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Suínos 13ª edição

SNCS 2025 conecta toda cadeia em lançamento nas alturas com campanha que pode impactar 161 milhões de consumidores

Evento reuniu varejistas, autoridades e representantes da cadeia produtiva no Dinner in the Sky. No mesmo dia, a ABCS realizou uma ação com nutricionistas, chefs de cozinha e influenciadores.

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Fotos: Divulgação/ABCS

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realizou no dia 4 de junho, em São Paulo, o lançamento oficial da 13ª Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), a maior campanha de incentivo ao consumo de proteína animal no varejo nacional. O evento, exclusivo para convidados, foi realizado no Dinner in the Sky, proporcionando aos participantes uma experiência única de degustação com um menu inteiro de carne suína, servido a 50 metros de altura.

Com o tema “Vá mais longe com esse sabor”, a SNCS 2025 tem como missão posicionar a carne suína como uma proteína saudável, saborosa, acessível, versátil, e uma verdadeira aliada da longevidade, desempenho e ganho muscular. Ao lado de 21 redes de varejo, a nova edição impactará mais de 161 milhões de consumidores em todo o país, com mais de 53 mil peças promocionais com o conceito Mais Carne Suína veiculadas on e offline durante o período de 3 a 17 de junho.

O evento contou com a presença de lideranças da suinocultura e representantes das maiores redes varejistas do país que participam da iniciativa. A proposta foi promover uma experiência estratégica e sensorial na campanha, destacando o protagonismo da carne suína no cenário nacional. Os convidados participaram de uma imersão institucional com apresentações conduzidas por representantes da ABCS e palestras técnicas que ficaram por conta do médico veterinário, Iuri Pinheiro Machado, que falou sobre o papel do varejo na valorização da carne suína, e Flávia Fontes, CEO da FairFood, empresa parceira da ABCS, que apresentou dados sobre como transparência e certificação influenciam a decisão de compra do consumidor.

Durante o evento, o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, agradeceu aos parceiros e instituições apoiadoras, como MAPA, ABRAS, e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), além do varejo nacional. Ele também reforçou que o mercado interno de carne suína tem muita chance de crescimento junto ao varejo, evidenciando a trajetória de crescimento de consumo conduzida pela Associação ao longo desses 13 anos, “As possibilidades são gigantescas”.

SNCS na visão do varejo 

Representando a Plurix, José Barbosa, diretor comercial, reforçou a importância da união entre indústria, varejo e produtores para promover ainda mais o consumo de carne suína no Brasil. Eandres Aguiar, diretor de marketing do Amigão, que agora integra a Plurix, elogiou o evento por reunir tantas pessoas interessantes num lugar só. Luiz Baruzzi, diretor comercial do Amigão, reafirmou o compromisso de todas as bandeiras da Plurix em vender carne suína com qualidade e preços justos!

O diretor executivo da Swift, José Medeiros agradeceu pelo convite, e Fábio Casanova, diretor comercial da Swift agradeceu a oportunidade por fazer parte deste movimento: “Vocês fazem um trabalho fantástico, é uma grande oportunidade para a Swifit contar a história da suinocultura, e da qualidade do produto para o nosso time comercial. Não utilizar esse conhecimento e levá-lo para o consumidor final seria um desperdício do valor e do potencial que ele tem”, conclui.

David Buarque, gerente de açougue do Carrefour, evidenciou a estratégia da campanha, e destacou a importância dos treinamentos, que antes mesmo de chegar ao consumidor, preparam os operadores de loja para oferecer uma experiência de qualidade com a carne suína.

Vinicius da Silva, Gestor de Categorias do GPA, destacou que a SNCS já faz parte da cultura do Grupo, e agradeceu a ABCS e a suinocultura brasileira pelo trabalho, e Ernesto Dizioli, gerente nacional comercial do GPA, reforçou a importância da qualificação no varejo.

Rafael Castro, diretor da Rede São Paulo, ressaltou a importância do varejo se comunicar diretamente com o consumidor, e afirmou que contar com apoio de toda a cadeia da suinocultura faz toda a diferença nesse processo.

A ABCS também aproveitou a ocasião para homenagear Francisco Lima de Barros, antigo colaborador do Natural da Terra, que durante anos esteve à frente da campanha na rede, até seu falecimento em 2024. A Associação homenageou também Juderlan Batista, Coordenador de formação técnica do GPA, pelos seus 30 anos de carreira, sendo 13 deles participando da SNCS junto da ABCS!

