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“Encadeamento Produtivo” torna-se o maior programa de estímulo ao empreendedorismo de SC

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Programa integra grandes e pequenas empresas da cadeia produtiva da Coopercentral Aurora Alimentos e tem como meta atingir 2.500 empresários rurais e 405 empresas urbanas em quatro anos

Desenvolver e aperfeiçoar as pequenas empresas integradas na cadeia produtiva capitaneada pela Cooperativa Central Aurora Alimentos é o foco do ENCADEAMENTO PRODUTIVO, o maior programa de estímulo ao desenvolvimento das pequenas e médias empresas ligadas ao agronegócio do sul do Brasil. O programa foi contratualizado em junho deste ano, em Chapecó, entre o Sebrae, Aurora Alimentos e outros parceiros.

O programa beneficiará em um quadriênio 2.500 empresas rurais e mais de 400 micro e pequenas empresas urbanas fornecedoras de insumos das cadeias produtivas de leite, aves e suínos. Participam do projeto o Sebrae, Senar, Sescoop, Sicoob, Fundação Aury Luiz Bodanese e oito cooperativas agropecuárias – CooperAlfa, Itaipu, AuriVerde, Coolacer, Copérdia, Caslo, Cooper A1 e Coopervil.

O contrato firmado em junho de 2014 assegura investimentos de 11,7 milhões de reais no período de quatro anos, custeados pelo Sebrae (70%), Aurora  e parceiros (30%).

As instituições parceiras do programa reuniram coordenadores, supervisores e instrutores nesta semana, em Chapecó, para uma avaliação dos resultados parciais, em encontro coordenado por Neivor Canton e Joel José Pinto (Aurora), Ênio Parmeggiani e Beatriz Silveira (Sebrae), Gilmar Zanluchi (Senar), Elói Frazzon (Sicoob) e Adelar Parmeggiani (Sicredi).

Em 2014 foram atendidas 625 empresas rurais e 85 urbanas ligadas às cadeias produtivas de suínos, aves e leite. Entre as atividades desenvolvidas estão o diagnóstico das empresas que aderiram ao programa (micro e pequenas empresas e propriedades rurais sustentáveis), 81 cursos no campo com 1.100 inscritos e 10 mil horas de consultoria, seis cursos de gestão com 85 inscritos e 170 horas de consultoria, 15 clínicas tecnológicas com 225 inscritos,  79 palestras, quatro rodadas de negócios, três sessões de negócios, 60 missões empresariais com 1.200 participantes.Também foram prestadas 2.250 horas de consultoria tecnológica. Avaliação de 100 empresas e participação em sete feiras de difusão tecnológica.

Projeções

Em face da identificação das potenciais empresas para aderir ao programa, as metas para 2015 consistem no atendimento de 625 empresas rurais e 185 urbanas das três cadeias produtivas (suínos, aves e leite) e a prestação de diagnósticos nas empresas, 70 cursos no campo (1.000 inscritos e 8.000 horas de consultoria), 54 cursos de gestão  (810 inscritos e 1.620 horas de consultoria), 15 clínicas tecnológicas, consultoria tecnológica  nas áreas de carregamento de suínos, apanhe de aves, carcaças de suínos diagnóstico laboratorial e aferição do leite nas propriedades (2.250 horas).

Também estão programadas para 2015 a promoção de 19 palestras/oficinas/seminários, a participação em cinco feiras com 50 expositores, uma rodada de negócios, três sessões de negócios, 60 missões empresariais, avaliação de 200 empresas e a organização e promoção do prêmio Empreendedor Rural Cooperativista.

O programa atende empresas-âncoras e seus fornecedores e busca diminuir a assimetria de produtividade entre pequenas e grandes empresas em uma mesma cadeia de produção.

O coordenador regional do Sebrae no oeste catarinense, Ênio Alberto Parmeggiani, expõe que a competitividade empresarial não se reduz à atuação da empresa individualmente porque é o resultado da eficiência da cadeia de valor ou aglomerado local no qual se estrutura um determinado segmento produtivo. Dessa forma, as empresas que fazem parte de uma cadeia de valor precisam ser competitivas.

Fundamentos

O encadeamento produtivo impulsiona a maior competitividade e a inovação nas empresas de pequeno porte, a partir da necessidade de adoção de padrões técnicos e de qualidade definidos por empresas líderes das cadeias de valor. Para participar dessa parceria estratégica, a pequena empresa passa por melhoria na gestão, tecnologia de produção, processos inovativos e de menor impacto ambiental. Com o apoio do Sebrae, cada fornecedor aperfeiçoa seus serviços, cumpre exigências, condições e critérios demandados pelas grandes compradoras. Com um novo padrão de atendimento, micro e pequenos empreendimentos podem se inserir de forma competitiva na cadeia de valor das grandes empresas e gerar benefícios mútuos.

