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1° Fórum de Agricultura discute tendência do agronegócio com foco na realidade da América do Sul

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Primeira edição do Fórum da Agricultura da América do Sul discutirá tendências do agronegócio internacional a partir da realidade sul-americana. Evento inédito será realizado nos dias 21 e 22 de novembro, em Foz do Iguaçu (PR). A organização é iniciativa do Agronegócio Gazeta do Povo em conjunto com Conselho Agropecuário do Sul (CAS), organismo que reúne os ministros da Agricultura da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.
O evento ocorre num momento em que o agronegócio sul-americano busca consolidação no contexto internacional. As exportações dos seis países que estão participando do Fórum representaram 62,4% (2012/13) e devem crescer 65,8% na temporada atual, somando 117 milhões de toneladas de grão, farelo e óleo. No milho, o volume está passando de 49,1% para 37,2%, em um momento de recuperação da produção nos Estados Unidos. Nos últimos dez anos o salto na produção foi de 121%. 
"Brasil e Argentina, junto com Paraguai, Bolívia e Uruguai, se tornaram líderes no fornecimento de soja e milho para o mercado global, mas sua influência nas cotações ainda não reflete essa importância. A discussão do mercado e do potencial da produção sob a perspectiva do Cone Sul é decisiva para uma mudança nesse sentido", afirma Giovani Ferreira, coordenador do Agronegócio Gazeta do Povo no Grupo Paranaense de Comunicação (GRPcom). 

Programação

A programação técnica do Fórum será aberta pelo diretor do Departamento de Agricultura e Comércio da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Ken Ash, que vai abordar a agricultura no contexto da economia mundial. Os painéis discutirão assuntos como carnes, grãos, cereais, lácteos, produtos de interesse nacional, cooperativismo e associativismo, biotecnologia e biossegurança, água e sustentabilidade, biocombústiveis e agroenergia, infraestrutura e logística. O elo entre comunicação e agronegócio também entrará em pauta. A programação completa pode ser conferida pelo site www.agrooutlook.com, onde também podem ser realizadas as inscrições

Fonte: Centro de Comunicação

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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