O encontro foi marcado por inovação, e pela celebração da união e do compromisso conjunto com o fortalecimento da suinocultura e da mudança de posicionamento da carne suína brasileira. A SNCS acontece até o dia 17 de junho junto do Carrefour, Extra Mercado, Pão de Açúcar, Amigão, Boa Supermercados, Empório Dom Olívio, Super Pão, Paraná Supermercados, Compre Mais, Supermercados Avenida, Prezunic, Gbarbosa, Lopes, ABC Plus, Jaú Serve, Shibata, Pague Menos, Confiança, Proença e Swift. Acompanhe nossas redes sociais para conhecer as campanhas!

Influencers de nutrição e gastronomia conhecem mais sobre a carne suína 

No mesmo dia pela pela manhã, a ABCS realizou um brunch nas alturas, para influenciadores, nutricionistas e chefs de cozinha, no mesmo local, conduzido pelo médico nutrólogo e cardiologista Dr. Daniel Magnoni, que abordou os benefícios nutricionais da carne suína para todas as idades e como ela pode ser indicada para os pacientes que buscam uma vida saudável e até mesmo leve.

Em seguida, o chef Jimmy Ogro, embaixador da carne suína, recebeu 20 chefs que degustaram nas alturas pratos exclusivos à base da proteína suína e conheceram mais sobre as possibilidades gastronômicas que podem ser preparadas.

Os influencers de nutrição e gastronomia foram escolhidos estrategicamente para conectar a carne suína a diferentes tipos de público e gerações, amplificando os benefícios da carne suína, e desmistificando a proteína para mais de 2 milhões de seguidores nas redes sociais.

Os menus executados no dia foram elaborados com as carnes do Gran Corte, frigorífico parceiro do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Suinocultura.

Fonte: Assessoria ABCS

Suínos

Núcleo da suinocultura do Paraná reage à autorização para recolha de suínos mortos

Frimesa e Coopavel divulgaram comunicados nos quais reafirmam a manutenção dos protocolos sanitários atuais e rejeitam a retirada de carcaças das propriedades, sob argumento de proteção da biosseguridade e do mercado exportador.

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Imagem: Giuliano De Luca/O Presente Rural/ChatGPT

A autorização inédita concedida no Paraná para recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos em propriedades rurais provocou reação no centro da suinocultura estadual. Após a formalização, pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do primeiro credenciamento para esse tipo de operação, Frimesa e Coopavel divulgaram comunicados nos quais informam que não adotam a retirada de suínos mortos das propriedades e defendem a manutenção dos procedimentos sanitários já em vigor. A Adapar oficializou o credenciamento da A&R Nutrição Animal, de Nova Aurora, com base na Portaria nº 012/2026.

Na comunicação assinada pelo presidente executivo Elias José Zydek, a Frimesa informa que o Conselho de Administração decidiu “manter os procedimentos sanitários atuais, dentre os quais, a não retirada dos suínos mortos das criações nas propriedades rurais”. No mesmo texto, a cooperativa afirma que “a sanidade e as normativas de biossegurança no Sistema de Integração Suinícola das Cooperativas Filiadas e Frimesa deverão ser cumpridas em conformidade com a legislação vigente, bem como para garantir as habilitações para as exportações”.

A Coopavel adotou tom ainda mais direto. Em comunicado, a cooperativa afirma que “não autoriza e não adota a prática de recolhimento de carcaças”. Na sequência, lista os motivos para a posição institucional. Segundo o texto, a coleta “facilita a disseminação de vírus e bactérias entre as propriedades”, aumenta o risco sanitário dos plantéis, pode comprometer o status sanitário da região e afeta diretamente a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva suinícola”. A orientação da cooperativa é para que “carcaças de suínos devem ser destinadas corretamente na própria propriedade, seguindo as orientações técnicas da Coopavel”.

Resistência

A manifestação das duas cooperativas expõe que, embora o credenciamento tenha sido autorizado pela Adapar, sua adoção prática encontra resistência justamente entre agentes de peso da cadeia integrada de suínos no Paraná. Na prática, o que está em disputa não é a existência do ato regulatório, mas a aceitação, dentro dos sistemas de integração, de um modelo que envolve circulação externa para recolhimento de animais mortos.

Com os comunicados de Frimesa e Coopavel, o tema passa a ter uma nova dimensão. O credenciamento existe, está formalizado e tem respaldo normativo. Ao mesmo tempo, cooperativas centrais da suinocultura paranaense deixam claro que, em seus sistemas, o protocolo permanece sendo a destinação dos animais mortos dentro da própria propriedade, sob a justificativa de biosseguridade, proteção sanitária e preservação das condições exigidas pelos mercados exportadores.

