Seguro de animais - 14.06.2017

Seguro de animais diminui os riscos nas propriedades garantindo com custo acessível, maior tranquilidade aos criadores

Cobertura contempla, por exemplo, morte decorrente de acidentes, doenças, fenômenos da natureza, eletrocussão entre outras causas

- Foto: Assessoria

O Brasil é o País com a maior incidência de raios no mundo. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), hoje o território nacional registra 50 milhões de descargas elétricas por ano. Deste total, mais da metade acontecem no campo, o que causa a morte de aproximadamente duas mil cabeças de gado em território nacional, gerando prejuízos que podem até custar a sobrevivência na atividade para muitos pecuaristas. Embora não se consiga antecipar a queda de raios, é possível proteger o rebanho contra as forças da natureza e outros imprevistos que os animais estão expostos.

Os criadores brasileiros têm disponível o seguro rural de animais para rebanhos de elite, leiteiro, corte, equinos muares e asininos. Ao contrário do que muita gente acha, a contratação dessa modalidade não é cara. As taxas para calcular o valor das apólices são em média apenas 4,5% do valor do animal, que variam conforme a raça, idade e a região onde está a propriedade.

 De acordo com Karen Matieli, proprietária da Denner Seguros de Animais, e membro da Comissão de Seguro Rural (Sincor-SP), mesmo com muitas vantagens, a adesão ainda é pequena se comparada a de lavouras. “O seguro de animais garante a indenização caso o animal venha a óbito. O que é essencial para quem vive desse tipo de atividade. Este é um mercado que ainda tem muito para crescer. Se fala muito do seguro da lavoura, mas não do rebanho. Essa cultura tem tudo para mudar nos próximos anos”, diz.

Além das intempéries da natureza, o produtor ao contratar o seguro de animais também pode proteger o seu plantel contra morte decorrente de acidentes, doenças, asfixia por sufocamento ou submersão, eletrocussão, incêndio, insolação, envenenamento, intoxicação, ingestão acidental de corpo estranho, luta, ataque, picada ou mordedura de animais, parto ou aborto e até eutanásia determinada por médico veterinário. “A vantagem de se contratar o seguro de animais é que por um pequeno investimento você mantém protegida a atividade. Os benefícios são muitos. Além da tranquilidade de se ter o seguro, as principais causas de morte são amparadas pela apólice”, diz Karen.

Vale destacar também que no caso dos bovinos, o seguro não é uma exclusividade para o gado de elite, ou seja, aqueles que participam de torneios, exposições e que são reprodutores. Existem também modalidades que atendem contratos para rebanhos comerciais, confinamentos e gado de leite.

Fonte: Ass. de Imprensa

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