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15º SBSS vai abordar fundamentos técnicos para desempenho animal nas fases de terminação
Médico-veterinário Francisco Pereira vai palestrar sobre o tema no dia 09 de agosto, dentro do Painel de Nutrição.

A produção animal desempenha um papel crucial na produção de proteína e segurança alimentar. Garantir quantidade e qualidade é fundamental para atender a demanda mundial da população. Nas fases de terminação, os animais, devido ao seu potencial genético, atingem um alto peso de forma precoce e é nesta fase que detalhes técnicos se tornam muito importantes para garantir o maior e melhor desempenho, preservando-se a qualidade do produto final.
“Fundamentos técnicos para a melhoria de desempenho animal nas fases de terminação” será o tema da palestra do médico-veterinário Francisco Pereira no painel de Nutrição no 15º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). A palestra ocorrerá no dia 09 de agosto (quarta-feira), das 08 horas às 08h40.
O 15º SBSS é promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). O Simpósio está programado para os dias 08, 09 e 10 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. O evento ocorrerá de forma híbrida e as palestras ficarão disponíveis durante 30 dias para acesso dos inscritos no site do Nucleovet. Simultaneamente acontecerá a 14ª Brasil Sul Pig Fair e a Granja do Futuro, presencialmente.
O presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, observa que a melhoria do desempenho nas fases de terminação animal requer uma abordagem integrada que abrange desde a nutrição e manejo sanitário até o ambiente e a genética selecionada. “Ao implementar esses fundamentos técnicos, os produtores podem alcançar resultados mais eficientes, melhorar a qualidade do produto final e contribuir para a sustentabilidade da produção animal a longo prazo. O acompanhamento de profissionais especializados e a busca constante por inovações na área também são importantes para garantir o sucesso nesse setor fundamental para a segurança alimentar”, acrescenta.
Sobre o palestrante
Francisco Pereira é médico veterinário pela Universidade Federal de Minas Gerais. É mestre em Zootecnia com ênfase em Nutrição de Monogástricos pela mesma universidade e doutorando em Nutrição e Produção Animal pela Universidade do Estado de São Paulo (USP – Campus de Pirassununga).
Pereira é gerente de serviços técnicos para o segmento suínos Agroceres Multimix por 17 anos. Atuou como consultor técnico comercial, nutricionista de suínos e atualmente acumula as funções de nutricionista e gestor de serviços técnicos. Atua em assistência técnica a suinocultores no Brasil e América Latina, faz gestão de pesquisas aplicadas, com uma frequência de aproximadamente 40 ensaios de pesquisas por ano, com parcerias de mais de cinco universidades no país. Também atua na seleção e formação de talentos para o segmento suínos.
Como se inscrever?
Para participar do 15º SBSS os interessados podem se inscrever, no terceiro lote, com investimento de R$ 800 para profissionais e R$ 460 para estudantes. Neste ano, o acesso à feira – que era gratuito – será pago para quem não participar do Simpósio. Para os congressistas que se inscreverem no Simpósio, o acesso à Pig Fair continua gratuito. O valor para participar somente da 14ª Brasil Sul Pig Fair e de R$ 200.
Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSS serão concedidos códigos-convites bonificados. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes. Para que inscrever clique aqui.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





