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10ª Convenção Nacional reúne profissionais do Grupo Semex em Presidente Prudente (SP)

A 10ª Convenção Nacional coroa o ótimo momento do Grupo Semex, que cresceu 8,5% em 2016 e inicia 2017 com previsão de crescer 12%

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De 1° a 3 de fevereiro será realizada a 10ª Convenção Nacional de Vendas do Grupo Semex que reunirá representantes comerciais, equipe técnica e gerencial de todo o país, na região de Presidente Prudente (SP).

A novidade desta edição é a visita dos participantes à Central de Inseminação Artificial Tairana, que integra o Grupo Semex desde 2011. Os representantes que se destacaram ao longo do ano passarão por uma série de treinamentos com os gerentes de corte e leite, além de assistir a uma palestra da Dra. Tatiana Issa Uherara, gerente-geral e responsável técnica pela Central, sobre qualidade de sêmen e o Padrão Ouro de Qualidade implantado pela Tairana em todos os seus processos.

10ª Convenção Nacional coroa o ótimo momento do Grupo Semex, que cresceu 8,5% em 2016 e inicia 2017 com previsão de crescer 12%, fruto de uma reestruturação interna iniciada há dez anos, que ampliou sua área de atuação no país e adquiriu uma extensa bateria de touros provados de raças taurinas e zebuínas (corte e leite). Além da sede em Santa Catarina, a empresa tem estande fixo nos parques de exposição de Uberaba/MG e Esteio/RS. O relacionamento com os produtores também foi ampliado por meio das participações em feiras agropecuárias. Em 2016, a Semex participou de 82 exposições, registrando várias conquistas de prêmios em julgamento de filhos/filhas dos touros da bateria Semex. A empresa conta atualmente com 84 representantes, mais 200 funcionários de vendas e 12 gerentes técnicos e distritais.

Na abertura do evento, o diretor-presidente do Grupo Semex no Brasil, Nelson Eduardo Ziehlsdorff, fará o balanço do último ano e as projeções para o próximo período. "Essa é uma das semanas mais importantes do ano, pois teremos a oportunidade de reunir os colaboradores de todo o Brasil para alinhar as estratégias e aproximar a equipe das novidades do setor", comenta o CEO.

A programação inclui uma série de apresentações e talk shows com destaque para as palestras do Diretor Técnico de Raças Leiteiras, Claudio André da Cruz Aragon,do Gerente de Corte da Semex Brasil Antônio Carlos Sciamarelli Júnior e do Gerente-Geral do Cenatte, Rodrigo Fiorani sobre as principais soluções de melhoramento genético bovino oferecidas pela Semex, como o Immunity+, UPGen, entre outros.

O evento contará com a presença do Gerente de Corte Global da Semex AllianceMylesImmerkar, e do Gerente de Negócios da América Latina e Europa Ocidental, Horácio Larrea, além de parceiros e clientes.

Antes da cerimônia de premiação, que encerra a convenção, o jornalista Carlos Alberto da Silva, o Carlão do Grupo Publique, ministrará a palestra motivacional "Andanças" sobre sua experiência de 30 anos no agronegócio e o marketing no setor

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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