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15º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura inicia nesta terça-feira

SBSS é promovido pelo Nucleovet e ocorrerá nesta semana, de terça a quinta-feira (8 a 10), em Chapecó (SC). Simultaneamente, acontecem a 14ª Brasil Sul Pig Fair e a Granja do Futuro.

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Foto: Divulgação

O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) realiza, entre esta terça e quinta-feira (8 a 10), o 15º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC), no formato híbrido. Simultaneamente ocorrerão a 14ª Brasil Sul Pig Fair e a Granja do Futuro, presencialmente.

Durante o SBSS, 16 palestras contribuirão para atualizar os profissionais que atuam na cadeia suinícola. A programação é organizada em seis painéis que abordarão o uso prudente de antimicrobianos e bem-estar animal; nutrição; pessoas; reprodução e manejo de leitões; mercado e governança social e ambiental; sanidade e biosseguridade.

O SBSS começará às 14 horas de terça-feira (8), com o início da programação científica. A solenidade de abertura será às 17h40 com pronunciamentos de autoridades e, logo após, às 18h40, terá a palestra de abertura, patrocinada pela Farmabase, com o palestrante Arthur Igreja que explanará sobre “A tecnologia como fonte de inovação dentro do agronegócio: a suinocultura está olhando para isso?”. Às 20 horas terá o coquetel de abertura, na Pig Fair.

Um dos grandes diferenciais do SBSS é proporcionar conhecimentos científicos que contribuam no dia a dia dos profissionais e das empresas. “O Simpósio terá a presença de palestrantes com alta expertise nos temas. Eles debaterão tendências, inovações e o futuro do setor suinícola dentro dos assuntos definidos para cada painel. Serão três dias que proporcionarão muito conhecimento e troca de experiência”, enfatiza o presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann.

O presidente do Nucleovet, Lucas Piroca, destaca que o SBSS é reconhecido como o maior e um dos principais fóruns de discussão do setor na América Latina. “Buscamos proporcionar informações com a melhor qualidade possível, com palestrantes renomados. O Simpósio é um evento de natureza científica, com grande capacidade para indicar tendências e atualizar os profissionais envolvidos na cadeia da suinocultura”.

Pig Fair e Granja do Futuro

A 14ª Brasil Sul Pig Fair reunirá mais de 50 empresas de tecnologia, sanidade, nutrição, genética, aditivos, equipamentos para suinocultura, entre outros setores. A feira consistirá em um espaço onde as empresas geradoras de tecnologias apresentarão suas novidades e seus produtos, permitirão a construção de networking e o aprimoramento técnico dos congressistas. Outras dez empresas participação da Granja do Futuro, um espaço que simula uma granja, com os principais equipamentos necessários para a produção de suínos, destacando tecnologia e inovação.

Inscrições

Os interessados em participar do 15º SBSS e da 14ª Brasil Sul Pig Fair podem se inscrever pelo site. O investimento é de R$ 800,00 para profissionais e R$ 460,00 para estudantes. Neste ano, o acesso à feira – que era gratuito – será pago para quem não participar do Simpósio. Para os congressistas que se inscreverem no Simpósio, o acesso à Pig Fair continua gratuito. O valor para participar somente da 14ª Brasil Sul Pig Fair era de R$ 100,00 até o dia 27 de julho e, com a virada do lote, passou a ser de R$ 200,00.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSS serão concedidos códigos-convites bonificados. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes.

Apoio

O 15º SBSS tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de SC (CRMV/SC), da Embrapa Suínos e Aves e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

8 de agosto – Terça-feira

14h às 14h05 – Abertura da Programação Científica

PAINEL USO PRUDENTE DE ANTIMICROBIANOS E BEM-ESTAR ANIMAL

14h05 às 14h45 – Bem-estar e a nova legislação. O que precisamos entender?
Palestrante: Cleandro Pazinato Dias

14h50 às 15h30 – Bem-estar animal e a prática de insensibilização de animais a campo.
Palestrante: Filipe Dalla Costa

