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14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura inicia amanhã em Chapecó
Promovido pelo Nucleovet, evento será realizado presencialmente em Chapecó (SC), com transmissão on-line ao vivo.

Gestão de pessoas, sanidade, biosseguridade, gestão da informação, nutrição e reprodução serão os temas que nortearão a programação científica do 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o evento é reconhecido como um dos principais fóruns de discussão do setor na América Latina e ocorrerá a partir desta terça-feira (16), até quinta-feira (18). Paralelamente acontecerá a 13ª Brasil Sul Pig Fair.
Esta edição será realizada presencialmente no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), com transmissão on-line ao vivo e tradução simultânea para o espanhol.

Estrutura está sendo finalizada para receber os congressistas e expositores
Durante o evento, 16 palestras contribuirão para atualizar os profissionais que atuam na cadeia suinícola. O presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, enfatiza que a programação foi elaborada a partir de assuntos atuais e que tenham aplicabilidade prática. “Esse é o grande diferencial do SBSS: trazer conhecimentos científicos que possam contribuir no dia a dia dos profissionais e das empresas. Levamos em consideração os anseios dos profissionais, a partir de feedbacks das edições anteriores, e buscamos trazer informações com a melhor qualidade possível, com palestrantes renomados, para que esses profissionais multipliquem o que aprendem e transformem isso em ações”.
O presidente do Nucleovet, Lucas Piroca, destaca as novidades deste ano, entre elas o Oinc Music Brasil Sul, um momento de confraternização e apresentações musicais dos profissionais presentes na primeira noite do evento, durante o coquetel de abertura.
Também haverá o espaço da Granja do Futuro, que tem como objetivo mostrar o que há de novidades e de tecnologias no mercado. “Durante o evento, será feita a divulgação do selo ‘Coma Mais Carne Suína’, com enfoque de incentivo ao consumo dessa proteína. Outra prática já conhecida dos participantes é que toda a alimentação servida nos coffee breaks, no coquetel de abertura e no happy hour será a base de carne suína”, frisa.

Evento terá espaços para confraternizações e networking
Brasil Sul Pig Fair
A 13ª Brasil Sul Pig Fair reunirá mais de 50 empresas de aditivos, biosseguridade, diagnóstico, equipamentos, genética, nutrição, vacinas, tecnologia, entre outros. A feira consistirá em um espaço presencial e virtual onde as empresas apresentarão suas novidades, seus produtos e serviços, permitindo a construção de networking e o aprimoramento técnico dos congressistas.
Inscrições
As inscrições para o 14º SBSS estão no terceiro lote. O investimento é de R$ 600 (para o evento presencial) e R$ 500 (virtual) para profissionais e R$ 460 (presencial) e R$ 400 (virtual) para estudantes. Na compra de pacotes a partir de dez inscrições serão concedidos códigos-convites. Nessa modalidade há possibilidade de parcelamento em até três vezes. As inscrições podem ser feitas no site www.nucleovet.com.br.
O acesso para a 13ª Brasil Sul Pig Fair é gratuito, tanto presencial quanto virtual, assim como para o pré-evento.
Somando forças

