Conectado com

Suínos

“A Carne Suína é 10” chega ao Rio de Janeiro

Publicado em

em

A “grande cruzada” de preparação para a Semana Nacional da Carne Suína, que ocorre entre 2 e 16 de outubro, desembarcou no estado do Rio de Janeiro na última semana de maio, depois de percorrer a capital e o interior de São Paulo nos meses de maio e junho.
Em terras fluminenses, o objetivo dos treinamentos “A Carne Suína é 10” é realizar 15 ações entre Cursos de Cortes, Palestras e Oficinas Gastronômicas nas diferentes regiões do estado para capacitar todos os líderes de açougue das 90 lojas do Grupo Pão de Açúcar e Extra , bem como sensibilizar os consumidores finais  em relação à  qualidade, o sabor e a versatilidade da carne suína.
O Rio de Janeiro é  umas das regiões que mais recebe turistas no Brasil, além de ser um dos principais estados consumidores, com cerca de 15 milhões de habitantes. A chegada das ações da Semana Nacional da Carne Suína são estratégicas para a ABCS porque são inéditas na região já que não há uma afiliada da ABCS no estado.
“A ideia de trabalhar o consumo no Rio de Janeiro é antiga na ABCS, mas antes não foi possível pois não haver uma entidade de suinocultores no estado. Mas é um mercado consumidor importantíssimo assim é fundamental trabalharmos no Rio e avançarmos nos canais de distribuição, na sensibilização, no marketing e na capacitação de profissionais”, avaliou o diretor-executivo da ABCS, Fabiano Coser.
Os consumidores da capital, Região dos Lagos, Serrana, Norte Fluminense e Sul Fluminense poderão conhecer outras variedades de pratos deliciosos a base de carne suína além dos já admirados carré suíno e feijoada. 
A funcionária pública Silvia Ligia Romeiro, por exemplo, participou da Oficina Gastronômica na loja do Pão de Açúcar do Leblon onde provou um escalope de alcatra suína. “Depois dessa delícia, vou ficar freguesa da carne suína. Como muita carne e já percebi que a carne suína é a mais saborosa de todas. E sabendo de sua qualidade, serei cliente fiel”, opina a consumidora. 
A aposentada Clara Maria Dias Villa também aprovou a receita e o trabalho da ABCS em divulgar a carne suína e derrubar mitos sobre o produto. “Uma receita maravilhosa esta que provamos hoje. Sem falar na equipe da ABCS que é excelente em tirar nossas dúvidas e derrubar preconceitos”, diz.
Segundo o consultor técnico do Grupo Pão de Açúcar no Rio de Janeiro, Adeval Gonçalves, as ações vão chegar a todas as 90 lojas do Grupo no Estado do Rio de Janeiro e vão capacitar mais de 100 profissionais de forma direta. “Cada profissional que é treinado multiplica o conhecimento para muitos outros colegas. Isso é o mais importante para alavancar as vendas. Nossa expectativa é a melhor possível”, comentou.
Desta maneira, os profissionais de carnes da maior rede varejista do país conhecerão melhor o produto e poderão oferecer aos clientes finais todo o potencial nutritivo, saudável e de sabor da carne suína. Com o slogan “A Carne Suína é 10”, a ABCS busca mobilizar toda a cadeia produtiva com a temática do futebol brasileiro, que ganhou destaque com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014. 
“A expectativa com a chegada das ações ao Rio de Janeiro é muito grande. O Carioca gosta e aprecia a carne suína e o estado recebe muitos turistas que tem a carne suína como habito alimentar. Conseguir que tenhamos a oferta de cortes ampliada na maior rede de varejo do estado certamente facilitará o acesso as consumidores, bares e restaurantes ao produto porcionado e versátil. Estamos muito empenhados nas ações da semana e os treinamentos prévios e ações de sensibilização são essências para os resultados .reforça Lívia Machado, coordenadora da Semana Nacional da Carne Suína .
A Semana Nacional da Carne Suína visa aumentar o consumo do produto no mercado interno nos próximos anos e é resultado da parceria entre ABCS (Associação Brasileira dos Criadores de Suínos), Sebrae Nacional, Grupo Pão de Açúcar e Extra, Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

Fonte: Ass. Imprensa da ABCS

Continue Lendo

Suínos

Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões

Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.

Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock

A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello

produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
Continue Lendo

Suínos

Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho

Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão superiores aos praticados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) neste mês de julho.

Segundo o Cepea, esse comportamento foge do padrão do setor, já que, normalmente, o mercado independente (spot) registra cotações mais elevadas devido aos maiores custos e riscos assumidos pelos produtores.

De acordo com os pesquisadores, essa inversão vem sendo observada ao longo de 2026 em algumas praças da Região Sul, com destaque para Braço do Norte (SC).

O Cepea atribui esse cenário às dificuldades enfrentadas pelo mercado independente, que segue pressionado pela elevada oferta de suínos e pela demanda enfraquecida. A combinação desses fatores tem mantido os preços em patamares baixos ao longo de todo o ano.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
Continue Lendo

Suínos

Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso

Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.

Publicado em

em

Foto: Divulgação/Acrismat

Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer,

Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer: “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor” – Foto: Divulgação/Acrismat

apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.

Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.

Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações.

Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins: “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção” – Foto: Divulgação/Acrismat

o mercado interno. “Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.

Gestão eficiente será decisiva

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.

Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.

Presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho: “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas” – Foto: Divulgação/Acrismat

Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.

Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.

Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.

Segundo ele, um dos principais objetivos do 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso foi aproximar os produtores das informações técnicas e econômicas que impactam diretamente a rentabilidade das granjas, fortalecendo o setor para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Fonte: Assessoria Acrismat
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.