15h30 às 15h50 – Questionamentos

15h50 às 16h20 – Intervalo

16h20 às 17h – Uso racional de antimicrobianos: como estamos nos preparando?
Palestrante: Edilson Dias Caldas

17h às 17h30 – Questionamentos

17h40 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS

18h40 às 19h40 – Palestra de Abertura

20h – Coquetel de Abertura na PIG FAIR

9 de agosto – quarta-feira

PAINEL NUTRIÇÃO

8h às 8h40 – Fundamentos técnicos para a melhoria de desempenho nas fases de terminação.
Palestrante: Francisco Pereira

8h45 às 9h25 – O que podemos falar sobre a experiência com o uso de DDGS?
Palestrante: Urbano Ruiz

9h25 às 9h45 – Questionamentos

9h45 às 10h15 – Intervalo

PAINEL PESSOAS

10h15 às 10h55 – Quem sou, onde estou e o que será de mim?
Palestrante: Ton Kramer

11h00 às 11h40 – O que os melhores produtores estão fazendo para obter resultados e reter talentos?
Palestrante: Antônio Leomar

11h40 às 12h – Questionamentos

12h às 14h – Intervalo para almoço

12h15 – Eventos Paralelos

PAINEL REPRODUÇÃO E MANEJO DE LEITÕES

14h às 14h40 – A hiperprolificidade é uma realidade: e agora, como desmamar mais leitões?
Palestrante: Djane Dallanora

14h45 às 15h25 – O leitão foi desmamado e agora? Oportunidades de manejos na creche buscando bons resultados.
Palestrante: Fernanda Laskoski

15h25 às 15h45 – Questionamentos

15h45 às 16h05 – Intervalo

PAINEL MERCADO E GOVERNANÇA SOCIAL E AMBIENTAL (ESG)

16h05 às 16h45 – Oportunidades em um cenário de margem zero.
Palestrante: José Antônio Ribas Júnior

16h50 às 17h30 – Sustentabilidade na suinocultura.
Palestrante: Bradley Lawrence

17h30 às 17h50 – Questionamentos

18h – Eventos Paralelos

19h30 – Happy Hour na PIG FAIR

10 de agosto – quinta-feira

PAINEL SANIDADE E BIOSSEGURIDADE

8h às 8h40 – Atualização nas soluções para controle das doenças do complexo respiratório dos suínos.
Palestrante: Eduardo Fano

8h45 às 9h25 – Desafios no controle do vírus Influenza A e estratégias para mitigar o impacto deste agente.
Palestrante: Guilherme Arruda

9h25 às 9h45 – Questionamentos

9h45 às 10h05 – Intervalo

10h05 às 10h45 – Vacina autógena: o que há por trás desta ferramenta e como podemos ser mais assertivos na prevenção de doenças.
Palestrante: Ana Paula Mori

10h50 à 11h30 – Biosseguridade: aprendizado na dor.
Palestrante: Francisco Domingues

11h30 às 11h50 – Questionamentos

12h – Sorteios e encerramento

Fonte: Assessoria

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Alunos de curso técnico aprendem mais sobre força do cooperativismo

Grupo, formado por 33 alunos e dois professores do Colégio Coopermundi, de Dois Vizinhos, foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador do hub de inovação do agro (iniciativa conduzida pela Coopavel em parceria com o Itaipu Parquetec), Kleberson Angelossi.

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Foto: Coopavel

Estudantes do Sudoeste do Paraná vivenciaram, recentemente, uma imersão prática no cooperativismo e na agroindústria durante visita técnica ao Espaço Impulso, estrutura instalada no parque onde anualmente é realizado o Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos técnicos de difusão de inovações para o agronegócio no mundo.

O grupo, formado por 33 alunos e dois professores do Colégio Coopermundi, de Dois Vizinhos, foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador do hub de inovação do agro (iniciativa conduzida pela Coopavel em parceria com o Itaipu Parquetec), Kleberson Angelossi. Os visitantes são estudantes do curso Técnico em Cooperativismo e tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre o modelo que sustenta grande parte do desenvolvimento econômico regional.