Granja do Futuro tem como objetivo mostrar o que há de novidades e de tecnologias no mercado
O 14º SBSS tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina (CRMV/SC), da Embrapa Suínos e Aves, da Prefeitura de Chapecó e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).
Programação Científica do 14º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura:
Terça-feira (16)
14h – Abertura da Programação Científica
Painel Gestão de Pessoas
14h05 às 14h45 – Capacitar as equipes de granjas, esse é o caminho para o sucesso?
Palestrante: Everton Gubert
14h50 às 15h30 – Estratégias de treinamento de adultos. Como os adultos aprendem?
Palestrante: Naldo Dalmazo
15h30 às 15h50 – Questionamentos
15h50 às 16h20 – Intervalo
16h20 às 17h – Comunicação eficaz: minha equipe entende o que é necessário?
Palestrante: Leandro Trindade
17h às 17h30 – Questionamentos
17h40 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS
18h40 – Palestra de Abertura – Crie soluções: superando desafios com criatividade
Palestrante: Amyr Klink
20h – Coquetel de Abertura – na PIG FAIR
Quarta-feira (17)
Painel Biosseguridade
08h às 08h40 – Biosseguridade: está na hora de parar com o “faz de conta”. Será que compreendemos o significado dos desafios sanitários? Uma visão de dentro da granja
Palestrante: Nelson Morés
08h45 às 09h25 – Estratégias de redução da pressão de infecção em um sistema de produção: entendendo e aplicando programas de limpeza e desinfecção
Palestrante: Anne Caroline De Lara
09h25 às 09h45 – Questionamentos
09h45 às 10h05 – Intervalo
Painel Gestão da Informação
10h05 às 10h45 – Gestão em tempos de crise: cortar custos sempre é a melhor solução?
Palestrante: Iuri Pinheiro Machado
10h50 às 11h30 – Tomada de decisão baseada em dados: experiência norte-americana na análise de informações em banco de dados de diagnósticos na suinocultura
Palestrante: Daniel Linhares
11h30 às 11h50: Questionamentos
11h50 às 14h – Intervalo para almoço
12h30 – Eventos Paralelos
Painel Sanidade (Jurij Sobestiansky)
14h às 14h40 – Peste Suína Africana: como está o cenário mundial atual?
Palestrante: Leandro Hackenhaar
14h45 às 16h – Mesa Redonda: Agentes respiratórios? Estamos dando a real importância aos diagnósticos?
Palestrantes: Danielle Gava, David Barcellos e Karine Takeuti
Moderador: Geraldo Alberton
16h às 16h20 – Intervalo
16h20 às 17h – Estratégias de diagnóstico e controle de meningite estreptocócica: como enfrentar este agente e sua diversidade antigênica?
Palestrante: Rafael Frandoloso
17h05 às 17h45 – Resistência bacteriana: uma pandemia silenciosa!
Palestrante: Jalusa Deon Kich
17h45 às 18h05 – Questionamentos
18h15 às 19h15 – Evento Paralelo Zoetis
19h15 – Happy Hour na PIG FAIR
Quinta-feira (18)
Painel Nutrição e Reprodução
08h às 08h40 – Efeito da matéria-prima no desempenho e saúde intestinal dos suínos
Palestrante: Gabriel Cipriano Rocha
08h45 às 09h25 – Imunonutrição: como manejar a imunidade através da nutrição
Palestrante: Breno Castelo Beirão
09h25 às 09h45 – Questionamentos
09h45 às 10h05 – Intervalo
10h05 às 10h45 – Perdas reprodutivas na produção de suínos: diagnóstico situacional e alternativas de correção
Palestrante: Rafael Ulguim
10h50 à 11h30 – Prolapsos uterinos: fatores predisponentes e abordagem para o controle
Palestrante: Augusto Heck
11h30 às 11h50 – Questionamentos
12h – Sorteios e encerramento

Notícias
Brasil ultrapassa 133 mil drones registrados e amplia uso da tecnologia em diversos setores
Expansão acelerada desde 2017 reflete avanço do agronegócio, da indústria e de serviços tecnológicos, além de um ambiente regulatório que favorece a profissionalização do setor.

O mercado brasileiro de drones segue em forte expansão e alcançou 133 mil aeronaves registradas até fevereiro de 2026 no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT), mantido pela Agência Nacional de Aviação Civil. O volume confirma a consolidação do segmento como um dos mais dinâmicos da economia digital e dos serviços tecnológicos no país.
A evolução do setor está diretamente associada à regulamentação das operações civis de drones no Brasil, instituída em 2017, quando passou a ser obrigatório o cadastro dessas aeronaves. Naquele período, o país registrava cerca de 16,5 mil drones. Em apenas cinco anos, o número saltou para 93.729 registros em 2022, crescimento superior a 460%.
Desse total registrado em 2022, 52.906 drones eram destinados ao uso recreativo, enquanto 40.823 eram utilizados em atividades profissionais, evidenciando a crescente adoção da tecnologia em operações comerciais, industriais e governamentais.
Crescimento acelerado

Foto: Lucas Fermin/SEED
A expansão não desacelerou nos últimos anos. Entre 2024 e 2025, o número de drones cadastrados no país cresceu mais de 20% ao ano, enquanto os pedidos de autorização de voo avançaram acima de 25% no mesmo período. Os dados indicam não apenas aumento da base instalada de equipamentos, mas também maior intensidade de uso nas operações.
O avanço também se reflete no comércio internacional. Em 2024, as importações de drones registraram crescimento de 24,1% em valor e mais de 115% em número de unidades, reforçando o aquecimento da demanda doméstica por equipamentos e tecnologias associadas.
Setores que impulsionam a demanda