Compostagem

A própria Adapar afirma que a retirada de animais mortos por terceiros continua proibida, sendo permitida apenas para empresas credenciadas, e reforça que o principal destino dos suínos mortos “ainda deve ser a compostagem dentro das próprias propriedades, permanecendo como a prática mais recomendada e utilizada”. O órgão também destacou que o manejo dentro da propriedade reduz riscos sanitários e advertiu que empresas credenciadas não devem adentrar áreas limpas das granjas, para evitar contaminação cruzada.

A autorização concedida pela Adapar prevê que a empresa credenciada poderá recolher, transportar, processar e destinar animais mortos e resíduos da produção pecuária no Estado, com validade de três anos. A portaria também veda o recolhimento de carcaças oriundas de outros estados e proíbe o uso dos produtos gerados no processamento na fabricação de alimentos para consumo animal ou humano. Segundo a publicação, o material processado tem como destino biocombustível, indústria química e fertilizantes.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

ABCS reúne produtores para discutir integração na suinocultura

Encontro online marca início de agenda voltada ao fortalecimento da relação com agroindústrias.

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Foto: Shutterstock

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realizou, na última quarta-feira (16), a 1ª Reunião do Departamento de Integração, reunindo representantes de diferentes regiões do país em um encontro online voltado ao fortalecimento da relação entre produtores integrados e agroindústrias.

A abertura foi conduzida pelo presidente da ABCS, Marcelo Lopes, e pelo conselheiro de Integração e Cooperativismo da entidade, Alessandro Boigues. Ambos destacaram o papel estratégico do departamento para 2026 e reforçaram a importância da organização dos produtores por meio das Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (CADECs). Segundo Boigues, a ABCS está à disposição para apoiar demandas específicas das comissões, fortalecendo o diálogo e a troca de experiências entre os produtores.

“O distanciamento entre a alta gestão de algumas agroindústrias e a realidade enfrentada na base da produção é uma realidade. Por isso, aproximar esses dois níveis deve ser uma prioridade para avançarmos nas relações de integração no país”, destacou o conselheiro.

Contratos de integração exigem atenção técnica e jurídica

A primeira agenda teve como prioridade o debate sobre os contratos de integração, com base na Lei nº 13.288/2016. Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, a questão contratual é hoje um dos pontos mais sensíveis da suinocultura brasileira. “Precisamos garantir que os contratos reflitam, de fato, equilíbrio e transparência na relação entre produtores e agroindústrias. A Lei de Integração existe para dar segurança jurídica, mas ela só se efetiva quando é compreendida e aplicada na prática. O fortalecimento das CADECs é fundamental nesse processo, porque é na base que os desafios aparecem e precisam ser enfrentados com organização e diálogo”, destacou.

A reunião contou ainda com a participação da advogada da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Karoline Cord Sá, que reforçou a necessidade de maior clareza nos critérios técnicos que definem a remuneração dos produtores, além de alertar sobre cláusulas que podem gerar desequilíbrio contratual. O encontro foi encerrado com espaço para troca de experiências entre os participantes, reforçando a importância da atuação coletiva para garantir maior equilíbrio, transparência e segurança jurídica nas relações de integração.

A iniciativa marca o início de uma agenda estruturada do Departamento de Integração da ABCS para 2026, com foco em ampliar o protagonismo dos produtores e consolidar boas práticas nas relações contratuais do setor suinícola.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos

Startup desenvolve tecnologia inédita para reduzir natimortalidade na suinocultura

Equipamento em fase de protótipo auxilia o parto e busca reduzir perdas nas granjas.

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Fotos: Pigma Desenvolvimentos

A Pigma Desenvolvimentos, startup com sede em Toledo, desenvolveu uma cinta massageadora voltada a matrizes suínas para auxiliar no trabalho de parto.

O projeto, chamado PigSave, utiliza estímulos físicos que favorecem a liberação natural de ocitocina, contribuindo para a redução dos índices de natimortalidade. O equipamento também busca diminuir o estresse e a dor dos animais, além de aumentar a produção de colostro. A proposta é substituir ou otimizar a massagem que normalmente é realizada de forma manual durante o parto.

Segundo o CEO Marcelo Augusto Hickmann, o desenvolvimento da solução passou por um processo de reestruturação, com foco no aprimoramento do produto e na validação por meio de pesquisa aplicada. A iniciativa tem como objetivo ampliar o bem-estar animal e melhorar a usabilidade da tecnologia no campo.

O equipamento ainda está em fase de prototipagem, com ajustes e testes para mensurar os resultados. A empresa também mantém parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) para o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao projeto.

Fundada em 2020, a Pigma Desenvolvimentos atua na criação de soluções tecnológicas voltadas a demandas industriais e do agronegócio, com foco em automação e ganho de produtividade. Seus projetos integram hardware e software para atender necessidades específicas de produtores e empresas do setor.

Fonte: AEN-PR
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