Durante a recepção, Dilvo Grolli apresentou um panorama do cooperativismo, destacando sua relevância no Oeste do Paraná e no Brasil, além de compartilhar orientações e conselhos aos jovens, com idades entre 15 e 17 anos. Segundo Dilvo, a região Oeste concentra cinco das 20 maiores cooperativas agropecuárias do País. Juntas, essas organizações são responsáveis por cerca de cem mil empregos diretos e reúnem mais de 85 mil produtores rurais associados.

Visita técnica

A programação incluiu ainda visita à unidade industrial do moinho de trigo da cooperativa. No local, os alunos foram recebidos pelo gerente Cláudio Medes e puderam acompanhar de perto o funcionamento de uma agroindústria, observando desde processos produtivos até os rigorosos protocolos de segurança alimentar, como o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual e o controle de acesso às áreas industriais.

A experiência também reforçou a conexão entre teoria e prática, permitindo aos estudantes compreenderem a complexidade e a responsabilidade envolvidas na produção de alimentos. “Todos apreciamos muito a visita e os conhecimentos compartilhados”, disse um dos professores que acompanhou a comitiva de Dois Vizinhos durante a visita técnica a Cascavel.

Referência

O Colégio Coopermundi, instituição onde os alunos estudam, tem trajetória marcada pela inovação no ensino e pelo cooperativismo. A instituição teve origem em 1982, quando as irmãs da Congregação de Nossa Senhora Imaculada Conceição iniciaram um trabalho educacional em Dois Vizinhos, com a fundação do Colégio Regina Mundi, sob coordenação da irmã Mectilde Maria Bonatti.

Ao longo dos anos, a escola passou por transformações importantes. Em 1992, a gestão foi assumida pelo Centro Pastoral, Educacional e Assistencial Dom Carlos (C.P.E.A.), de Palmas. Já em 1997, pais, professores e funcionários assumiram a condução da instituição, dando origem à Coopermundi (Cooperativa de Educação e Cultura Regina Mundi).

Atualmente, o Coopermundi é referência em educação na região Sudoeste do Paraná, atendendo alunos desde o pré-maternal até o pré-vestibular, com utilização do Sistema Positivo de Ensino. Em 2025, a instituição celebra 43 anos de história, 28 deles dedicados ao cooperativismo educacional, consolidando-se como uma das três cooperativas de ensino do Estado.

Fonte: Assessoria Coopavel
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Paraná define calendário do vazio sanitário da soja para a safra 2026/2027

Medida estabelece três períodos regionais e busca conter a ferrugem asiática nas lavouras do estado.

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Foto: Pablo Aqsenen/Adapar

Os períodos do vazio sanitário da Soja no Paraná foram definidos, de acordo com a Portaria nº 1.579/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária, que estabelece o calendário nacional para a safra 2026/2027. Durante o vazio sanitário, é obrigatória a ausência total de plantas vivas de soja nas lavouras, incluindo plantas voluntárias (tigueras). A medida tem como principal objetivo interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas da cultura, capaz de provocar perdas significativas na produção.

O Paraná possui três janelas distintas de vazio sanitário, conforme a regionalização agrícola, divididas em três macrorregiões. A Região 1 engloba os municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral paranaense, com vazio programado entre 21 de junho a 19 de setembro de 2026, ficando autorizada a semeadura entre 20 de setembro de 2026 e 20 de janeiro de 2027.

Foto: Gilson Abreu

A Região 2 engloba os municípios localizados no Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste, com período de vazio de 2 de junho a 31 de agosto, enquanto o plantio pode ser realizado de 1º de setembro a 31 de dezembro. A medida na Região 3, representada pelo Sudoeste paranaense, acontece entre 12 de junho e 10 de setembro deste ano e o período de semeadura permitida entre 11 de setembro de 2026 até 10 de janeiro de 2027.

O chefe do Departamento de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) reforça que o cumprimento dos prazos é essencial para garantir a sanidade das lavouras e evitar a disseminação da doença entre as regiões produtoras. “A prática do vazio sanitário da soja beneficia o agricultor, que terá maior controle da doença, utilizando menos aplicações de fungicidas”, afirma. “Além disso, a prática contribui na manutenção da eficácia desses produtos para o controle da ferrugem”, afirma o engenheiro agrônomo.