No caso do projeto de Santa Catarina, o Encadeamento Produtivo criará oportunidades para grandes e pequenas empresas da indústria, do comércio e dos serviços ligadas ao agronegócio. Nos últimos 45 anos, a Aurora lidera uma ampla cadeia produtiva: além das 12 cooperativas filiadas e de seus 60 mil agricultores associados – todos considerados pequenas empresas pelo Sebrae.  A Aurora tem milhares de outros agentes que participam da cadeia como, por exemplo, na prestação de transporte e coleta de matéria-prima (frangos, leite e suínos).

O programa é desenvolvido em quatro etapas que incluem adesão ao projeto, diagnóstico das necessidades da empresa rural ou urbana, elaboração de plano de ação e capacitação e consultoria para acesso ao mercado.

Há mais de 17 anos, o Sebrae/SC e a Aurora são parceiros na capacitação dos produtores rurais cooperados das 12 cooperativas filiadas. Mais de 24 mil produtores foram atendidos pelos programas “De olho” e “QT Rural” que organizaram e sistematizaram a gestão nas propriedades. 
 

Fonte: Ass. Imprensa

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Notícias Santa Catarina

Sindicato Rural de Joaçaba reúne produtores em assembleia e palestra técnica sobre dejetos suínos

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Evandro Carlos Barros, transmitiu informações relevantes sobre o aproveitamento sustentável dos dejetos suínos como fonte de nutrientes para a agricultura

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A programação contemplou a palestra técnica “Potencial Agronômico dos Dejetos de Suínos”. (Foto Divulgação)

O Sindicato Rural de Joaçaba promoveu, recentemente, Assembleia de Prestação de Contas que reuniu produtores rurais, lideranças, técnicos e representantes de entidades parceiras. A iniciativa oportunizou apresentar as ações desenvolvidas pela entidade, compartilhar informações estratégicas e fortalecer o compromisso com o desenvolvimento do setor agropecuário regional.

A programação contemplou a palestra técnica “Potencial Agronômico dos Dejetos de Suínos”, conduzida pelo pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Evandro Carlos Barros, que transmitiu informações relevantes sobre o aproveitamento sustentável dos dejetos suínos como fonte de nutrientes para a agricultura. A prática contribui para a melhoria da produtividade, o uso eficiente dos recursos disponíveis nas propriedades e a preservação ambiental.

Durante a assembleia, foram apresentadas as atividades realizadas pelo Sindicato Rural de Joaçaba, bem como projetos, ações e encaminhamentos previstos para o futuro. O encontro também reforçou a importância da integração entre instituições que atuam em defesa do produtor rural e no fortalecimento do agronegócio.

O presidente do Sindicato Rural de Joaçaba, Clemerson Argenton Pedrozo, destacou a relevância da iniciativa e das parcerias institucionais. “Realizamos uma assembleia de prestação de contas e, juntamente com ela, trouxemos um palestrante da Embrapa, sempre uma grande parceira, com muito conhecimento técnico, engrandecendo o nosso evento. Fizemos uma grande assembleia, apresentamos as novidades do Sindicato Rural de Joaçaba, conversamos sobre as nossas ações e sobre o que pretendemos ainda para o futuro”, afirmou.

Clemerson Pedrozo também ressaltou o apoio das demais entidades parceiras. “É importante agradecer a parceria do Sistema Faesc/Senar, que tem nos apoiado e trazido os recursos necessários para aplicarmos em benefício dos produtores rurais. Também agradecemos ao Icasa, à Cidasc, à Epagri e a todas as entidades que trabalham em conjunto com o nosso Sindicato, levando conhecimento e defendendo o produtor rural”, enfatizou.

De acordo com o dirigente, essa cooperação contribui para ampliar o reconhecimento da categoria e fortalecer a atuação no campo. “O objetivo do Sindicato é fazer a defesa do produtor rural e, por meio da parceria com o Senar/SC, levar conhecimento ao nosso público”, completou.

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, reforça o importante papel dos Sindicatos Rurais nas bases. Para ele, encontros como o realizado em Joaçaba demonstram a força da organização sindical e sua capacidade de aproximar o produtor rural de informações estratégicas, assistência técnica e oportunidades de desenvolvimento.

Fonte: Assessoria
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Quando o clima ajuda a conter a alta dos grãos

Análise da Consultoria Agro do Itaú BBA indica que o El Niño tende a redistribuir a produção entre regiões e reduzir a volatilidade dos preços, ao contrário da La Niña, que concentra perdas e pressiona o mercado global.

