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15 novos negócios ingressam na Incubadora do Biopark

Durante seis meses, os empreendedores terão todo o suporte para transformarem suas ideias em produtos ou soluções para o mercado

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Na última segunda-feira, dia 23 de agosto, 15 novas empresas foram recebidas na Incubadora do Biopark. Esse é o primeiro ciclo de recepção feito por meio de edital aberto e mais de 80 empresas dos eixos de Tecnologia de Informação, Agro e Saúde de diversas regiões do país participaram do processo seletivo.

Durante seis meses, os empreendedores receberão diversos benefícios, com destaque para o suporte do mentor-padrinho e um aporte financeiro mensal de R$ 2 mil.  O objetivo é que ao final do período de incubação, os negócios que ainda estão em fase inicial, tenham um produto ou serviço em comercialização.

Os representantes das empresas incubadas foram recepcionados pelo diretor de Negócios do Biopark, Paulo Victor Almeida, pelo diretor do Biopark Educação, Victor Donaduzzi, e pelo consultor do Sebrae/PR, que é parceiro da Incubadora, Alan Debus. Na oportunidade, os presentes puderam conhecer mais sobre a história do Biopark, seus objetivos e principais projetos.

Paulo Victor Almeida destacou o comprometimento do parque para o crescimento das incubadas. “O grande objetivo da Incubadora é ajudá-los a entender, e entrar, no mundo real dos negócios. E a melhor forma de fazer isso é desenvolvendo um produto ou serviço e colocando no mercado. O conceito do Programa se prova a partir do momento em que vocês emitirem a primeira nota fiscal”, comenta.

Além de aporte financeiro, os incubados irão contar com o mentor-padrinho, um profissional experiente em sua área de atuação que irá acompanhar o empreendedor durante todo o período. No Biopark as empresas também terão acesso a todo ecossistema de inovação, networking com outras empresas, infraestrutura física, além de trilhas de formação – realizadas em parceria com o Sebrae.

“Nós estamos aqui porque acreditamos em vocês. Vocês estão recebendo aporte financeiro e o que tem de melhor em mentoria, qualificação e toda uma trilha que o Sebrae preparou. A ideia é que seja um processo muito produtivo, de muitos negócios. Vamos dar o melhor para o desenvolvimento de vocês”, explica Alan Debus.

Entre os selecionados estão negócios em fase de estruturação, como é o caso da Bratelles, de Maringá. A empresa trabalha com produção de ferramentas e implementos para trazer soluções tecnológicas para a agricultura regenerativa e atualmente já tem três produtos no mercado. “Queremos aprender com quem já fez, então estamos atrás desse know-how para errar o mínimo possível e também percorrer um caminho mais assertivo”, diz a empreendedora Mariana Telles Rocha.

A empresa vai receber a mentoria de Marcos Ferronato, CEO da empresa residente NetWord Agro, responsável pelo projeto da Smart Farm em parceria com o Biopark. “É muito bom estar perto de pessoas que têm boas ideias e energia para executá-las. Acredito que nosso mentor poderá trazer muitos insights para o negócio”, acrescenta Mariana.

Fonte: Assessoria

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Ourofino anuncia Lidson Guimarães como Diretor da Unidade de Negócio B&E (Bovinos e Equinos) da empresa

Com mais de 22 anos de experiência no mercado de saúde animal, Lidson traz consigo uma sólida formação acadêmica e profissional.

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Com mais de 22 anos de experiência no mercado de saúde animal, Lidson traz consigo uma sólida formação acadêmica e profissional. Formado em Medicina Veterinária pela UFU e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, ele se destaca pela combinação de visão estratégica, foco no cliente e profundo entendimento do negócio.

Ao longo de sua carreira, Lidson sempre foi movido pelo propósito de contribuir para uma pecuária nacional mais profissional e sustentável. Ele liderou áreas comerciais, técnicas e de marketing, com ampla experiência em gestão de canais, portfólio de saúde, nutrição e bioproteção.

Fora do ambiente profissional, Lidson valoriza a família, é pai orgulhoso de três filhos, aprecia os esportes e tem grande afinidade com a vida no campo, especialmente com o manejo de gado e os momentos na fazenda.

A Ourofino acredita que a experiência e a visão diferenciada de Lidson contribuirá para o crescimento e desenvolvimento unidade de negócios B&E da empresa.

Fonte: Assessoria Ourofino
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Condenações no abatedouro impactam rentabilidade da avicultura

Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro.

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Falhas de manejo, condições ambientais inadequadas e desafios sanitários ao longo da criação estão entre os principais fatores associados às condenações de carcaças de frangos de corte no abatedouro. Já entre as causas patológicas mais frequentes estão a artrite, a pododermatite e a ascite, afecções de origem multifatorial que afetam o desempenho zootécnico, o bem-estar animal e os resultados econômicos da atividade.

No caso da artrite, as lesões articulares podem levar à condenação parcial ou total das carcaças durante a inspeção post mortem. A pododermatite, por sua vez, compromete a qualidade das patas, subproduto de alto valor comercial, enquanto a ascite está associada a distúrbios metabólicos relacionados ao rápido crescimento das aves, resultando em condenações e perdas adicionais no abate.

Além dos impactos sanitários, as condenações representam prejuízos econômicos relevantes para o setor. Estimativas indicam que as perdas podem variar entre 0,5% e 2% da produção total, a depender da frequência e da gravidade das lesões.

Segundo Brunna Garcia, nutricionista da Agroceres Multimix, as principais causas de condenação de carcaças estão diretamente relacionadas a falhas de manejo e a condições ambientais inadequadas ao longo da criação, o que reforça a importância de uma abordagem integrada de prevenção.

“A redução dessas ocorrências não está associada apenas ao bem-estar animal, mas também à viabilidade econômica dos sistemas produtivos”, afirma.

A análise completa sobre as causas das condenações e estratégias de prevenção está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix. Acesse já, clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores

Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

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Divulgação Topigs Norsvin

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.

A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.

“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.

Foco estratégico no Paraná e São Paulo

Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.

Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.

Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.

Gestão intensiva em Santa Catarina

Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.

O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.

Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.

Fonte: Ass. de imprensa
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