior exportador mundial. Filipinas assumem liderança entre os destinos.

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Foto: Shutterstock

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram os embarques brasileiros de carne suína totalizaram 1,510 milhão de toneladas ao longo de 2025 (recorde histórico para as exportações do setor), volume 11,6% superior ao registrado em 2024, com 1,352 milhão de toneladas. Com isto, o Brasil deverá superar o Canadá, assumindo o terceiro lugar entre os maiores exportadores mundiais de carne suína.

Foto: Shutterstock

O resultado anual foi influenciado positivamente pelo bom desempenho registrado no mês de dezembro, com os embarques de 137,8 mil toneladas de carne suína, volume 25,8% superior ao registrado em dezembro de 2024, quando os embarques somaram 109,5 mil toneladas.

Em receita, as exportações brasileiras de carne suína totalizaram US$ 3,619 bilhões em 2025, número 19,3% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 3,033 bilhões. Apenas em dezembro, a receita somou US$ 324,5 milhões, avanço de 25,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 258,4 milhões.

Principal destino da carne suína brasileira em 2025, as Filipinas importaram 392,9 mil toneladas, crescimento de 54,5% em relação a 2024.

Em seguida aparecem China, com 159,2 mil toneladas (-33%), Chile, com 118,6 mil toneladas (+4,9%), Japão, com 114,4 mil toneladas (+22,4%), e Hong Kong, com 110,9 mil toneladas (+3,7%). “Houve uma mudança significativa no tabuleiro dos destinos de exportação. As Filipinas se consolidaram como maior importadora da carne suína do Brasil, e outros mercados, como Japão e Chile, assumiram protagonismo entre os cinco maiores importadores. Isso demonstra a efetividade do processo de diversificação dos destinos da carne suína brasileira, o que reduz riscos, amplia oportunidades e reforça a presença do Brasil no mercado internacional, dando sustentação às expectativas positivas para este ano”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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