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Foto: Gilson Abreu

O impacto dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña sobre o mercado global de soja e milho não segue um padrão simples de alta ou baixa de preços. De acordo com análise da Consultoria Agro do Itaú BBA, os efeitos são assimétricos, dependem da distribuição geográfica das chuvas e, sobretudo, da intensidade de cada evento.

Foto: Divulgação

No caso do fenômeno El Niño, o efeito global tende a ser mais de redistribuição do risco do que de perda generalizada de produção. Enquanto algumas regiões enfrentam restrições climáticas, como partes da Ásia e da África, grandes produtores como Estados Unidos, Brasil e Argentina podem registrar condições mais favoráveis.

Segundo a análise, esse “balanceamento geográfico” faz com que a produção global de soja, em muitos episódios, apresente até ganhos médios de 2% a 5%. No milho, o comportamento é mais neutro a levemente negativo, com perdas estimadas em até cerca de 4%, concentradas em áreas tropicais.

Esse desenho ajuda a explicar por que eventos de El Niño, especialmente os moderados, podem resultar em menor volatilidade nos preços internacionais de grãos. Com a oferta global relativamente preservada, o mercado tende a operar com estoques mais confortáveis, o que reduz a intensidade de movimentos altistas.

Em eventos mais fortes, como os registrados em 1997/98 e 2015/16, não houve, segundo a consultoria, rupturas relevantes no balanço global de oferta e demanda de soja e milho, e as cotações internacionais exibiram comportamento menos volátil do que em anos neutros ou sob influência de La Niña.

O quadro muda de forma mais consistente sob influência da La Niña. Nesse cenário, o padrão climático tende a ser mais sincronizado entre grandes regiões

Foto: Divulgação

produtoras, ampliando a probabilidade de perdas simultâneas de produtividade.

A América do Sul, responsável por cerca de 65% das exportações globais de soja e fatia relevante do milho, aparece como uma das áreas mais vulneráveis a períodos prolongados de estiagem associados ao fenômeno. Episódios recentes de La Niña entre 2020 e 2022 coincidiram com secas severas no Sul da África e perdas expressivas no Cone Sul, contribuindo para forte alta nos preços internacionais em 2021 e 2022.

Nesse período, o milho chegou a superar US$ 6,50 por bushel em Chicago, enquanto a soja atingiu US$ 17 por bushel, refletindo um aperto global de oferta.

Para a Consultoria Agro do Itaú BBA, essa mudança também reflete uma transformação estrutural no mercado global de grãos. Com o aumento da participação do Hemisfério Sul no comércio internacional, choques climáticos negativos passaram a ter impacto mais direto sobre a formação de preços, especialmente em anos de La Niña.

Nesse contexto, enquanto o El Niño atua mais como um fator de redistribuição regional de produção, a La Niña segue associada a maior risco de desequilíbrio global entre oferta e demanda, com efeitos mais intensos sobre as cotações de soja e milho.

Fonte: O Presente Rural
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Suinocultores participam de encontro sobre o descarte correto de carcaças no oeste do Paraná

Encontro aconteceu no município de Pato Bragado reunindo produtores rurais para orientar sobre práticas que garantem a sanidade animal, a preservação ambiental e o cumprimento da legislação.

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Foto e texto: Assessoria

Na noite desta quinta-feira(26), produtores de suínos de Pato Bragado participaram de um encontro voltado à orientação sobre o descarte correto de carcaças de suínos. A iniciativa foi realizada em parceria com a Associação Regional de Suinocultores do Oeste (ASSUINOESTE) e reuniu produtores, representantes da entidade e da empresa parceira, além da equipe da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente.

O encontro teve como principal objetivo reforçar a importância da destinação adequada das carcaças, destacando as exigências da legislação, os cuidados com a sanidade animal, a preservação do meio ambiente e a prevenção da disseminação de doenças que podem impactar a produção de suínos.

Durante a programação, foram apresentadas orientações técnicas sobre os procedimentos corretos para o descarte, bem como esclarecidas dúvidas dos produtores. A ação também buscou conscientizar os participantes sobre a responsabilidade compartilhada entre produtores, entidades e poder público na adoção de práticas que garantam a sustentabilidade e a segurança da atividade.

A Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente segue desenvolvendo ações voltadas à orientação e ao fortalecimento do setor agropecuário. Em parceria com a ASSUINOESTE, o encontro reforçou o compromisso de levar informação técnica aos produtores rurais, esclarecendo dúvidas sobre a legislação e incentivando práticas que contribuam para a sanidade animal, a preservação ambiental e a segurança da produção suinícola.

Fonte: Assessoria
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