Foto: Camila Roberta Javorski Ueno/Adapar

A fiscalização é realizada em todo o Estado, e o descumprimento das normas pode acarretar em diversos sanções aos produtores. Além disso, o respeito ao calendário de semeadura contribui para o melhor planejamento da safra, favorecendo o manejo fitossanitário e a eficiência produtiva. A colaboração dos produtores é indispensável para o sucesso das estratégias de defesa agropecuária.

Para maiores informações, os produtores podem entrar em contato com escritórios locais da agência ou pelos canais oficiais da instituição.

Fonte: Assessoria Adapar
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Produção de grãos atinge maior nível da série histórica do IBGE em 2026

Soja lidera crescimento e reforça tendência de recorde na safra nacional.

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Foto: Gilson Abreu/AEN

A estimativa de março de 2026 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas atingiu 348,4 milhões de toneladas, 0,7% maior que a obtida em 2025 quando atingiu 346,1 milhões de toneladas, um crescimento de 2,3 milhões de toneladas. Em relação ao mês anterior, houve aumento de 4,3 milhões de toneladas (1,2%). Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado na última teça-feira (14) pelo IBGE.

O arroz, o milho e a soja, que são os três principais produtos deste grupo, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,0% na área a ser colhida da soja; de 3,3% na do milho; e de 7,0% na do sorgo, ocorrendo declínios de 6,9% na do algodão herbáceo (em caroço); de 10,1% na do arroz em casca; e de 3,3% na do feijão.

Foto: Shutterstock

Já na área a ser colhida, ocorreu o aumento de 1,6 milhão de hectares frente a área colhida em 2025, crescimento anual de 2,0%, correspondendo a 83,2 milhões de hectares. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou aumento de 265 837 hectares (0,3%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas de março de 2026 é recorde da série histórica do IBGE.

“A estimativa de março é recorde da série histórica do IBGE. Com o aumento mensal de produção em todos os estados da região Centro-Oeste. Porém, chama atenção a queda na safra do Rio Grande do Sul, que sofreu com falta de chuvas e altas temperaturas nos meses de janeiro e fevereiro. Apesar da queda, comparado com 2025, a safra gaúcha é 34,6% superior”, Carlos Barradas, apontou o gerente do LSPA.

Mato Grosso mantém liderança na produção de grãos

A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as Regiões Sul (7,1%) e a Nordeste (5,6%); e negativas para a Centro-Oeste (-2,3%), a Sudeste (-1,9%) e a Norte (-3,2%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção: a Norte (0,3%), a Centro-Oeste (3,9%) e a Nordeste (1,3%). Na Sudeste houve estabilidade (0,0%), enquanto a Sul apresentou declínio (-2,9%).

Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (13,7%), Rio Grande do Sul (10,8%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,8% do total.

Soja tem previsão de novo recorde na série histórica em 2026

Foto: Divulgação/Aprosoja MT

A estimativa da produção de soja alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,7 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 4,6% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior. A área cultivada deve crescer 1,0% e alcançar 48,3 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio, de 3 603 kg/ha, deve crescer 3,6% em relação ao ano anterior.

“As projeções indicam uma safra histórica, impulsionada por condições climáticas favoráveis na maior parte das Unidades da Federação produtoras e pela recuperação parcial da safra gaúcha”, destaca o gerente do LSPA, Carlos Barradas.

O Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, estimou uma produção de 50,5 milhões de toneladas, aumentos de 4,1% em relação ao estimado em fevereiro e de 0,7% em relação ao volume colhido no ano anterior. O Mato Grosso do Sul aguarda uma produção de 15,6 milhões de toneladas, crescimentos de 4,5% em relação a fevereiro. O Paraná, com uma produção de 22,1 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País, com declínio de 0,9% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul estimou uma produção de 18,4 milhões de toneladas, declínio de 11,5% em relação ao mês anterior. Em Santa Catarina, a produção deve alcançar 3,1 milhões de toneladas, aumento de 1,0% em relação ao mês anterior.

Fonte: Agência IBGE
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