Foto: Rafael Soares
Ao longo da última década, o perfil do mercado mudou significativamente. O setor deixou de ser predominantemente recreativo e passou a ocupar espaço relevante em cadeias produtivas intensivas em tecnologia.
Entre os segmentos que mais impulsionam a adoção da tecnologia estão o agronegócio — especialmente em operações de pulverização aérea e agricultura de precisão — além de inspeções industriais, energia, infraestrutura, segurança pública, mapeamento técnico e produção audiovisual. A expansão também acompanha o avanço da digitalização de serviços públicos e das iniciativas de cidades inteligentes.
O crescimento do setor também movimenta diversas cadeias econômicas associadas, como importação e distribuição de equipamentos, manutenção técnica, capacitação de operadores, desenvolvimento de softwares e integração com tecnologias como inteligência artificial e conectividade 5G.
Ambiente regulatório e investimentos
Especialistas apontam que o ambiente regulatório brasileiro tem papel importante na formalização do setor e na atração de investimentos. O modelo atual distribui responsabilidades entre diferentes órgãos públicos, responsáveis pelo registro das aeronaves, controle do espaço aéreo, homologação de equipamentos e regulação de aplicações específicas, como o uso agrícola.
Em 2025, o país avançou no processo de modernização dessas regras com a abertura de consulta pública para atualização do marco regulatório, que propõe um modelo baseado em risco operacional e desempenho, alinhado às práticas internacionais.

Foto: Freepik
Para Pedro Curcio Jr., presidente da Associação Brasileira das Empresas de Drones (ABDRONE), o crescimento do mercado indica que o setor já atingiu um estágio estrutural de desenvolvimento. “O mercado brasileiro atingiu um estágio estrutural. Hoje falamos de uma base instalada robusta, operações cada vez mais profissionais e segurança jurídica para expansão de investimentos. Os drones passaram a integrar a infraestrutura tecnológica de diversos setores produtivos”, afirma.
Segundo ele, o próximo ciclo de crescimento deverá ser impulsionado por ganhos de produtividade, redução de custos operacionais e maior integração com tecnologias digitais.
“Estamos diante de um segmento que combina inovação, eficiência econômica e geração de empregos qualificados. A consolidação regulatória cria as condições para um novo ciclo de expansão empresarial”, menciona.
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Exportações paranaenses para a Índia crescem 95% no primeiro bimestre de 2026
Avanço eleva participação do país asiático nas vendas externas do Estado e reforça a importância estratégica do mercado indiano.

Apontada como uma das economias mais dinâmicas do mundo, com a perspectiva de alcançar em poucos anos a terceira posição no ranking global do PIB, atrás somente dos EUA e China, a Índia vem se destacando cada vez mais como compradora de mercadorias paranaenses.
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), as exportações do Estado para Índia somaram US$ 108 milhões no 1º bimestre deste ano, o que correspondeu a um aumento de 95% em relação ao mesmo intervalo de 2025, quando as vendas atingiram US$ 55,6 milhões.

Em consequência disso, a participação da Índia nas exportações totais paranaenses subiu de 1,7% para 3,5%, o que garantiu a terceira colocação entre os destinos dos bens produzidos no Paraná, abaixo apenas dos pesos da China e Argentina. Nos dois primeiros meses do ano passado, o país asiático ocupava a 15ª colocação entre os países que adquiriram produtos paranaenses.
Esse volume de 2026 é tão expressivo que já equivale a praticamente metade das exportações realizadas para o país ao longo de todos os meses de 2020 e 2021, por exemplo. O melhor ano da relação comercial foi 2023, com exportações na casa de US$ 751 milhões.
Na pauta dos bens exportados, sobressaem o óleo de soja, os produtos metalúrgicos, os derivados do petróleo e o papel, que, juntos, responderam por 87% das receitas geradas pelo comércio com a Índia no 1º bimestre de 2026. Já em relação às importações, o Estado adquiriu US$ 70,7 milhões em mercadorias indianas nos dois primeiros do presente exercício, com destaque para os produtos químicos.
De acordo com Jorge Callado, em uma visão estratégica, o Governo e os exportadores do Estado vêm acompanhando os movimentos do mercado indiano, já que consideram o país como um dos alicerces do crescimento futuro das vendas externas do Paraná. “A ampliação do intercâmbio comercial com a Índia interessa muito ao Estado, dado o entendimento de que a produção para exportação gera emprego e renda em nível local”, analisa.
Exportações da alta

As exportações paranaenses para mercados asiáticos e europeus cresceram de forma significativa neste ano. As vendas estaduais para Japão, Singapura e Filipinas avançaram, respectivamente, 107%, 103% e 124% no 1º bimestre de 2026, em comparação a idêntico período de 2025. Ou seja, dobraram de tamanho.
No caso das vendas para o mercado japonês, o aumento foi sustentado principalmente pela carne de frango, enquanto as exportações para Singapura e Filipinas apresentaram crescimento alicerçado no petróleo e na carne suína, respectivamente. O Comércio com a Europa envolveu incremento das exportações de torneiras e válvulas e farelo de soja.
TCS
E as boas relações com a Índia extrapolam o comércio. Recentemente a multinacional indiana Tata Consultancy Services (TCS), líder global em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anunciou investimento de R$ 200 milhões (US$ 37 milhões) na construção de um campus em Londrina, no Norte do Paraná. Presente na cidade há sete anos, onde fica o seu maior centro de operações no Brasil, o complexo deve ser concluído em 2027, com a perspectiva de gerar 1.600 empregos diretos.
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Novo programa da Copel promete mais agilidade no atendimento a produtores rurais
Copel Agro terá linha direta exclusiva, equipes especializadas e projetos voltados a propriedades com alta dependência de energia.

A Copel anunciou na quarta-feira (11), em Medianeira, no Oeste, a criação do Copel Agro, programa dedicado a produtores rurais da cadeia de proteína animal e setores com alto grau de eletrodependência, além de uma nova linha direta e exclusiva de atendimento por teleatendentes: 0800 6434 222.
O Copel Agro contará com equipes de teleatendentes operando 24 horas por dia, sete dias por semana, e também com o reforço de equipes técnicas e de campo dedicadas ao atendimento a demandas emergenciais, à realização de obras e o desenvolvimento de projetos e ações de atenção aos produtores rurais de todas as regiões do Estado. Cerca de 60 mil produtores que se dedicam a estas culturas eletrointensivas no Paraná estão cadastrados junto à Copel. Destes, aproximadamente 50% têm propriedades nas regiões Oeste e Sudoeste.
Daniel Slaviero, presidente da Copel, destacou que são prioridades do programa reforçar o primeiro atendimento, maior agilidade no restabelecimento de energia, redução de interrupções temporárias e ocorrências de desligamentos pelo efeito de carga ou geração distribuída à revelia e criação de opções de redundância em instalações críticas com financiamento de um plano de instalação de baterias.
“Temos plena consciência da nossa responsabilidade diante dos desafios do setor elétrico e das demandas crescentes do campo e da produção paranaense. Por isso, a Copel vem lançando uma série de medidas estruturantes para enfrentar esse cenário e garantir energia de qualidade para o desenvolvimento do nosso Estado”, destacou. O anúncio foi feito a lideranças do setor cooperativista da região durante reunião regional do Sistema Ocepar na sede da Cooperativa Lar.
“Quando investimos em energia, estamos investindo em crescimento, competitividade e, principalmente, na melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirmou o presidente.
O presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues, destacou que o forte crescimento econômico da região tem aumentado a demanda por energia elétrica. Segundo ele, esse cenário já foi levado à direção da Copel, especialmente à área de distribuição, que tem se mostrado aberta ao diálogo com cooperativas e lideranças do setor produtivo. “A Copel veio ouvir os produtores, está mais próxima e abriu um canal chamado Copel Agro, que vai estabelecer uma conexão para ouvir, para agir mais rápido”, afirmou.
“A energia elétrica é um fator essencial para o desenvolvimento do agronegócio e para a competitividade das cooperativas paranaenses. O diálogo permanente entre a Copel e o cooperativismo é fundamental para alinhar demandas e buscar soluções conjuntas. Essa parceria contribui diretamente para o crescimento do agronegócio, para o fortalecimento das cooperativas e para o desenvolvimento sustentável do Paraná”, completou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.
Copel Agro
Pelo número 0800 6434 222, com início de operação previsto para o mês de abril, uma equipe de teleatendentes irá receber as demandas dos produtores rurais e direcionar o atendimento com agilidade. Por esta estrutura, em casos de interrupções de energia, o cliente rural receberá informações da previsão do tempo de religamento.
Para o fortalecimento do primeiro atendimento haverá o reforço do efetivo de eletricistas, com 50 equipes próprias atuando em sete bases estratégicas. O programa ainda contará com uma célula de monitoramento junto ao Centro de Controle da Copel com vistas a garantir agilidade no restabelecimento da energia em casos de interrupções.
Como parte do Copel Agro, será colocado em operação um Plano de Manutenção de estruturas com priorização de obras de melhorias de curto prazo integrado a mutirões de poda e prevenção do contato da vegetação com a rede elétrica, que hoje responde por 40% dos casos de desligamentos.
Para reduzir os efeitos de desligamentos temporários decorrentes de instalações de carga e geração distribuída irregulares, equipes da Copel farão um censo e levantamento de campo em áreas de consumo. As ações preveem visitas orientativas para a adequação de carga e geração distribuída (GD); e parcerias com cooperativas e sindicatos para o repasse de informações técnicas e treinamentos.
O Copel Agro prevê ainda o reforço no incentivo à conexão à nova rede trifásica, por intermédio do projeto Se Liga Aí, Paraná! e a definição de iniciativas de suporte ao produtor com subsídios à substituição de motores e à aquisição de baterias com recursos do Programa de Eficiência Energética da Copel.



